PORTO VELHO

Agronegócio

CNA, Mapa e setor produtivo debatem Plano de Desenvolvimento da Fruticultura

Agronegócio


Brasília (11/06/2021) A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Ministério da Agricultura e entidades representativas do setor de frutas se reuniram, na quinta (10), para discutir a retomada das ações do Plano Nacional de Desenvolvimento da Fruticultura (PNDF), lançado em 2018.

O tema foi tratado em reunião conjunta da Comissão Nacional de Fruticultura da CNA e da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Fruticultura do Mapa. O documento foi desenvolvido para ser utilizado como ferramenta de apoio para o governo na construção de políticas públicas, a partir da indicação de objetivos estratégicos para o desenvolvimento do setor.

No plano, foram definidos dez temas prioritários, como defesa vegetal, governança da cadeia produtiva, marketing e comercialização, infraestrutura e logística, marco regulatório e pesquisa e desenvolvimento e inovação.

O presidente dos dois colegiados, Luiz Roberto Barcelos, afirmou que a iniciativa foi traçada também com intuito de estimular o consumo de frutas no mercado interno e aumentar as exportações do setor.

“A fruticultura brasileira viverá um novo momento com a retomada da discussão do PNDF. Com ele, esperamos resolver os gargalos do dia a dia do produtor e ampliar a competitividade da cadeia produtiva de frutas frescas e derivados”, disse.

Leia Também:  Machadinho do Oeste recebe o 9º Dia Especial do Café com Leite e Floresta

O assessor da Secretaria Executiva do Mapa, Luiz Eduardo Rangel, explicou que o PNDF não é um plano de governo, mas do setor privado, construído em sinergia com o governo, e que inclui metas de médio e longo prazo da fruticultura brasileira até 2028. “O Plano foi lançado em 2018 e neste momento precisamos fazer uma releitura do texto e do setor e readequar à nova realidade”.

Rangel apresentou alguns resultados dos temas prioritários até o momento, que indicam a alteração de cenário. De 2017 a 2021, por exemplo, foram abertos nove mercados para as frutas brasileiras, com destaque para manga (Peru), melão (China) e maçã (Colômbia).

Outro assunto discutido na reunião foi a criação de um Fundo para o Desenvolvimento da Fruticultura. Segundo Luiz Roberto Barcelos, o objetivo de desenvolver um fundo é dar segurança financeira ao setor e estimular o consumo de frutas no país, que ainda é considerado baixo.

“A nossa preocupação é com o orçamento disponível do governo. Precisamos garantir recursos para a fruticultura, principalmente para combater pragas e doenças e estimular o consumo no mercado interno. Mas para isso precisamos de um arcabouço jurídico e criar um grupo de trabalho para construção do fundo, com participação ativa do setor privado”, destacou.

Leia Também:  CNA avalia que medidas provisórias ajudam pequenos produtores a renegociar dívidas com fundos constitucionais e de investimentos

Assessoria de Comunicação CNA
Telefone: (61) 2109-1419
flickr.com/photos/canaldoprodutor
twitter.com/SistemaCNA
facebook.com/SistemaCNA
instagram.com/SistemaCNA
facebook.com/SENARBrasil
youtube.com/agrofortebrasilforte

Fonte: CNA Brasil

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Agronegócio

CNA levanta custos da pecuária de leite no Paraná

Publicados

em


Brasília (18/06/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou nesta semana três painéis do Projeto Campo Futuro para levantar os custos de produção da pecuária de leite no Paraná.

Os encontros virtuais contaram com o apoio de pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e a participação de produtores rurais e representantes de sindicatos dos municípios de Castro, Cascavel e Toledo.

De acordo com o assessor técnico da CNA, Guilherme Dias, resultados preliminares revelaram que, de maneira geral, o concentrado é o principal item dos custos de produção, representando cerca de 40% do Custo Operacional Efetivo (COE) da atividade leiteira.

Toledo – O levantamento de custo em Toledo foi realizado na sexta (18). No município, predomina a produção em pequenas propriedades, de 25 hectares, com produção diária de 700 litros de leite de uma ordenha de 41 animais. Segundo Dias, a mão de obra é predominantemente familiar e o sistema de produção é semiconfinado.

“A alimentação do rebanho foi o item que mais pesou no bolso do produtor, com a ração concentrada comprometendo cerca de 43% da receita da atividade”, explicou.

Leia Também:  Presidente da CNA participa da abertura oficial da 86ª ExpoZebu

Cascavel – Os produtores de Cascavel participaram do levantamento de custo na quinta (17). Durante o painel, foi relatada a evasão da atividade por parte dos produtores com dificuldades de escala, em função dos elevados custos de produção.

O rebanho desses pecuaristas está sendo absorvido por produtores que têm investido na produção e possuem rebanho médio em torno de 70 vacas em lactação em propriedade modal de 50 hectares.

“Os produtores informaram que nos últimos anos também tem havido a migração do sistema produtivo semiconfinado para o sistema de compost barn. Entretanto, esses investimentos não se traduziram em maiores rentabilidades em razão das adversidades climáticas”, disse o assessor.

Castro – O painel realizado na quarta (16) apontou que a alta tecnologia está presente na maior parte das propriedades de Castro. A produção diária fica em torno de 5.500 litros, com cada animal, dos mais de 180 em lactação, produzindo 30 litros de leite por dia.

“Comparando ao painel realizado em 2017, percebemos que a inflação dos preços ao homem do campo culminou em aumento de cerca de 50% no valor imobilizado na propriedade leiteira. Nas fazendas da região os custos com alimentação giraram em torno de 58,4% do COE”.

Leia Também:  Machadinho do Oeste recebe o 9º Dia Especial do Café com Leite e Floresta

Panorama – Segundo o assessor técnico da CNA, o valor recebido pelo leite cobriu os desembolsos dos produtores em todas as regiões pesquisadas. Contudo, as margens da atividade seguem apertadas.

“Ao calcular a margem líquida, surge a preocupação quanto à capacidade de manutenção da atividade no médio prazo. Com relação aos custos totais, nenhum dos sistemas produtivos foi capaz de suplantar tais custos”, destacou.

Assessoria de Comunicação CNA
Foto: Wenderson Araújo
Telefone: (61) 2109-1419
flickr.com/photos/canaldoprodutor
cnabrasil.org.br
twitter.com/SistemaCNA
facebook.com/SistemaCNA
instagram.com/SistemaCNA
facebook.com/SENARBrasil
youtube.com/agrofortebrasilforte

Fonte: CNA Brasil

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

RONDÔNIA

PORTO VELHO

POLÍTICA RO

MAIS LIDAS DA SEMANA