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Em live, auditores tiram dúvidas sobre Livro Caixa Digital do Produtor Rural

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O fim do prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda também é a data limite para a apresentação do Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCPDR). Trata-se de uma nova forma – agora obrigatória – de apresentar à Receita Federal os registros de atividades rurais mantidos por pessoas físicas. Na escrituração devem constar investimentos, receitas, despesas de custeio etc.

Como as regras dessa obrigação sofreram recentes alterações e dúvidas são comuns, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-RS) vai dar uma força aos produtores. Na próxima quinta-feira (8/04), às 9h, realizará uma live no YouTube sobre a Instrução Normativa RFB número 83, que trata sobre o LCPDR.

“O produtor rural quer produzir. Quanto mais obrigações o governo impõe, pior, porque fica muito mais fácil cometer um erro. O Senar-RS busca fazer ações que esclareçam tanto o produtor rural quanto aos profissionais contábeis, justamente para evitar qualquer tipo de prejuízo a quem produz”, ressalta o analista de arrecadação do Senar-RS Fabio Ramon Baldessar, que vai mediar o evento.

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Na live, Baldessar contará com a presença dos auditores fiscais da Receita Federal Claudio Morello e José Carlos Zimmermann, que farão o esclarecimento das principais dúvidas.

“A maioria das incertezas reside no lançamento de receitas e despesas no livro caixa. Um contrato de parceria gera dúvidas como ‘Quantos por cento se lança?’. Ou: ‘Se lança folha de pagamento?’. Em financiamento de maquinário, coloca só os juros ou tudo de uma vez só? Em geral, as dúvidas residem em caracterizar e parametrizar as atividades”, explica Baldessar.

Quem deve declarar?

Os produtores com receita bruta superior a R$ 56 mil devem preencher o Livro Caixa. A escrituração serve para registrar as entradas e saídas em caso de auditoria ou fiscalização.

A partir de 2019, a Instrução Normativa RFB número 83 passou a determinar a obrigatoriedade do preenchimento da LCDPR a todos os produtores rurais com movimentações superiores a R$ 4,8 milhões. Excepcionalmente, naquele ano, o valor do teto foi ampliado para R$ 7,2 milhões. Mas, desde o ano passado, o valor mínimo voltou ao original: R$ 4,8 milhões.

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LIVE – LIVRO CAIXA DIGITAL DO PRODUTOR RURAL – RFB

Quando: quinta-feira, 8 de abril, 9h

Onde: Canal do Senar no YouTube (www.youtube.com/SenarRioGrandedoSul)

Participantes:

  • Fabio Ramon Baldessar, analista de arrecadação do Senar-RS 
  • Claudio Morello, auditor fiscal da Receita Federal 
  • José Carlos Zimmermann, auditor fiscal da Receita Federal 

*Esse texto pode ser livremente reproduzido mediante crédito a Senar-RS/Padrinho Conteúdo

Fonte: CNA Brasil

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Cadeia produtiva do coco em Trairi, no Ceará, recebe pela primeira vez Assistência Técnica do AgroNordeste – ATeG

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Segundo a Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) o Ceará é o segundo estado brasileiro na produção de  coco, perdendo apenas para a Bahia, mas precisa avançar ainda mais  na parte da comercialização. Dai a importância da Assistência Técnica e Gerencial do SENAR atuando juntamente com o Sindicato Rural de Trairi, por intermédio do programa Agronordeste, criado pelo Ministério da Agricultura, que orienta e encaminha os produtores também na obtenção de crédito.  

PRODUTOR DESTACA IMPORTÂNCIA DA ATeG 
O produtor João Alves Freire, do Sitio Camurupim, um dos assistidos pelo Agronordeste – ATEG do SENAR em Trairi, destacou a importância da assistência técnica e da parceria com o Sindicato Rural, e  segundo ele,  a cultura do coco nunca tinha recebido assistência.  “Tinhamos baixa  produtividade, muita praga, desnutrição, fata de irrigação das plantas e dificuldade de comercialização, disse João Alves. Com o apoio da técnica de campo do SENAR, Silviane, depois  de um ano de trabalho e muita persistência a   gente recebeu  novas informações,  novas tecnologias e a produção que antes era de 100 frutos/ ano planta em 2020, passou para  150 plantas ano / planta em 2021. Criamos até um grupo de whatsapp entre produtores pra trocar informações inclusive sobre o preço do coco. 

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PRINCIPAIS RESULTADOS 

1. Assistência a 30 produtores da  cadeia produtiva do coco (Coco seco, coco verde e água de coco);

2. Orientação e realização de análise de solo e foliar de 20 produtores;

3. Compra coletiva de insumos: adubos químicos, e orgânico;

4. Comercialização coletiva;

5. Orientação para Acesso a crédito rural (investimento) total de 4 produtores;

6. Orientação ao Acesso de políticas públicas (governo estadual: Fundo Desenvolvimento Agricultura familiar), para projeto de energia solar (usinas via solo e telhado): 9 produtores;

7. Produção anual: 2020: 100 frutos/ ano / planta e 2021: 150 frutos/ ano/ planta;

8. Orientação para Inscrição de produtores ao programa irrigação minha propriedade – PIMP (política pública do governo estadual): 5 produtores;

9. Orientação e apoio na Inscrição das Associações dos Moradores da Grande Região Camurupim e Carapeba no projeto São Jose IV, edital 1.1 Comercialização; 

10. Apoio para Comercialização junto às indústrias beneficiadoras:  ADELCOCO e DICOCO;

11. Orientação na Elaboração da proposta Fundo Brasil no valor de R$ 45.000,00 (objetivo: fomentar a construção de galpão para comercialização);

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12. Apoio na elaboração de projeto para a agroindústria (consulado japonês).

Fonte: CNA Brasil

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