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Hospital que é investigado por se negar em atender pacientes, agora será investigado por receber 40 mil por caução

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A promotoria de defesa do consumidor do Ministério Público do Acre (MP-AC) resolveu abrir uma investigação minuciosa para apurar denúncias de que o Hospital Santa Juliana estaria cobrando um caução (entrada) no valor de R$ 40.000 (quarenta mil reais) por um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) a pacientes com covid-19. A portaria n° 0004/2021 foi publicada na edição do Diário Eletrônico.

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De acordo com a promotora, Alessandra Marques, o valor de R$ 40.000,00  é referente apenas a pacientes com Covid-19 em situação de urgência ou emergência para internação hospitalar.

 

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O órgão solicita que sejam juntados aos autos todos os documentos que já se encontram em poder do Ministério Público e que dizem respeito ao fato investigado. Além disso, Marques destaca que será expedido ofício ao Conselho Regional de Medicina, para que tome conhecimento do fato noticiado pela promotoria.

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Por último, o órgão controlador emitiu um ofício à unidade hospitalar privada, para que tome conhecimento da presente investigação e apresente a sua versão do fato objeto de apuração.

No ano passado, o Hospital Santa Juliana, em Rio Branco, foi notificado pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Acre (Procon-AC) após denúncias de consumidores revoltados com a situação.

 

 

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Viatura da prefeitura destinada a transporte de pacientes para sessão de hemodiálise, tinha 156 kg de cocaína

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Prejuízo para o crime é superior a R$ 7 milhões para o crime, segundo o delegado Rêmulo Diniz

 

Com o grau de pureza que foi detectado em perícia da Polícia Federal, a droga chegaria a custar R$ 40 mil o quilograma na capital do Ceará, provável destino final do carregamento que foi apreendido na manhã desta quinta-feira (2) Grupo Especial de Fronteira (Gefron).

A apreensão foi feita na região da Vila Acre, em Rio Branco, por volta das 8 horas da manhã. Vídeos que circulam na internet mostram o momento em que várias bolsas contendo o entorpecente são descarregadas do veículo do tipo van, que é usado para o transporte de pacientes renais do município de Brasiléia.

De acordo com o delegado Rêmulo Diniz, coordenador do Gefron, a apreensão da droga foi resultado de um trabalho de investigação da Polícia Civil de Brasiléia em parceria com a Polícia Federal, que terminou com o trabalho do Grupo Especial de Fronteira realizando a detenção do suspeito.

O homem de 23 anos que levava a droga para Rio Branco é um dos pacientes que fazia rotineiramente sessões de hemodiálise na capital acreana. Ele já possui passagem pela polícia por envolvimento com tráfico de drogas, inclusive respondendo em liberdade processo relacionado a esse tipo de crime.

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Ele deverá ser indiciado pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa, que podem lhe render uma pena de mais de 15 anos de cadeia. De acordo com o delegado Rêmulo Diniz, o prejuízo ao crime é superior a R$ 7 milhões.

“Na Polícia Federal, a perícia oficial que foi feita identificou que é uma cocaína de alta pureza. O quilo dessa droga pode chegar a mais de R$ 40 mil lá em Fortaleza, então o prejuízo deve ultrapassar R$ 7 milhões para o crime que ainda tem suas mulas presas”, ressaltou o delegado do Gefron.

Nota da PF

A Superintendência da Polícia Federal no Acre divulgou nota oficial a respeito da apreensão informando que após a obtenção de informações de inteligência, as forças de segurança realizando fiscalização de rotina na rodovia AC-40 abordaram um veículo da prefeitura de Brasiléia que transportava pacientes para Rio Branco.

“Dentro do veículo foram encontrados 156acondicionados na bagagem pessoal de um dos indivíduos transportados. O envolvido foi conduzido para a Superintendência da Polícia Federal em Rio Branco para lavratura do flagrante pelo crime de tráfico de drogas”, diz a nota.

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O que disse a Prefeitura de Brasiléia

Por meio de nota de esclarecimento, a Prefeitura de Brasiléia confirmou a apreensão da droga no veículo utilizado pela saúde municipal no transporte de pacientes de hemodiálise. A assessoria esclareceu que após a apreensão e a prisão do suspeito, o veículo foi liberado, não prejudicando o deslocamento dos pacientes.

A prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, que está em agenda de trabalho na capital federal, determinou a abertura imediata de processo administrativo para apurar em que condições ocorreu o transporte do suspeito, para posteriormente remeter à autoridade competente as informações pertinentes.

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