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Em 2021 evento ganhou formato híbrido e ampliou debate da projeção econômica no mundo

O MS Agro chegou em sua 12ª edição ainda mais robusto em conteúdo e inovação, rompendo a chamada ‘quarta parede’, em formato híbrido. A agenda, já consolidada no calendário do agro, aconteceu nesta quarta-feira (24), em Campo Grande, com transmissão ao vivo. 

Na abertura do evento, o presidente do Sistema Famasul, Marcelo Bertoni, destacou as potencialidades do agro frente aos desafios impostos pela pandemia. “O setor respondeu satisfatoriamente na temporada em que diferentes segmentos da economia mundial foram impactados. O cenário é de otimismo e o MS Agro vem justamente apresentar um novo olhar que contribui com a tomada de decisão do produtor rural”. 

Com a palestra ‘Contexto macroeconômico e projeções para o Brasil e o mundo”, o doutor em economia, Felippe Serigati, trouxe um panorama sobre economias emergentes, com destaque para o Brasil.  “O ‘meteoro que caiu no aquário balançou’, em proporção diferente, todo o mundo. Religamos, aprendemos a lidar com a pandemia, recebemos estímulos, mas tudo isso com obstáculos, inflação é uma deles”.

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O professor doutor em economia e engenheiro agrônomo, Alexandre Mendonça de Barros, falou sobre perspectivas dos mercados de grãos e proteínas para 2022, reforçando a importância de alerta em relação à hiperinflação histórica no país. “Estamos em um ponto de virada. O que vimos não irá se repetir nos próximos anos e precisamos ser cautelosos com a euforia. Na minha leitura, viveremos nesta safra o melhor momento, principalmente na soja. Temos clima e o ‘cheiro’ de uma excelente temporada”. 

Participaram do evento o diretor-tesoureiro do Sistema Famasul, Frederico Stella; o superintendente do Senar/MS, Lucas Galvan; presidente da OCB/MS, Celso Regis; o chefe-geral da Embrapa Gado de Corte, Antônio Rosa; chefe-geral da Embrapa Agropecuária Oeste, Harley Nonato de Oliveira; pesquisador Fernando Rodrigues Teixeira Dias, da Embrapa Pantanal, o presidente do MNP, Rafael Gratão; além de presidentes e representantes dos sindicatos rurais do estado.

Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Ellen Albuquerque

Fonte: CNA Brasil

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Sétima edição da Feira Natural do Campo traz artesanato

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Roupas em crochê e peças de decoração feitas em palha de babaçu. Essas foram as novidades para quem compareceu na edição da Feira Natural do Campo, desta quarta-feira (01.12).

Juscimeire Maria de Arruda, artesã de Cuiabá, trouxe conjuntos, croppeds, coletes, mochilas e bolsas em crochê. Ela que tinha o crochê como hobby, o tornou profissão após ficar desempregada na pandemia. A Feira foi uma oportunidade de mostrar o seu trabalho.

“Minha filha me inscreveu e eu aceitei vir e mostrar os meus produtos”, afirma.

Vindo de Nossa Senhora do Livramento, Juliano Pinto Moura, trouxe artesanatos feitos em palha de babaçu. “Comecei a produzir em 2010, depois de aprender sozinho”. Juliano, que já é experiente em feiras na sua cidade, afirma que essa é a primeira vez que expõe seus produtos em um shopping. “É a primeira vez que eu venho e estou achando bom”.

Rita de Cássia, do Distrito de Aguaçu, expôs na Feira pela quarta vez, mas nessa semana também trouxe uma novidade: o feijão de corda. “Hoje uma cliente levou cinco pacotes porque lembra a infância dela e fazia muito tempo que não encontrava para comprar. É gratificante ajudar a relembrar essa memória”.

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Primeira vez – Esta edição foi a primeira da produtora rural Jucilene Moraes, do Distrito de Aguaçu. Ela trouxe variedades de alface, couve, jiló, maxixe, dentre e outros produtos. ” Sempre tive contato com o campo e agora vivo apenas dele. A Feira é uma oportunidade de nos tornar conhecidos”.

A Feira realizará a sua última edição de 2021 na próxima quarta-feira (08.12), feriado municipal. O evento ocorrerá das 17h às 21h, no estacionamento do Shopping Estação Cuiabá.

Fonte: CNA Brasil

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