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De 23 a 28 de maio a sede do Governo de Rondônia será em Ji-Paraná, no espaço da Rondônia Rural Show

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Durante seis dias – de 23 a 28 – a sede do Governo de Rondônia será no espaço da Feira Internacional Rondônia Rural Show

De 23 a 28 deste mês, o Governo de Rondônia terá a sede na cidade de Ji-Paraná, região central do Estado, durante a realização da 9ª Feira Internacional Rondônia Rural Show Internacional, que se transformou numa tradição dentre os grandes eventos do Estado, com reconhecimento internacional como uma das maiores feiras agropecuárias do Brasil, para o orgulho do povo rondoniense.

De acordo com a Lei Estadual n° 5.340, de 11 de maio de 2022, no período de 23 a 28 de maio, todos os atos de gestão do Governo de Rondônia, portanto, serão exarados a partir da sede do Governo Estadual, instalada na área da Rondônia Rural Show, onde funcionarão todos os órgãos da Administração Estadual, e de modo especial, as secretarias de Finanças (Sefin) e Agricultura (Seagri), da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e Agência de Defesa Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron), que terão estrutura completa para atender a todo segmento e visitantes da feira.

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POTENCIAL INDUSTRIAL E TECNOLÓGICO

A Rondônia Rural Show Internacional é considerada a maior feira de agronegócio e tecnologia da região Norte e está entre as maiores do País. O evento é uma vitrine que mostra a potencialidade do Estado como um exemplo de força na agropecuária do Brasil, enquanto apresenta tudo o que há de novidade industrial e tecnológica para o setor, além das grandes oportunidades que abre para firmar parcerias e realizar bons negócios.

Por tudo isso, a Rondônia Rural Show atrai muitos visitantes e é concorrida pelas maiores indústrias do agro, que desejam mostrar o que produzem para melhorar o desempenho das atividades do campo. Entre os interessados na Feira, além de vários estados brasileiros, que já confirmaram participação, deverão estar presentes no evento representantes de várias embaixadas sediadas no Brasil, entre elas: Bolívia, Chile, Espanha, Estados Unidos, Filipinas, Indonésia, Singapura, Peru, Malásia e outras, muitos já confirmados, todos interessados em conhecer o segredo do sucesso rondoniense no agro.

Projeto do Governo de Rondônia para impulsionar cada vez mais o desenvolvimento do agro e ampliar seus mercados, a Rondônia Rural Show Internacional tem a marca da Secretaria da Agricultura – Seagri, Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural – Emater e da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia – Idaron.

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Outros órgãos também têm relevante importância na realização da RRS Internacional, a exemplo da Secretaria de Obras e Serviços Públicos – Seosp, Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes – DER, Secretaria da Segurança, Defesa e Cidadania – Sesdec e Secretaria do Desenvolvimento Econômico – Sedec, além do apoio de órgãos como Controladoria Geral do Estado – CGE, Ouvidoria Geral do Estado – OGE, Departamento Estadual de Trânsito – Detran, Polícia Rodoviária Federal – PRF, Polícia Militar de Rondônia – PM, Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia – CBM e administração da Prefeitura de Ji-Paraná.

Fonte: Governo RO

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Estão disponíveis as agromensais de junho/2022

Publicados

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Cepea, 06/07/2022 – O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, disponibiliza hoje as hoje as agromensais de junho de 2022.

Confira aqui!

Abaixo, alguns trechos das análises mensais:

AÇÚCAR: Os preços do açúcar caíram no spot do estado de São Paulo em junho. A queda esteve atrelada à flexibilidade por parte de algumas usinas, que baixaram os valores de suas ofertas, em especial para o cristal Icumsa 180, açúcar com maior volume disponível para as negociações no spot.
 
ALGODÃO: As cotações externas e internas do algodão em pluma caíram de forma consecutiva ao longo de junho. O cenário inflacionário e as perspectivas de recessão econômica mundial e de redução na demanda global, sobretudo por parte da China, foram alguns dos fatores que exerceram pressão sobre os valores internacionais e, consequentemente, domésticos. No Brasil, as cotações, que já estavam enfraquecidas há um tempo, voltaram a operar nos patamares observados final do ano passado.
 
ARROZ: Os preços do arroz em casca reagiram em junho, impulsionados pelas maiores demandas interna e externa. As cotações, inclusive, recuperaram parte das perdas registradas nos dois meses anteriores e voltaram aos patamares nominais observados na primeira dezena de abril. Com isso, ao contrário do registrado em 2021, os valores do arroz em casca e do beneficiado no atacado apresentam alta na primeira metade do ano.
 
BOI: Os preços médios mensais do bezerro estão em movimento de queda desde o começo de 2022. Esse cenário é resultado de maiores investimentos em tecnologias por parte de pecuaristas, do aumento de produtividade e, sobretudo, da redução no abate de matrizes.

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CAFÉ: A temporada brasileira de café 2021/22 foi oficialmente encerrada no dia 30 de junho, com preços do arábica muito acima dos observados na safra passada (2020/21). Na temporada (de julho/21 a junho/22), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 teve média de R$ 1.325,65/saca de 60 kg, aumento expressivo de 522,90 Reais/sc (ou de 65,14%) frente à da safra anterior, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI de maio/22). Trata-se, também, da maior média desde a safra de 1997/98.

 
ETANOL: Em junho, as médias mensais dos Indicadores semanais CEPEA/ESALQ dos etanóis hidratado e do anidro caíram com certa força no estado de São Paulo. A pressão veio sobretudo do baixo volume de negócios ao longo do mês. Distribuidoras se mostraram cautelosas em fechar novas compras, tendo em vista as vendas desaquecidas de combustíveis e também do cenário que se desenhava com a possibilidade de mudança tributária do etanol e da gasolina, que se consolidou somente no final do mês. 

 
FRANGO: A diferença entre as demandas internas e externas para a avicultura de corte criou situações distintas de liquidez e de preços entre as regiões e os produtos acompanhados pelo Cepea. Enquanto as vendas externas de carne foram aquecidas, devido à conjuntura internacional, a procura por parte da população brasileira esteve limitada pelo baixo poder de compra. 

 
MILHO: Os preços do milho registraram queda na maior parte de junho. As expectativas de segunda safra recorde já vinham pressionando as cotações e esse movimento de baixa foi reforçado pelo início da colheita no Centro-Oeste. Assim, em algumas regiões acompanhadas pelo Cepea, como Rio Verde (GO), Chapadão do Sul (MS) e Campinas (SP), os valores do cereal no mercado disponível chegaram a operar nos menores patamares deste ano. Com o início da colheita, produtores estiveram mais flexíveis nos valores de venda, enquanto compradores seguiram retraídos, apostando na continuidade das baixas. 

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OVINOS: Apesar da oferta controlada de ovinos, devido ao período de entressafra para a criação de animais a pasto, junho foi marcado pela queda nas cotações do animal na maior parte das praças acompanhadas pelo Cepea, com exceção do Paraná, onde o movimento de recuperação da demanda e do preço seguiu firme pelo segundo mês consecutivo. Segundo colaboradores consultados pelo Cepea, o baixo poder de compra da população brasileira tem dificultado a melhora do desempenho do setor neste ano.

 
SOJA: Os preços da soja passaram a maior parte de junho em alta no mercado brasileiro, devido às preocupações com o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos e à expectativa de aumento na demanda chinesa. Além disso, os dados do USDA apontando redução da área com soja naquele país em relação às estimativas iniciais (de março/22) também reforçaram o aumento. Assim, a alta dos valores domésticos da soja em boa parte do mês fez com que a liquidez aumentasse.

 
TRIGO: Apesar das fortes desvalorizações externas em junho e de estimativas apontarem safra recorde no Brasil neste ano, os preços internos do trigo seguiram firmes e operando em patamares recordes reais em alguns estados.  A sustentação veio da baixa disponibilidade de trigo no País e da valorização da moeda norte-americana.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações: [email protected] e (19) 3429 8836.

Fonte: CEPEA

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