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​​​​​​​Maurão de Carvalho prestigia feiras agropecuárias de Buritis e Vilhena

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O presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PMDB), prestigiou no final de semana as feiras agropecuárias de Buritis e de Vilhena. O parlamentar voltou a destacar a força produtiva de Rondônia e a importância do setor para a economia do Estado.

Nos dois eventos, o deputado conversou com produtores, expositores e a população local, reforçando o compromisso dos deputados estaduais em estimular o agronegócio em Rondônia.

“As exposições não são apenas eventos festivos, mas acima de tudo um espaço de negócios, de inovações tecnológicas, informações e de troca de experiências entre quem atua no setor produtivo, que é a mola mestra de nossa economia”, disse Maurão.

Em Buritis, o presidente destacou que a região tem uma força na pecuária, com destaque para o gado de corte. “O rebanho bovino representa uma importante fonte de renda para pequenos, médios e grandes criadores, impulsionando a economia de Buritis e de Rondônia”, observou.

Já em Vilhena, região que se destaca na produção de grãos, o parlamentar foi recebido pelo deputado estadual Luizinho Goebel (PV), pelo presidente da Aviagro e vice-prefeito, Darci Cerruti, e demais autoridades. Ele circulou pelos estandes, concedeu entrevistas e se reuniu com produtores locais.

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“Vilhena é um celeiro de produção de grãos, se destacando no Estado como grande produtor de soja, que tem alavancado a economia local. É a força produtiva a grande responsável por Rondônia estar com a sua economia em alta, enquanto o resto do País sofre dificuldades”, finalizou.

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Agro.BR promove webinar sobre marcas coletivas e Indicação Geográfica

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Brasília (04/08/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por meio do projeto Agro.BR, iniciou o webinar “Marcas coletivas e Indicação Geográfica” nesta terça (3).

O evento, que segue até hoje (4), tem como objetivo mostrar aos empreendedores rurais informações sobre as vantagens e agregação de valor na prática, além da apresentação de cases.

A coordenadora de Promoção Comercial da CNA, Camila Sande, destacou que o tema ainda é desconhecido por muitas empresas e pode ser um diferencial importante para os “produtos, alimentos e sabores” brasileiros serem reconhecidos no exterior.

“Futuramente queremos evoluir para ações de construção de marcas coletivas e promoção das nossas indicações geográficas, aumentando a nossa escala de exportações e agregando valor aos nossos produtos”, afirmou.

A especialista em propriedade intelectual, Maria Cláudia Nunes, fez uma apresentação sobre marcas coletivas e Indicação Geográfica (IG), onde ela abordou conceitos, finalidades, modalidades e benefícios desses tipos de identificação.

Segundo Maria Cláudia, há 10 mil Indicações Geográficas no mundo – 90% em países desenvolvidos –, movimentando um mercado de US$ 50 bilhões. No Brasil, atualmente, existem 87 produtos com esse selo, a maioria concentrada nas regiões Sudeste (32%) e Sul (31%).

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“Temos uma legislação recente em relação ao continente europeu e estamos avançando, mas ainda temos muito a conquistar. Precisamos trabalhar em dois pilares: informação e exemplos. Tenho certeza que vale a pena investir nessa estratégia”, disse a especialista.

Como exemplos de marcas coletivas de sucesso, ela citou a Amorango (RJ) e o Consórcio de Produtores de Espumantes de Garibaldi (RS). Entre as Indicações Geográficas, os destaques foram a farinha de Uarini (AM) e o cacau de Tomé-Açu (PA).

A programação do webinar continuará hoje com a apresentação de dois cases de empreendedores rurais do projeto Agro.BR: a CooperCUC, com a marca coletiva Gravetero, e a CacauSul Bahia, sobre a Indicação Geográfica do cacau.

O assessor técnico de Exportação da CNA, Rodrigo da Matta, também participou do evento.

Agro.BR – O projeto é um convênio entre a CNA e Apex-Brasil voltado para a internacionalização do agro brasileiro. A iniciativa auxilia empresários do setor, viabilizando negócios internacionais para aumentar a presença de pequenos e médios produtores no comércio exterior, além de diversificar a pauta de exportação brasileira.

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Fonte: CNA Brasil

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