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Delegacia do agro será apresentada neste sábado, em Seara

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A Delegacia de Polícia Virtual de Repressão aos Crimes contra o Agronegócio (DELEAGRO) será apresentada à diretoria do Sindicato Rural de Seara, aos alunos do Curso Técnico de Agronegócio do Polo do município, aos produtores rurais e autoridades locais, neste sábado (21), às 9 horas, na sede da entidade sindical.  Criado no início deste ano, o órgão já mostra bons resultados no combate aos crimes no setor.

A explanação será conduzida pelo diretor de Polícia de Fronteira (Difron) e coordenador do Centro Estadual de Apoio Operacional de Combate aos Crimes contra o Agronegócio da Polícia Civil de Santa Catarina (CAOAGRO/PCSC), delegado Fernando Callfass, juntamente com o presidente do Sindicato Rural Valdemar Zanluchi e com o vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faesc), Enori Barbieri.

 A Delegacia do Agro foi ativada juntamente com o Centro de Apoio Operacional de Combate aos Crimes contra o Agronegócio (CAOAGRO) e o Núcleo de Inteligência do Agronegócio (NintAGRO), no mês de fevereiro deste ano. A iniciativa, do Governo de Santa Catarina e da Polícia Civil foi comemorada pela Faesc, que desde 2017 pleiteava a criação de uma unidade da Polícia Civil especializada no combate desse tipo de delito. A medida também atendeu um anseio de outras entidades e empresas desse setor.

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Para o presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, a delegacia especializada no agro e os demais órgãos oficializados neste ano representam um grande avanço para o setor que historicamente era penalizado com prejuízos enormes, causados por furtos e roubos nas propriedades rurais do Estado. Barbieri ressalta que já é visível o resultado na redução da  criminalidade no campo em Santa Catarina. “A criação dos novos setores da Polícia Civil foi essencial para repreender e investigar não somente quem cometeu determinado crime como também quem está receptando e quem está mandando praticar o crime”.

Fonte: CNA Brasil

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FRANGO/CEPEA: Preço da carne cai e eleva competitividade frente à suína

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Cepea, 1º/7/2022 – Os preços da carne de frango seguiram enfraquecidos em junho, ao passo que os valores da suína subiram. Diante disso, a competitividade da proteína avícola frente à concorrente cresceu pelo segundo mês consecutivo. Em junho (até o dia 29), o frango inteiro resfriado foi comercializado no atacado da Grande São Paulo à média de R$ 7,44/kg, queda de 1,1% sobre a de maio. Segundo colaboradores do Cepea, apesar das vendas externas aquecidas, o baixo consumo interno pressionou as cotações da maioria dos produtos da avicultura de corte. Já para a carne suína, o período de inverno e festas tradicionais têm aquecido as vendas, ao passo que a oferta de animais em peso ideal de abate está menor, contexto que vem resultando em elevação dos preços. Em junho, a carcaça especial suína foi cotada, em média, a R$ 9,35/kg, avanço mensal de 1,1%. Diante disso, a carcaça suína esteve 1,91 Real/kg mais cara que o frango inteiro na parcial de junho, diferença 10,8% maior que a observada em maio, o que reduziu a competitividade da carne de frango frente à substituta. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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