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Ex-aluna do SENAR MINAS vira artesã e multiplica conhecimento

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Em 2004, Márcia Alves Araújo participou dos cursos de Confecção de Vestuário e Pintura em Tecido, oferecidos pelo Sindicato dos Produtores Rurais de Lajinha, em parceria com o Sistema FAEMG/SENAR/INAES. Os treinamentos despertaram nela a vontade de ampliar a renda com a venda de panos de prato e fraldas personalizadas. E, com o tempo, a qualidade do seu trabalho a levou além: hoje, ela treina mulheres do município.

As encomendas chegaram a Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, e os produtos também são comercializados de porta em porta em Lajinha. Os preços variam de R$ 20 a R$ 45. O ofício, que serviu primeiro como complemento da renda familiar, tornou-se fundamental quando a artesã ficou viúva. Márcia contou que o artesanato a ajudou a ocupar a mente e a cuidar financeiramente dos filhos pequenos. 

Ex-aluna do SENAR MINAS vira artesã e multiplica conhecimento

Conhecida pela qualidade do trabalho, Márcia foi convidada pela Emater e pela Prefeitura para ministrar aulas de pintura em tecido em 2005 e 2006. A partir de 2007, continuou compartilhando o conhecimento que adquiriu com o SENAR MINAS. Atualmente, ela se dedica a aulas particulares e a oficinas de pintura em tecido no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), onde as atividades estão suspensas devido à pandemia.

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Os 16 anos de experiência como artesã garantiram uma clientela fiel. E, na carreira de 15 anos como professora, Márcia já treinou cerca de 70 mulheres. Ela compartilha técnicas e paixão pelo artesanato a cada aula.

“Aprendi um pouco de costura com a minha mãe e me aperfeiçoei com o curso. Eu não sabia nada sobre pintura em tecido e, por isso, eu me encantava a cada peça terminada. Sou muito grata por ter participado dos cursos do SENAR. Com eles, descobri uma forma de ganhar dinheiro e encontrei uma profissão. Hoje, tenho a honra e o prazer de repassar o que aprendi. O SENAR é uma benção. Todos devem conhecer e aproveitar tudo o que ele nos oferece.” –  Márcia Alves Araújo, artesã e professora

Ex-aluna do SENAR MINAS vira artesã e multiplica conhecimento
Márcia e alunas, em foto de antes da pandemia

“Sou de Mutum e fiz aulas com a Márcia na casa dela. É uma excelente professora, com muita paciência para me ensinar. O que sei hoje devo a ela. Continuo fazendo as minhas pinturas em panos de prato, jogos de cozinha e jogos de toalha e vendo na região. A pintura tornou-se uma renda extra, e amo o que faço.” – Priscila de Souza Araújo, ex-aluna de Márcia

“Fiz o curso com a Márcia em 2012 e, a partir de então, tomei gosto pelo artesanato. Atualmente, trabalho com a pintura em fraldas.” – Mariana Rodrigues, ex-aluna de Márcia

“É gratificante ver produtores e trabalhadores inovando e buscando conhecimento para melhorar a qualidade de vida e a qualidade dos produtos. Apesar da economia do município ser voltada para o cultivo do café, temos exemplos de sucesso em outros treinamentos.” – Micheline Almeida, mobilizadora do Sindicato dos Produtores Rurais de Lajinha

Fonte: CNA Brasil

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CNA debate escassez de milho para a produção agropecuária

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Brasília (21/06/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na segunda (21), de uma audiência pública para debater a escassez de milho para a produção agropecuária.

A discussão foi promovida pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, por meio de requerimento da deputada federal Soraya Manato (PSL/ES), e reuniu representantes do setor e do Governo.

O diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, ressaltou a gravidade da menor oferta do cereal para atender as cadeias de bovinos, aves e suínos.

Em relação ao cenário atual, ele destacou pontos como quebra de, aproximadamente, 6% da produção da 2ª safra, estoques menores, aumento de 5,1% no consumo doméstico, contratos de exportação a serem cumpridos, aumento da necessidade de importação e competição entre soja e milho 1ª safra no sul do Brasil na safra 2021/2022.

“A CNA tem uma visão global sobre a agropecuária brasileira e temos buscado alternativas para a redução dos custos dos pecuaristas e fomento à produção desse importante cereal”, afirmou Lucchi.

Segundo Lucchi, os preços já estão em valores recordes e a sinalização é de uma média superior a R$ 85/saca para o segundo semestre, conforme a B3, mantendo o cenário complicado para os produtores. As importações do cereal, principalmente do Paraguai, seguem crescendo neste ano, mas a recente liberação da importação de milho transgênico poderá conter o preço da saca e evitar especulações nos próximos meses.

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Entre as propostas apresentadas pela CNA para a diminuição dos custos estão a redução a zero das alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre rações e suplementos destinados à produção animal, isenção da cobrança do Adicional do Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) incidente sobre insumos destinados à ração animal e sobre fertilizantes, além da recomposição dos estoques de milho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a fim de que possam ser utilizados no Programa de Venda em Balcão.

Para estimular o plantio do cereal em importantes regiões consumidoras, a Confederação sugere subvencionar as opções de venda do milho, com o intuito de assegurar menor volatilidade de preços aos agricultores. Além disso, é importante manter o percentual de subvenção diferenciado para o seguro faturamento, incentivar as seguradoras a desenvolver e melhorar produtos de seguro por talhão e aumentar o nível de subvenção do milho 1ª safra de 20% e 25% para 35%.

“Precisamos ter algo estruturante e uma oferta de acordo com o crescimento da nossa agropecuária. Sabemos que o momento é turbulento, mas existem ações paliativas que podem ser tomadas até que cheguemos a uma nova safra”, disse o diretor técnico da CNA.

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A audiência também contou com a participação do diretor executivo da Associação de Avicultores do Espírito Santo (Aves), Nélio Hand; do superintendente do Ministério da Agricultura no Espírito Santo, Aureliano Costa; do diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Silvio Farnese; do superintendente de Abastecimento Social da Conab, Diracy Betânea Lacerda; do superintendente Regional do Espírito Santo da Conab/ES, Kerley Mesquita de Souza; do presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin; e do presidente Institucional da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Cesário Ramalho.

Assessoria de Comunicação CNA
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Fonte: CNA Brasil

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