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Bolsonaro aprova o sabor do Tambaqui de Rondônia

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Sebrae e diversos parceiros realizam ação promocional do produto na Capital Federal

O presidente da República Jair Bolsonaro prestigiou ontem (6) a abertura do evento Festival Tambaqui da Amazônia, na sede do Sebrae Nacional em Brasília. O evento é uma iniciativa de diversas entidades, entre elas o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Rondônia (Sebrae), o Governo de Rondônia, através da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria Nacional de Aquicultura e Pesca (SAP), Governo do Distrito Federal e apoiado por entidades como Associação dos Criadores de Peixe do Estado de Rondônia (Acripar), Indústria Zaltana de pescados, Peixe BR, Agrofish Nova Aurora, Emater, Lions Club de Ariquemes, todos unidos em torno de um objetivo: apresentar o tambaqui como grande opção gastronômica e de enorme valor nutritivo, prospectando novos mercados para o produto.

A comitiva com mais de 40 pessoas de Rondônia, entre gestores, empresários e apoio operacional do evento, participou de jantar exclusivo oferecido ao presidente da República e o cardápio, claro, foi o saboroso tambaqui rondoniense, em suas mais variadas receitas.

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Estavam presentes, além de Bolsonaro e assessores, o governador de Rondônia Marcos Rocha e a diretoria do Sebrae Nacional, Carlos Melles, Bruno Quick e Eduardo Diogo. O Diretor Superintendente do Sebrae em Rondônia, Daniel Pereira e o diretor técnico Samuel Almeida representaram a instituição no evento.

O Sebrae em Rondônia desenvolve um projeto que atende a diversos piscicultores, com objetivo de melhorar a produtividade, competitividade, gestão da propriedade e conquista de novos mercados, dentre outros benefícios. Com o projeto, cada elo da cadeia produtiva do pescado rondoniense é fortalecido, otimizando sua produção, gerando desenvolvimento econômico para o estado.

O Festival Tambaqui da Amazônia acontece nesta quarta (7) e pretende bater o recorde de bandas de tambaqui assadas. Serão mais de 4,5 mil metades do saboroso peixe assadas em plena Esplanada dos Ministérios. O recorde anterior pertence também aos produtores de Ariquemes e foi alcançado neste ano, durante a Expovale, com mais de 3 mil bandas de tambaqui assadas. O peixe será distribuído à população local, em troca de 1 quilo de alimento não perecível.

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Saiba mais sobre o projeto de piscicultura do Sebrae acessando sebrae.ro ou ligando gratuitamente para 0800 570 0800. Você também pode interagir com o Sebrae pelo WhatsApp, (69) 98130-5656, InstagramFacebookTwitterLinkedIn e YouTube nos canais Sebrae/RO.

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Após curso do SENAR-PR, horticultor impulsiona produtividade no Oeste do PR

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O produtor Jonas Martini e sua família decidiram mudar seu modelo de negócio no fim do ano passado. Na propriedade de 2,9 hectares, localizada em Três Barras, na região Oeste do Paraná, eles deixaram de plantar tabaco, milho, soja e feijão e passaram a se dedicar à olericultura e hortifruticultura. Martini pensou que a migração seria fácil, mas a horta não se desenvolvia, com as folhosas sempre mirradas. O cultivo só passou a deslanchar depois que o produtor fez o curso “Planejamento da produção – do plantio à comercialização”, do SENAR-PR, que faz parte do Programa HortiMais. Hoje, a família produz quatro mil pés de folhosas por mês e planeja expandir o negócio.

A migração ocorreu em outubro do ano passado. Como já vinha trabalhando diretamente na produção agrícola, Martini pensou que não precisaria de grandes mudanças nem de conhecimento especializado para cultivar alface, rúcula, almeirão e couve-folha. Só foi perceber que estava equivocado quando viu que a horta “não ia para frente”. Aí, percebeu que era hora de buscar suporte técnico.

“Meu problema principal foi falta de conhecimento sobre a cultura. Por estar plantando fumo, soja e milho, eu pensava que podia dar conta de plantar um simples pé de alface. Mas eu não sabia o que estava acontecendo na cultura. Pragas e umidade de solo, por exemplo, foram fatores que me deram bastante problema”, diz Martini.

Ofertado pelo SENAR-PR, com apoio do Instituto de Desenvolvimento Rural Iapar-Emater e Casa Familiar Rural, o curso deu a Martini o conhecimento técnico de que ele precisava. O agricultor percebeu que estava errando na irrigação e que vinha exagerando na adubação com esterco de galinha (o que salinizava o solo). Além disso, diagnosticou-se que precisava fazer correção do solo. Em um mês, os resultados já apareceram: a horta vicejou, com as folhosas bonitas e de bom tamanho. “Foi como tirar a dor com a mão. Agora, está uma maravilha”, comemora Martini.

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Ao longo do curso, o instrutor do SENAR-PR Mário Lugokenski conduziu um dia de campo na propriedade de Martini. Lá, após analisar as condições de cultivo, os alunos e o instrutor promoveram uma troca de ideias, em que todos deram sugestão de o quê poderia ser melhorado no processo produtivo. Para Lugokenski, o empenho e o espírito aberto de Martini foram determinantes para que o produtor obtivesse bons resultados após o curso.

“Vimos que o solo estava desagregado, com adubações mal feitas e com deficiência de irrigação”, observa o instrutor. “O Jonas foi um aluno exemplar, porque ele não teve dúvidas em implantar o que lhe foi sugerido do ponto de vista técnico. Ele fez tudo direitinho e, como as hortaliças têm um ciclo curto, os resultados já apareceram. Temos vários exemplos de alunos que, como ele, tiveram respostas excelentes”, acrescenta.

Rotina

O dia de Martini começa cedo, às 5 horas, quando se levanta para colher as hortaliças bem frescas. Às 7 horas, ele já está na cidade, fazendo as entregas: comercializa a supermercados e outros revendedores. Às 9 horas, ele volta novamente para a lida nas estufas – são cinco, com dimensões entre 30 e 50 metros quadrados. O produtor também tem projetos de expandir a comercialização a projetos da prefeitura e do governo estadual, além de cogitar ampliar as vendas para um município vizinho.

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“Hoje, o nosso negócio envolve toda a família. Eles me ajudam todos os dias na colheita, no empacotamento e na venda direta, que é feita aqui, na propriedade” diz. “A minha ideia ao migrar para a hortifruticultura foi ter uma vida mais sustentável. Antes, a gente arrendava terras. Paramos com isso. A ideia é produzir em cima do que é nosso. E está dando certo”, afirmou.

Instrutor do SENAR-PR desde 2013, Lugokenski contribuiu de forma direta para a profissionalização de muitos hortifruticultores, como Martini. Ele destaca que os cursos sempre levam o conhecimento técnico de que os produtores precisam. Mas o sucesso dos empreendimentos depende da ação dos próprios agricultores – desde a implantação de melhorias no processo produtivo até pontos que podem ser melhorados na comercialização.

“Quando esse conhecimento toca o coração do produtor, o sucesso é certeiro. Quando o produtor sente que deu resultado, vira uma engrenagem que não para mais. Ele se sente motivado a ir atrás de mais resultados positivos”, conta o instrutor.

Fonte: CNA Brasil

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