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CNA Jovem destaca inovação e empreendedorismo na programação de sábado

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O multiempreendedor Tiago Mattos é o único professor brasileiro na maior escola de inovação do mundo

Brasília (19/06/2021) – A programação do segundo encontro nacional do CNA Jovem de sábado (19) focou no debate sobre o manifesto do Sistema CNA/Senar “Alimentar é construir o futuro”, e em temas como inovação e empreendedorismo e a busca de soluções para os desafios mais complexos da agropecuária.

Na abertura do encontro, que ocorre de forma totalmente remota, a diretora de Educação Profissional e Promoção Social do Senar, Janete Almeida, ressaltou a dedicação dos participantes.

“Ao longo desses 10 meses da quarta edição do programa, que teve início em agosto de 2020, observamos que os jovens estão extremamente empenhados no propósito de liderança empreendedora, que vem sendo lapidado a cada atividade”.

Os consultores Paulo Crepaldi e José Luiz Tejon e a diretora, Janete Almeida
Os consultores Paulo Crepaldi e José Luiz Tejon e a diretora, Janete Almeida

Na parte da manhã, os 80 jovens líderes conheceram o manifesto “Alimentar é construir o futuro”, apresentado pelos consultores do Sistema CNA/Senar, Paulo Crepaldi e José Luiz Tejon.

O movimento engloba uma série de iniciativas para o desenvolvimento de ferramentas de entendimento para construir um futuro melhor. Os consultores interagiram com as novas lideranças para explicar os conceitos de união, convergência e entendimento em prol daqueles que vivem no campo ou na cidade.

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Para conhecer o manifesto, assista:


A jovem Ana Carolina Zimmermann é integrante de um dos grupos, cujo desafio é propor uma solução inovadora para fazer funcionar a ignição da comunicação entre jovens líderes do campo e da cidade, além de criar um espaço para o diálogo sobre a sustentabilidade do sistema alimentar.

Ana Carolina Zimmermann
Ana Carolina Zimmermann

“A narrativa é muito importante. Justamente por isso, às vezes a gente se pergunta como aplicá-la na prática em conversas do dia a dia para que o discurso que envolve o manifesto, de que o alimento que une a todos, seja praticado”, refletiu Ana Carolina.

A programação e os debates foram conduzidos pelos consultores do CNA Jovem, Gino Terentim e Ricardo Dornas.

Na parte da tarde, os jovens assistiram à palestra sobre inovação e futurismo com o multiempreendedor Tiago Mattos, único professor brasileiro da Universidade Singularity, nos Estados Unidos, considerada a maior escola de inovação do mundo, criada pela Nasa e pela Google.

“Quando ligamos conceitos relacionados ao agro e à tecnologia, o repertório fica mais atualizado e conseguimos avaliar melhor as soluções tecnológicas a serem propostas. Nós (empreendedores) não conseguimos prever o futuro e nem precisamos porque nós vamos construir o passo a passo do futuro”, disse aos jovens.

Thiago Mattos compartilhou os cinco segredos que descobriu empreendendo
Thiago Mattos compartilhou os cinco segredos que descobriu empreendendo

No bate-papo, ele compartilhou um vasto conteúdo sobre pensamento empreendedor, soluções tecnológicas, além de segredos e estratégias que descobriu ao empreender.

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A jovem Hullde Lorena
A jovem Hullde Lorena

A palestra foi uma surpresa para os jovens, que aprovaram a iniciativa.  “Participei de alguns cursos sobre reaprendizagem criativa desenvolvidos pelo Thiago em 2019 e fiquei surpresa com a palestra no CNA Jovem. Para mim, foi muito um momento muito especial”, declarou Hullde Lorena, representante da Paraíba.

O líder Thiago André tirou dúvida com o multiempreendedor Tiago Mattos
O líder Thiago André tirou dúvida com o multiempreendedor Tiago Mattos

O especialista em futurismo esclareceu dúvidas dos participantes, como a do jovem Thiago André. “A tecnologia é essencial para tudo. Mas em uma empresa, até que ponto pode ser benéfica e de que forma pode interferir negativamente?”, refletiu.

A programação de sábado também contou com uma oficina de Storyboard, técnica de representação visual para ilustração de ideias e uma live junina para o arraiá virtual com a dupla sertaneja conhecida com os meninos da pecuária, Léo e Raphael.

No domingo (20), a programação do CNA Jovem segue com palestra sobre como lidar com cansaço emocional na pandemia, oficinas de refinamento das soluções e lições de inovação para o líder empreendedor e os próximos passos da jornada.

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Fonte: CNA Brasil

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CNA discute autocontrole da defesa sanitária vegetal

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Brasília (28/07/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu uma live sobre o autocontrole na defesa sanitária vegetal, na quarta (28). O debate foi moderado pelo diretor técnico adjunto da CNA, Reginaldo Minaré.

Participaram do debate o presidente da Comissão de Hortaliças e Flores da Confederação, Manoel Oliveira; do diretor de Sanidade Vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Carlos Goulart; e do diretor de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Mapa, Glauco Bertoldo.

Segundo Minaré, o autocontrole nas ações de defesa agropecuária vem sendo discutido há anos no Brasil e, agora, o desafio é a construção de um marco regulatório para o tema, por meio do Projeto de Lei nº 1.293/2021.

“A proposta surge como uma alternativa de ampliar e modernizar o escopo de atuação da defesa agropecuária, garantir maior liberdade aos agentes econômicos regulados, sem oferecer qualquer prejuízo à sanidade, inocuidade, qualidade, identidade e segurança dos insumos e produtos da agropecuária”, afirmou.

O objetivo da live foi compreender a lógica do PL e esclarecer conceitualmente e operacionalmente a diferença entre autorregulação e autocontrole. Além disso, os debatedores apresentaram a visão do estado e dos produtores rurais em relação ao processo de controle, fiscalização e auditoria da defesa sanitária vegetal, dos insumos agrícolas e dos produtos de origem vegetal.

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Conforme o diretor técnico adjunto da CNA, no autocontrole o produtor não cria regras e se compromete em seguir a legislação vigente.

Carlos Goulart falou sobre as expectativas em relação ao autocontrole na defesa sanitária vegetal e os principais pontos de aprimoramento e mudança na rotina do serviço de defesa agropecuária e de fiscalização e controle dos insumos agrícolas, que deverão ocorrer com a aprovação da proposta legislativa em discussão.

“É um processo de longo prazo e que vai demandar uma profunda transformação do setor privado, saindo da lógica de fiscalização para uma lógica mais de gerenciamento de risco e auditoria”, disse.

O texto da lei prevê que o autocontrole não será aplicado compulsoriamente aos agentes da produção primária, mas não impede que, voluntariamente, eles façam a adesão ao programa de autocontrole. A proposta não trouxe a definição de agente da produção primária, conceito que será interessante ser debatido e incluído na lei pelo Parlamento para esclarecer a zona cinzenta na fronteira entre a produção primária e industrial.

O diretor de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Mapa destacou a importância dos programas de autocontrole e dos protocolos privados de produção para garantia do acesso aos mercados e aprimoramento dos processos produtivos.

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“O nosso objetivo é criar um ambiente mais seguro e com regras mais claras, onde possamos dar respostas rápidas e ter um controle ágil de todo o processo. Isso vai nos levar a outro patamar e garantir um reconhecimento internacional ainda maior dos nossos produtos”, prevê Glauco Bertoldo.

Na opinião de Manoel Oliveira, ainda existe muita expectativa e desconhecimento sobre o PL. Ao contrário daqueles que pensam que a informalidade e a insegurança poderão aumentar, ele acredita que o autocontrole vai oferecer mais segurança e credibilidade para o setor, além de trazer uma presença do estado “quase em tempo real” no processo produtivo.

“As leis não mudarão e precisarão ser cumpridas. O setor produtivo está tendo que se adequar a essa modernização de consumo da sociedade, com novas tecnologias e processos mais transparentes. O produtor tem que ver esse projeto como uma vantagem competitiva e a possibilidade de agregar valor”, declarou o presidente da Comissão de Hortaliças e Flores da CNA.

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Fonte: CNA Brasil

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