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IGC eleva em 8 milhões de toneladas estimativa de safra global 2022/2023 de grãos

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Nesta quinta-feira (22), o Conselho Internacional de Grãos (IGC) elevou em 8 milhões de toneladas sua projeção para a produção global de grãos na temporada 2022/2023, passando de 2,248 bilhões estimados em agosto para 2,256 bilhões de toneladas. Segundo o conselho, a previsão leva em consideração os aumentos de produção de trigo e cevada.

Se confirmado, o total estimado será 1,53% menor do que o projetado para a temporada 2021/2022, de 2,291 bilhões de toneladas. 

Em relação ao consumo mundial de grãos, a estimativa foi mantida em  2,274 bilhões de toneladas. A previsão para os estoques foi elevada de 577 milhões para 587 milhões. 

Para a soja em 2022/2023, o IGC reduziu a estimativa de produção em 2 milhões de toneladas, passando de 389 milhões de toneladas estimadas em agosto para 387 milhões de toneladas no relatório atual. Já a projeção de consumo da oleaginosa ficou recuou levemente em relação a agosto, sendo estimada em 378 milhões de toneladas. A projeção de estoques foi elevada para 53 milhões de toneladas, 1 milhão de toneladas a mais do que o estimado em agosto. 

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No caso do milho, o conselho reduziu a estimativa de produção em 11 milhões de toneladas, passando para 1,168 bilhão de toneladas em 2022/23. O consumo do grão caiu de 1,197 bilhão de toneladas para 1,191 bilhão de toneladas. Os estoques passaram de 265 milhões de toneladas para 262 milhões de toneladas.

Já para o trigo, na temporada 2022/2023, o IGC elevou a produção em 14 milhões de toneladas, passando para 792 milhões de toneladas. A estimativa de consumo aumentou de 783 milhões de toneladas para 785 milhões de toneladas. Para os estoques, a perspectiva sofreu alta passando de 275 milhões para 286 milhões de toneladas

Para a safra 2021/2022, o conselho manteve a sua previsão de produção global de grãos em 2,291 bilhões de toneladas em setembro. Em relação ao consumo mundial de grãos, a entidade registrou queda. A previsão passou de 2,291 bilhões de toneladas para 2,289 bilhões de toneladas. Para os estoques finais  a projeção foi elevada de 603 milhões de toneladas para 606 milhões de toneladas. 

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Fonte: AgroPlus

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Novo regulamento técnico de identidade e qualidade da carne moída é aprovado

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Entra em vigor a partir de 1º de novembro de 2022 a Portaria nº 664 que aprova o regulamento técnico de Identidade e Qualidade (RTIQ) de carne moída. A norma vale para  estabelecimentos e indústrias produtores de carne moída que sejam registrados junto ao Serviço de Inspeção Federal (SIF) e ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA).

O novo regulamento tem como objetivo assegurar a inocuidade e segurança dos produtos, bem como transparência aos consumidores. Segundo a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lúcia Viana, as atualizações ocorrem diante da modernização dos processos produtivos e dos procedimentos industriais. 

De acordo com o novo regulamento, após a moagem, a carne moída deverá ser imediatamente embalada, com cada pacote do produto pesando no máximo 1 quilo. Não é permitida a obtenção de carne moída a partir de moagem de carnes oriundas da raspagem de ossos ou obtidas de quaisquer outros processos de separação mecânica dos ossos.

Além disso, a carne obtida das massas musculares esqueléticas é ingrediente obrigatório na fabricação de carne moída. Já a porcentagem máxima de gordura do produto deverá ser informada no painel principal, próximo à denominação de venda.

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Outra regra atualizada é que a matéria-prima para fabricação do produto deve ser exclusivamente carne, submetida a processamento prévio de resfriamento ou congelamento. É proibida a utilização de carne industrial para a fabricação de carne moída e a obtenção de carne moída a partir de moagem de miúdos.

A carne moída resfriada deverá ser mantida entre 0°C e 4°C e a carne moída congelada à temperatura máxima de -12°C. O produto não poderá sair do equipamento de moagem com temperatura superior a 7°C e deve ser submetido imediatamente ao resfriamento ou ao congelamento rápido.

Fonte: AgroPlus

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