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BOI/CEPEA: Arroba é negociada acima de R$ 330 neste início de ano

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Cepea, 13/01/2022 – Os preços médios da arroba bovina negociada em São Paulo estão se mantendo acima dos R$ 330 desde o início deste ano, atingindo recorde nominal diário no dia 5, quando fechou a R$ 345,25. Segundo pesquisadores do Cepea, a retomada dos envios de carne bovina à China vem sustentando os valores da arroba. Além da demanda mais aquecida por novos lotes para abate por parte de frigoríficos, a oferta de animais segue baixa. Em Minas Gerais e em partes de Goiás, especificamente, pesquisadores do Cepea indicam que as frequentes chuvas nestas últimas semanas causaram enchentes e dificuldades em carregar gados, tendo em vista que algumas estradas ficaram interrompidas. Houve relatos, também, de cancelamento de leilões em determinadas cidades do estado mineiro. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Sistema FAEMG em ação para minimizar perdas causadas pelas chuvas

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As chuvas que castigaram várias regiões mineiras neste mês levaram à mobilização do Sistema FAEMG/SENAR/INAES/Sindicatos para ajudar os produtores rurais das mais diversas cadeias agrícolas e pecuárias que tiveram suas atividades prejudicadas. Além de mapeamento dos problemas, junto a quase 1.500 produtores atendidos pelo Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), que está sendo concluído, buscou as instituições de crédito, para liberação de recursos emergenciais no menor prazo possível e para promover a facilitação em negociações (prorrogação e renegociação). Também produziu orientação para que os atingidos possam buscar os profissionais para elaborar os laudos necessários às transações (orientações abaixo).

Hoje, em reunião com o gerente de Agronegócio do Banco do Brasil para o estado de Minas Gerais, Bruno Machado Gonçalves, o presidente do Sistema FAEMG, Antônio de Salvo, solicitou maior agilidade para que os produtores rurais mineiros que sofreram com as fortes chuvas do último mês possam acessar créditos emergenciais. De acordo com a Defesa Civil, mais de 380 municípios de Minas já têm decretos de situação de emergência.

Antônio de Salvo aproveitou para solicitar a liberação de linha do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para recuperação de cafezais, que não é acionada desde 2015, e que é bem-vinda depois dos estresses climáticos enfrentados pela atividade. Também foi feito pedido de crédito para capital e giro para a pecuária de leite, penalizada por preços que não cobrem os custos de produção.

Segundo Bruno Gonçalves, a orientação para os gerentes das agências do BB é que todos os pedidos de prorrogação das operações de crédito rural que se encaixam na cláusula de eventos extraordinários, do Manual do Crédito Rural, sejam prorrogados. O produtor deve se lembrar de pedir para incluir no laudo que o problema foi causado por “estresse climático”, para que não haja ruídos na negociação. E outra ação, que “já está valendo”, é a de renovação de todos os limites de créditos dos produtores atingidos, dentro da mesma capacidade contratada. “São para evitar a penalização aos produtores. E outras medidas emergenciais estão em estudos. Vamos informar ao Sistema FAEMG assim que estiverem definidas.” 

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“Queremos esta linha aberta entre o Sistema FAEMG e o Banco do Brasil, para a contemplação dos nossos pedidos com transparência, pois precisamos ter opções para ajudar o produtor rural.”
Antônio de Salvo, presidente do Sistema FAEMG

“Deixo aqui este compromisso com o Sistema FAEMG, de lealdade, transparência e pronto atendimento.”
Bruno Machado Gonçalves, o gerente de Agronegócio do Banco do Brasil para o estado de Minas Gerais

  • Veja o vídeo:

OUTRAS INICIATIVAS DO SISTEMA FAEMG:
•    Encaminhamento de ofício à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), pedindo articulação com o governo federal para medidas emergenciais do crédito rural oficial, incluindo resolução normativa específica para Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e Funcafé.
•    Encaminhamento de ofício às instituições financeiras, com pedido de medidas emergenciais em atendimento aos produtores atingidos.
•    Solicitação de audiência com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, para tratar da liberação das estradas prejudicadas pelas chuvas e da busca por soluções para minimizar os prejuízos dos produtores rurais mineiros. 
•    Reunião com a Defesa Civil.
•    Verificação junto à Superintendência de Relacionamento com Clientes da CEMIG sobre localidades mais atingidas com raios e falta de energia e encaminhamento de demandas de localidades/municípios comprometidos – produtores com perda de produção.
•    Reunião com CRMV/SEAPA/IMA/EMATER/SEMAD e associações (AVIMIG e ASEMG) – para levantamento e providências para socorro prioritário na região de Pará de Minas, na iminência de rompimento de barragem de água e impacto nas cadeias de pecuária avicultura e suinocultura.
•    Ofício para EMATER/SEAPA – com pedido de levantamentos de impactos e laudos em todo o estado.
•    Reunião do Sistema FAEMG em 6/1 com Sindicatos – para levantamento de informações nas regionais Norte e Jequitinhonha e orientações para resposta a questionário de perdas pelos técnicos do Programa ATEG e Sindicatos das regiões. Envio de Circular da Superintendência do SENAR Minas para levantamento das perdas em todas as regiões de Minas (Regionais do Sistema FAEMG e técnicos do Programa ATeG). 
•    Em dezembro de 2021 – acompanhamento da evolução das chuvas em Minas Gerais (regiões Jequitinhonha e Norte de Minas) e orientações aos sindicatos (especialmente ao Sindicato de Machacalis, município que teve fortes perdas por chuvas e enchentes).

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Fonte: CNA Brasil

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