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CNA apresenta relatório da Aliança Agroeconômica com dados do Centro-Oeste

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Brasília (13/10/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu a live “Custos e Preços no Agro: 3º relatório trimestral da Aliança Agroeconômica do Centro-Oeste”, na quarta (13).

O debate foi moderado pelo assessor técnico na CNA, Thiago Rodrigues, e contou com a participação do gerente técnico do Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), José Pádua; da coordenadora de Desenvolvimento Regional no Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Vanessa Gasch; e do coordenador técnico do Instituto para Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifag), Alexandro Santos.

“São informações focadas na região que tem a maior pujança em relação ao mercado agropecuário brasileiro. O objetivo é oferecer uma didática para que o produtor consiga se basear na hora de tomar decisões, assim como instituições e consultorias do setor”, afirmou Thiago Rodrigues.

O relatório apresenta o balanço das exportações do complexo soja, milho, algodão e carne bovina no terceiro trimestre de 2021. Além disso, traz um panorama sobre a produção de etanol de milho.

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Outro destaque são os principais resultados do Projeto Campo Futuro (CNA/Senar) nas atividades de pecuária de corte, pecuária leiteira, piscicultura, cana-de-açúcar, soja, milho 2ª safra e algodão, nas praças pesquisadas na região, em 2021.

O documento levanta, ainda, estatísticas microrregionais do Centro-Oeste, dados sobre o mercado de algodão e cana-de-açúcar e produção de carne bovina e abate, assim como preços dos principais produtos agropecuários e de frete.

Aliança Agroeconômica – Formado em 2018 a partir de uma cooperação técnica entre a CNA, a Famasul, o Imea e Ifag, o grupo tem como objetivo integrar ações de pesquisas e estudos no Sistema CNA/Senar relacionadas ao setor agropecuário.

Clique aqui para acessar o relatório.

Leia mais sobre o assunto:

Aliança Agroeconômica divulga relatório do 2º trimestre de 2021

CNA divulga relatório da Aliança Agroeconômica do Centro-Oeste

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Fonte: CNA Brasil

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Senar discute produção em sistemas fertirrigados

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Brasília (21/10/2021) – O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) promoveu a live “Altas Produções em Sistemas Fertirrigados”, na quinta (21).

O debate foi moderado pelo assessor técnico do Senar, Mauro Muzell, e contou com a participação dos engenheiros agrônomos e especialistas em fertirrigação Adolfo Moura, Carlos Barth e Luiz Dimenstein, que também é autor do livro “Manejo de Fertirrigação – Regra de Ouro da Fertirrigação”.

Fertirrigação é a aplicação de fertilizantes via água de irrigação. Sua alta eficiência e economia estão entre as principais vantagens, além da possibilidade de aplicação de nutrientes em quantidades menores e com maior frequência, o que permite a manutenção de teores adequados no solo durante todo o ciclo da cultura.

O encontro foi dividido em três eixos de discussão: conhecimento sobre fertirrigação, resultados agronômicos – aplicabilidade – e dimensionamento, equipamentos e eficiência operacional.

Luiz Dimenstein falou sobre o conhecimento aplicado da fertirrigação no Brasil, tanto por produtores quanto por técnicos. Ele destacou a importância de diferenciar quantidade (Kg/hectare) e concentração (g/m³) e explicou a importância da condutividade elétrica para ajustes das fertirrigações.

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“Temos que discutir muito mais fertirrigação porque é a bola da vez. Com os preços dos fertilizantes que virão em 2022 tão mais caros do que nas safras anteriores, otimizar o uso desses fertilizantes evitando o desperdício é a chave da sobrevivência de quem quiser estar no agronegócio”, afirmou.

O engenheiro agrônomo Adolfo Moura abordou os resultados obtidos em áreas irrigadas com e sem fertirrigação. Ele apresentou dados sobre as diferentes produtividades alcançadas em culturas como coqueiro anão, cacau, banana, cebola e tomate.

“O que preocupa é que a extensão rural não está preparada para falar de fertirrigação. A maioria dos agrônomos que atuam nessa área vai trabalhar com adubação de sequeiro. Precisamos capacitar esse pessoal para tornar mais popular ainda a ciência da fertirrigação”, disse.

Carlos Barth analisou as vantagens da utilização de um sistema de fertirrigação bem dimensionado. O especialista fez uma apresentação sobre equipamentos e eficiência operacional, explicando pontos como principais nutrientes, injetor de fertilizantes, Teste do Jarro (Jar Test) e salinidade.

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No final do encontro, Mauro Muzell ressaltou que o Senar oferece capacitação especializada na área através do Programa Agricultura Irrigada. Também é possível conhecer mais sobre o tema através da cartilha “Irrigação: fertirrigação e reúso de efluentes”.

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Fonte: CNA Brasil

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