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CNA e os Ministérios do Desenvolvimento Regional e da Agricultura promovem evento ‘Irrigar é Alimentar’

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Brasília (11/06/2021) – O Sistema CNA/Senar e os Ministérios do Desenvolvimento Regional (MDR) e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) promovem, no dia 15 de junho, o evento ‘Irrigar é Alimentar’ para debater ações que fortaleçam iniciativas voltadas à agricultura irrigada e ao desenvolvimento sustentável da produção de alimentos.

O setor produtivo quer tornar a data, 15 de junho, o Dia Nacional da Agricultura Irrigada, para dar maior visibilidade à importância da agricultura irrigada brasileira e criar oportunidades de debate com a sociedade sobre segurança alimentar, econômica e ambiental do Brasil.

O evento terá a participação do presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza.

Serão dois painéis com os temas: agricultura irrigada como vetor para a segurança alimentar, econômica e ambiental do Brasil, com a participação do ex-ministro da Agricultura, Alysson Paolinelli, indicado ao Prêmio Nobel da Paz, e representantes da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Mapa, e os desafios da agricultura irrigada, com a presença de parlamentares.

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Além do debate, as entidades do setor vão lançar a Rede Nacional de Irrigantes (RNAI), que será apresentada pelo pesquisador da Embrapa, Lineu Neiva Rodrigues.

O Ministério do Desenvolvimento Regional é o responsável pela condução da Política Nacional de Irrigação, prevista na Lei 12.787, de 11 de Janeiro de 2013.

O evento será transmitido, a partir das 9h, pela página Agro pelo Brasil: www.agropelobrasil.com.br e pelo canal do Sistema CNA/Senar no Youtube:

Serviço:

O que: evento Irrigar é alimentar

Quando: 15 de junho, a partir das 9h

Onde: Agro Pelo Brasil – www.agropelobrasil.com.brhttps://www.youtube.com/channe… 

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Fonte: CNA Brasil

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CNA levanta custos da pecuária de leite no Paraná

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Brasília (18/06/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou nesta semana três painéis do Projeto Campo Futuro para levantar os custos de produção da pecuária de leite no Paraná.

Os encontros virtuais contaram com o apoio de pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e a participação de produtores rurais e representantes de sindicatos dos municípios de Castro, Cascavel e Toledo.

De acordo com o assessor técnico da CNA, Guilherme Dias, resultados preliminares revelaram que, de maneira geral, o concentrado é o principal item dos custos de produção, representando cerca de 40% do Custo Operacional Efetivo (COE) da atividade leiteira.

Toledo – O levantamento de custo em Toledo foi realizado na sexta (18). No município, predomina a produção em pequenas propriedades, de 25 hectares, com produção diária de 700 litros de leite de uma ordenha de 41 animais. Segundo Dias, a mão de obra é predominantemente familiar e o sistema de produção é semiconfinado.

“A alimentação do rebanho foi o item que mais pesou no bolso do produtor, com a ração concentrada comprometendo cerca de 43% da receita da atividade”, explicou.

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Cascavel – Os produtores de Cascavel participaram do levantamento de custo na quinta (17). Durante o painel, foi relatada a evasão da atividade por parte dos produtores com dificuldades de escala, em função dos elevados custos de produção.

O rebanho desses pecuaristas está sendo absorvido por produtores que têm investido na produção e possuem rebanho médio em torno de 70 vacas em lactação em propriedade modal de 50 hectares.

“Os produtores informaram que nos últimos anos também tem havido a migração do sistema produtivo semiconfinado para o sistema de compost barn. Entretanto, esses investimentos não se traduziram em maiores rentabilidades em razão das adversidades climáticas”, disse o assessor.

Castro – O painel realizado na quarta (16) apontou que a alta tecnologia está presente na maior parte das propriedades de Castro. A produção diária fica em torno de 5.500 litros, com cada animal, dos mais de 180 em lactação, produzindo 30 litros de leite por dia.

“Comparando ao painel realizado em 2017, percebemos que a inflação dos preços ao homem do campo culminou em aumento de cerca de 50% no valor imobilizado na propriedade leiteira. Nas fazendas da região os custos com alimentação giraram em torno de 58,4% do COE”.

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Panorama – Segundo o assessor técnico da CNA, o valor recebido pelo leite cobriu os desembolsos dos produtores em todas as regiões pesquisadas. Contudo, as margens da atividade seguem apertadas.

“Ao calcular a margem líquida, surge a preocupação quanto à capacidade de manutenção da atividade no médio prazo. Com relação aos custos totais, nenhum dos sistemas produtivos foi capaz de suplantar tais custos”, destacou.

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Fonte: CNA Brasil

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