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Cultivo personalizado de hortaliças-fruto é tema de curso oferecido pelo Senar/MS

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Apesar de muita gente achar que berinjela, abobrinha, tomate, chuchu e pimentão são legumes ou verduras, essas espécies fazem parte do grupo das hortaliças-fruto. Particularidades no manejo dessas culturas podem garantir maior rentabilidade para produtores que buscam diversificar sua horta. O curso do Senar Mato Grosso do Sul que aborda o assunto é tema da editoria #EducaçãonoCampo desta quarta-feira (07).

O valor agregado desses produtos chama atenção de quem cultiva. “O pimentão amarelo, o vermelho e o tomate estão entre os mais valorizados no mercado. No geral, esses e outros frutos possuem excelente aproveitamento, pois é possível, por exemplo, fazer conserva de algumas espécies. Também vale destacar a durabilidade no armazenamento, característica essencial para produtores que estão distante dos centros urbanos”, explica o engenheiro agrônomo e instrutor do Senar/MS, Arnaldo Mongelo.

Algumas culturas exigem maior conhecimento técnico, pois demandam tratos específicos se comparado a outros grupos de hortaliças. “A dica para quem pretende iniciar o cultivo desses frutos é considerar as condições climáticas da região, fazer uma análise de mercado observando a demanda por esses itens e procurar saber sobre as ferramentas disponíveis”, detalha.

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O cultivo protegido (plantio em estufas ou telados) e o uso de mulching (cobertura de proteção do solo), de acordo com o especialista, são algumas das tecnologias indicadas para se obter bons resultados na horticultura. O uso de fertirrigação, a produção de mudas por enxerto, como no caso do pepino, e a utilização de sementes híbridas, também são inovações que potencializam a atividade.

Na programação do curso ‘Cultivo de Hortaliças-Fruto”  os participantes aprendem sobre solo, escolha da área, preparo de covas, tipos de pragas e doenças, entre outras abordagens. As próximas agendas previstas serão em Itaquiraí, Corumbá e Miranda. A capacitação é gratuita e possui carga horária de 24h.

Ficou interessado? Procure pelo sindicato rural do seu município e confira o calendário de cursos. Na editoria #MercadoAgropecuário você fica por dentro da comercialização de frutos no primeiro trimestre de 2021. 

Fonte: CNA Brasil

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Faeal e Senar AL contribuem na elaboração de cartilha sobre barragem subterrânea

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A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Alagoas (Faeal) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar Alagoas) colaboraram com a elaboração da cartilha “Barragem subterrânea: transformando vidas no semiárido brasileiro”. Iniciativa do Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), Embrapa e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o documento tem o objetivo de orientar produtores rurais e gestores públicos sobre essa solução tecnológica para o aproveitamento da água da chuva, como forma de reduzir os efeitos das irregularidades climáticas nas regiões mais secas.

O Semiárido brasileiro é caracterizado pela reduzida precipitação pluviométrica anual, concentrada em poucos meses, aliada a grandes perdas por escoamento superficial e evapotranspiração, o que limita o acesso à água para o consumo humano e de animais e para a produção agrícola. Estas características demonstram que, para as famílias conviverem com as diferenças do clima da região, é necessário que disponham de reservatórios para guardar a água da chuva para o período da estiagem.

Ciente desta necessidade, a Federação da Agricultura e Pecuária de Alagoas envolveu agentes públicos e instituições como Embrapa e Sebrae numa discussão coletiva que resultou na criação do Programa Estadual de Construção de Barragens Subterrâneas. O programa prevê a construção de 200 barragens e o Governo do Estado já destinou R$ 1,5 milhão com a estimativa de construir as primeiras 60.

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“A partir de um projeto piloto desenvolvido pelo Senar Alagoas em parceria com o Sebrae, percebemos como a barragem subterrânea é uma tecnologia barata e capaz de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do Estado. Depois, descobrimos que um estudo de mapeamento das áreas mais propícias para a construção de barragens, desenvolvido pela Embrapa, corria o risco de ser interrompido por falta de verbas federais. Foi então que provocamos as instituições e agentes públicos para que apoiassem a conclusão da pesquisa e formulassem um grande programa de construção de barragens, conduzido pelo Governo de Alagoas”, relembra o presidente da Faeal, Álvaro Almeida.

Coordenadora de Assistência Técnica e Gerencial do Senar Alagoas, Luana Torres está entre os autores da cartilha sobre barragens subterrâneas. “Este é um importante instrumento de disseminação de informações sobre esta tecnologia que, a baixo custo, contribui para o aumento ao acesso e usos múltiplos da água, a soberania e segurança alimentar e nutricional das famílias, a diversificação e integração de cultivos, tornando os agroecossistemas mais resilientes ao clima, entre outros avanços econômicos e sociais para a população do semiárido”, comenta.

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A tecnologia da barragem subterrânea está alinhada a Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS – da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas – ONU. São eles: erradicação da pobreza; fome zero e agricultura sustentável; água Potável e Saneamento; e ação contra a mudança global do clima. A cartilha produzida em Alagoas traz informações sobre o zoneamento realizado pela Embrapa, como é construído este tipo de barragem, quais os locais adequados para a sua instalação, alternativas de cultivo e que impactos traz para a vida das famílias. A elaboração do documento também contou com o apoio das universidades Federal e Estadual de Alagoas – Ufal e Uneal –, Secretaria de Estado da Agricultura, Pesca e Aquicultura (Seagri), Instituto de Inovação para o Desenvolvimento Rural Sustentável de Alagoas ( Emater/AL) e Sebrae.

Para ter acesso à cartilha, clique aqui.

Fonte: CNA Brasil

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