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‘Estado precisa de reformas corajosas, profundas e bem calibradas’, diz presidente da CNA

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Brasília (06/04/2022) – O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, João Martins, defendeu durante a abertura do Jornada CNA – Eleições 2022, na quarta (6), reformas “corajosas, profundas e bem calibradas” que contribuam para reduzir o custo do Estado e para melhorar a situação fiscal do país.

Os debates na quarta (6) abordaram as reformas tributária, administrativa e política e foram os primeiros de uma série que a Confederação irá promover para discutir temas fundamentais para o país com a participação de especialistas, políticos, lideranças e autoridades.

A partir dos encontros, a CNA irá formular as propostas do setor produtivo para apresentar aos candidatos à presidência da República e a parlamentares.

Na avaliação de João Martins, o país tem potencialidades enormes que, se bem administradas, permitirão oferecer à população um grande futuro. O Brasil, avaliou, tem condições de ser uma potência catalisadora de desenvolvimento e transformação social, não só para os brasileiros.

João Martins citou uma série de dados para exemplificar a questão fiscal e das contas públicas no país nos últimos anos.

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“A carga tributária brasileira, além de elevada para um país em desenvolvimento, é administrativamente dispendiosa para os contribuintes. Precisamos simplificar, melhorar a forma de arrecadar impostos no Brasil. É preciso enfrentar os desafios que surgem com o processo de digitalização da economia”, afirmou o presidente da CNA.

Ainda de acordo com o presidente da CNA, grande parte dos estados enfrenta o desafio de construir e gerir um modelo tributário e administrativo eficiente e sustentável. Neste cenário, ele afirmou que a reforma administrativa tem potencial para reduzir os gastos do estado e melhorar a entrega de serviços públicos à população.

Segundo ele, a reforma administrativa pode proporcionar maior capacidade de investimento do Estado em áreas como educação, saúde e segurança. “As reformas do sistema tributário nacional e da administração pública do Estado são uma tarefa que nossa democracia precisa levar adiante”, reforçou.

Sobre a reforma política, Martins destacou que a democracia é responsável pela legitimação das mudanças constitucionais e legais necessárias à consolidação das reformas.

“Repensar e reconstruir várias estruturas do Estado constitui grande e urgente desafio para a nossa democracia. Nós, do setor produtivo, estamos cientes dos desafios e atuando para contribuir com a construção de uma nova maneira de administrar o Brasil para os brasileiros”, concluiu o presidente da CNA.

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Fonte: CNA Brasil

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Agricultores iniciam colheita de pluma de algodão em Mato Grosso

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Os agricultores começaram a colher algodão em pluma, uma das culturas cultivadas em Mato Grosso. Nesta safra, a área plantada aumentou para 1,18 milhão de hectares e, em 2021, foram plantados 960 mil hectares.

A produção deve ser de 278 arrobas de algodão em caroço por hectare, apenas um arroba a mais em relação à temporada do último ano.

No entanto, como a área é grande, o volume de algodão colhido deve crescer e ficar próximo de 5 milhões de toneladas, cerca de um milhão a mais que no ano passado.

Na primeira safra, plantada em dezembro, os resultados são bons, enquanto a segunda safra, plantada em janeiro logo após a colheita da soja, não teve o mesmo efeito. O algodão foi cultivado durante o que foi considerado uma boa estação, mas o clima não colaborou com os produtores.

Em uma fazenda em Novo São Joaquim, a 487 quilômetros de Cuiabá, o resultado foi diferente nesta temporada. Segundo o gerente local, Jackson Ferreira, o algodão colhido ocupa 3.000 hectares, 15% a mais que na safra passada.

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No início do ciclo, o clima afetou o crescimento da safra e a taxa média de produção foi de 5% em relação ao ano anterior.

“No ano passado choveu muito durante a janela de plantio e não executamos dentro do ideal. Já neste ano a chuva foi muito boa e conseguimos plantar dentro da janela. Durante o ciclo da cultura a chuva foi bem distribuída, mas a safrinha recebeu bem menos volume. Isso vai afetar um pouco na produtividade do algodão. Esperávamos colher 250 arrobas, mas vai chegar no máximo 230 arrobas”, disse Jackson.

Em uma fazenda em Campo Verde, a 139 quilômetros de Cuiabá, a colheita já começou. Segundo o agricultor Rodolfo Bertani Lopes da Costa, foram plantados mais de 1.500 hectares, sendo 580 em dezembro e o restante no mês seguinte.

“Esse ano choveu antes. Eu terminei o plantio do algodão safrinha em 20 de janeiro. Então foi dentro da janela e, com o preço do algodão, resolvemos aumentar as áreas de sarfinha. Só que tivemos um corte de chuva antecipado e isso ocasionou perda e a perspectiva de produção foi reduzida. A gente esperava produzir 120 arrobas de pluma e agora a produção vai ser por volta de 80 arrobas de pluma por hectare. Este ano estamos trabalhando com 40% de algodão safra e 60% de safrinha”, concluiu.

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Fonte: Agroplus.tv  

Fonte: AgroPlus

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