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Gladson Cameli: Um governador de R$ 828 milhões na Amazônia

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Gladson Cameli, governador do Acre, começou o ano com dois pedidos de impeachment e investigado por corrupção em inquéritos do Superior Tribunal de Justiça

 

Dois pedidos de impeachment na primeira semana do ano. O recorde é de Gladson Cameli, governador do Acre.

Nos últimos sete dias, ele conseguiu superar o aliado Jair Bolsonaro, que encerrou 2021 com centena e meia guardados na gaveta de Arthur Lira, presidente da Câmara.

Candidato à reeleição pelo partido de Lira, o Progressistas, Cameli é herdeiro político do tio Orleir, que governou o Acre nos anos 90. Aos 43 anos, já foi senador, deputado federal e lidera as pesquisa na disputa pelo governo estadual.

Na política e nos negócios, ele representa a renovação da oligarquia do município de Cruzeiro do Sul, lendária na influência e nos lucros na exploração de madeira no Vale do Juruá, fronteira da Amazônia com o Peru.

Os pedidos de impeachment apresentados na Assembleia do Acre nesta semana têm como fundamento inquéritos sobre corrupção em andamento no Superior Tribunal de Justiça sob a supervisão da juíza Nancy Andrighi.

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No Acre: Seringueiro consegue na Justiça aposentadoria rural por idade

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O benefício deve ser pago com data retroativa à data de citação, no valor de um salário-mínimo mensal, com o abono anual e correção monetária

O Juízo da Vara Cível de Sena Madureira determinou ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) a obrigação de conceder benefício previdenciário a um idoso por seu trabalho rural. A ordem deve ser cumprida no prazo de 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 100,00.

Segundo os autos, a aposentadoria havia sido negada com a justificativa de não terem sido atendidos os requisitos legais e regulamentares, pois não haviam documentos para comprovar o exercício de atividade rural.

O autor do processo nasceu em 23 de junho de 1949, ou seja, hoje possui 73 anos de idade. Ele disse ter iniciado a atividade rural aos 11 anos de idade, auxiliando sua família. Para demonstrar a legitimidade do seu direito apresentou a cópia de sua carteira funcional da associação dos pequenos produtores rurais de maio de 1991; cópia da carteira de identidade rural datada de 28/04/1992; e cópia de declaração de recebimento de valores a título de trabalho rurais.

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Também foi colhida prova oral por meio de testemunhas. A juíza Adimaura Souza destacou que os depoimentos foram harmônicos quanto ao fato de conhecerem o idoso por ter trabalhado como seringueiro/agricultor para empregadores da região.

Portanto, a magistrada confirmou que foram preenchidos os requisitos legais de forma cumulativa, garantindo o direito do requerente em receber aposentadoria por sua lida rural. A decisão foi publicada na edição n° 7.049 do Diário da Justiça Eletrônico (pág. 72), desta segunda-feira, dia 25. (Processo 0700226- 73.2013.8.01.0011)

 Miriane Teles | Comunicação TJAC
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