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Agro.BR promove webinar sobre marcas coletivas e Indicação Geográfica

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Brasília (04/08/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por meio do projeto Agro.BR, iniciou o webinar “Marcas coletivas e Indicação Geográfica” nesta terça (3).

O evento, que segue até hoje (4), tem como objetivo mostrar aos empreendedores rurais informações sobre as vantagens e agregação de valor na prática, além da apresentação de cases.

A coordenadora de Promoção Comercial da CNA, Camila Sande, destacou que o tema ainda é desconhecido por muitas empresas e pode ser um diferencial importante para os “produtos, alimentos e sabores” brasileiros serem reconhecidos no exterior.

“Futuramente queremos evoluir para ações de construção de marcas coletivas e promoção das nossas indicações geográficas, aumentando a nossa escala de exportações e agregando valor aos nossos produtos”, afirmou.

A especialista em propriedade intelectual, Maria Cláudia Nunes, fez uma apresentação sobre marcas coletivas e Indicação Geográfica (IG), onde ela abordou conceitos, finalidades, modalidades e benefícios desses tipos de identificação.

Segundo Maria Cláudia, há 10 mil Indicações Geográficas no mundo – 90% em países desenvolvidos –, movimentando um mercado de US$ 50 bilhões. No Brasil, atualmente, existem 87 produtos com esse selo, a maioria concentrada nas regiões Sudeste (32%) e Sul (31%).

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“Temos uma legislação recente em relação ao continente europeu e estamos avançando, mas ainda temos muito a conquistar. Precisamos trabalhar em dois pilares: informação e exemplos. Tenho certeza que vale a pena investir nessa estratégia”, disse a especialista.

Como exemplos de marcas coletivas de sucesso, ela citou a Amorango (RJ) e o Consórcio de Produtores de Espumantes de Garibaldi (RS). Entre as Indicações Geográficas, os destaques foram a farinha de Uarini (AM) e o cacau de Tomé-Açu (PA).

A programação do webinar continuará hoje com a apresentação de dois cases de empreendedores rurais do projeto Agro.BR: a CooperCUC, com a marca coletiva Gravetero, e a CacauSul Bahia, sobre a Indicação Geográfica do cacau.

O assessor técnico de Exportação da CNA, Rodrigo da Matta, também participou do evento.

Agro.BR – O projeto é um convênio entre a CNA e Apex-Brasil voltado para a internacionalização do agro brasileiro. A iniciativa auxilia empresários do setor, viabilizando negócios internacionais para aumentar a presença de pequenos e médios produtores no comércio exterior, além de diversificar a pauta de exportação brasileira.

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Fonte: CNA Brasil

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CNA propõe suplementação de recursos do orçamento para o seguro rural

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Brasília (22/09/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, na quarta (22), no Ministério da Economia, para reiterar o pedido de suplementação orçamentária no valor de R$ 376 milhões para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, feito à pasta na semana passada.

O diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, e as assessoras técnicas Fernanda Schwantes e Maísa Barbosa acompanharam a deputada Aline Sleutjes (PSL-PR), presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, durante o encontro.

A reunião teve a participação do chefe da Assessoria Especial de Relações Institucionais do Ministério da Economia, Esteves Pedro Colnago Junior, do secretário de Orçamento Federal, Márcio Luiz de Albuquerque Oliveira, do secretário Especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e da secretária Especial de Assuntos Parlamentares da Secretaria de Governo da Presidência da República, Maria Caroline Lima.

A CNA enviou ofício ao Ministério na quarta (15) com a proposta. Se liberado o valor de R$ 376 milhões, o setor alcançaria o volume de R$ 1,3 bilhão anunciado no Plano Agrícola e Pecuário para 2021.

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“O setor reconhece o compromisso do Governo Federal com a política de gestão de riscos nos últimos anos e nossa solicitação de suplementação orçamentária é justamente para não deixarmos desamparados os produtores que têm adotado os instrumentos de mitigação de riscos, em função dessa credibilidade”, afirmou Lucchi.

Na avaliação da deputada Aline Sleutjes, o Programa do Seguro Rural é uma política pública estruturante e por isso é importante trabalhar para fomentá-la.

“Minha missão, enquanto presidente da Comissão de Agricultura da Câmara Federal e vice líder do Governo no Congresso, é sensibilizar e defender as pautas que ajudam o agro e o Brasil. Estou feliz de ouvir do Ministério da Economia o compromisso de suplementar as dotações do programa ainda em 2021 assim que o Congresso analisar as matérias orçamentárias que estão no Legislativo”.

A assessora técnica da CNA, Fernanda Schwantes, ressaltou que a Confederação tem defendido os incentivos à gestão de riscos para promoção do cultivo de milho 1ª safra e para minimizar pressões em torno da redução do uso de tecnologias em caso de frustração de safras e por renegociações de dívidas.

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Fonte: CNA Brasil

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