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Cadeia produtiva do coco em Trairi, no Ceará, recebe pela primeira vez Assistência Técnica do AgroNordeste – ATeG

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Segundo a Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) o Ceará é o segundo estado brasileiro na produção de  coco, perdendo apenas para a Bahia, mas precisa avançar ainda mais  na parte da comercialização. Dai a importância da Assistência Técnica e Gerencial do SENAR atuando juntamente com o Sindicato Rural de Trairi, por intermédio do programa Agronordeste, criado pelo Ministério da Agricultura, que orienta e encaminha os produtores também na obtenção de crédito.  

PRODUTOR DESTACA IMPORTÂNCIA DA ATeG 
O produtor João Alves Freire, do Sitio Camurupim, um dos assistidos pelo Agronordeste – ATEG do SENAR em Trairi, destacou a importância da assistência técnica e da parceria com o Sindicato Rural, e  segundo ele,  a cultura do coco nunca tinha recebido assistência.  “Tinhamos baixa  produtividade, muita praga, desnutrição, fata de irrigação das plantas e dificuldade de comercialização, disse João Alves. Com o apoio da técnica de campo do SENAR, Silviane, depois  de um ano de trabalho e muita persistência a   gente recebeu  novas informações,  novas tecnologias e a produção que antes era de 100 frutos/ ano planta em 2020, passou para  150 plantas ano / planta em 2021. Criamos até um grupo de whatsapp entre produtores pra trocar informações inclusive sobre o preço do coco. 

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PRINCIPAIS RESULTADOS 

1. Assistência a 30 produtores da  cadeia produtiva do coco (Coco seco, coco verde e água de coco);

2. Orientação e realização de análise de solo e foliar de 20 produtores;

3. Compra coletiva de insumos: adubos químicos, e orgânico;

4. Comercialização coletiva;

5. Orientação para Acesso a crédito rural (investimento) total de 4 produtores;

6. Orientação ao Acesso de políticas públicas (governo estadual: Fundo Desenvolvimento Agricultura familiar), para projeto de energia solar (usinas via solo e telhado): 9 produtores;

7. Produção anual: 2020: 100 frutos/ ano / planta e 2021: 150 frutos/ ano/ planta;

8. Orientação para Inscrição de produtores ao programa irrigação minha propriedade – PIMP (política pública do governo estadual): 5 produtores;

9. Orientação e apoio na Inscrição das Associações dos Moradores da Grande Região Camurupim e Carapeba no projeto São Jose IV, edital 1.1 Comercialização; 

10. Apoio para Comercialização junto às indústrias beneficiadoras:  ADELCOCO e DICOCO;

11. Orientação na Elaboração da proposta Fundo Brasil no valor de R$ 45.000,00 (objetivo: fomentar a construção de galpão para comercialização);

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12. Apoio na elaboração de projeto para a agroindústria (consulado japonês).

Fonte: CNA Brasil

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Presidente da CNA participa do lançamento de Unidade Mista de Pesquisa e Inovação do Cacau

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Brasília (05/05/2021) – O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, participou, na quarta (5), da cerimônia virtual de lançamento da Unidade Mista de Pesquisa e Inovação (UMIPI-Cacau), que funcionará em Ilhéus (BA).

A iniciativa é uma parceria entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) para aplicar pesquisa e conhecimento tecnológico para o desenvolvimento e fortalecimento da produção de cacau no país.

Para Martins, a inauguração da unidade é um marco histórico de esperança e recuperação da lavoura cacaueira e representa um estímulo os produtores e para o país voltar a ser autossuficiente na produção de cacau.

Segundo ele, tanto a CNA quanto o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), além das federações dos principais estados produtores, podem contribuir com Embrapa, Ceplac e Ministério da Agricultura para que o país retome os altos índices produtivos do passado.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, reforçou a importância da cacauicultura não apenas na geração de emprego e renda, mas também na preservação ambiental. Ela explicou que hoje o Brasil é o quinto maior consumidor mundial e o sétimo maior produtor, mas a produção não atende à demanda do mercado interno.

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Desta forma, ressaltou, a meta é fazer com que o país volte a ser autossuficiente na produção em 2025. Na sua avaliação, a atuação conjunta de Embrapa e Ceplac, em parceria com CNA, Senar, federações, cooperativas e entidades de pesquisa vão contribuir para a retomada da atividade cacaueira.

Waldeck Araújo, diretor da Ceplac, explicou que uma das ideias é desenvolver tecnologias para criar bancos de germoplasmas com variedades que tornem o cacau mais resistente a doenças e se adapte a outras regiões do país, uma vez que a produção ocorre praticamente em dois biomas, Mata Atlântica e Amazônia, apesar de já haver produção no Cerrado e no Vale do São Francisco.

Outra proposta da parceria entre Ceplac e Embrapa é formar uma rede de pesquisa e inovação para reunir mais subsídios e recursos para aplicação de tecnologia Os dois órgãos pretendem, ainda, explorar o lado sustentável da produção cacaueira por meio de sistemas agroflorestais e fortalecer o manejo da lavoura.

Para o presidente da Embrapa, Celso Moretti, a união de forças, compartilhando o conhecimento e a infraestrutura dos dois órgãos, vai proporcionar o desenvolvimento sustentável da cultura lavoura cacaueiro. Já o secretário de Inovação e Desenvolvimento Rural do Ministério da Agricultura, Fernando Camargo, falou das peculiaridades que tornam o Brasil diferenciado na produção de cacau.

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Serão investidos R$ 4,7 milhões em pesquisa e transferência de tecnologia, mas, segundo a ministra Tereza Cristina, a ideia é buscar recursos próximos a R$ 15 milhões para ajudar a fortalecer o setor nos próximos anos. O Brasil é o sétimo produtor mundial de cacau atualmente. Pará e Bahia são os principais estados produtores.

Senar e parceiros promovem reunião de mobilização do Projeto ATeG Mais Cacau

Família capixaba produz 18 produtos diferentes a partir do cacau

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Fonte: CNA Brasil

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