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Lançada 9ª Campanha de Prevenção e Combate a Incêndios em MS

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“Levar conhecimento, capacitação, é fundamental para se criar uma consciência permanente e evitar as consequências das queimadas, preservando a saúde, segurança, meio ambiente e a economia de Mato Grosso do Sul”. A afirmação é do diretor-tesoureiro do Sistema Famasul, Marcelo Bertoni, durante o lançamento da 9ª Campanha de Prevenção e Combate a Incêndios, realizada pela Reflore/MS e parceiros por meio de live, nesta quinta-feira (08).

“Destacamos aqui o papel do produtor rural. Ele é o primeiro a chegar ao foco do incêndio; é quem geralmente toma as providências iniciais e comunica o evento às entidades responsáveis, preparadas para atuação. Sabendo da necessidade desse olhar para o campo, a Famasul e o Senar/MS levam capacitação constante aos trabalhadores rurais e profissionais que atuam no setor”, complementou Bertoni.

O presidente da Reflore/MS, Moacir Reis, ressaltou a importância das parcerias para o sucesso da campanha no estado e para mitigar os impactos das queimadas. “O momento atual não nos permitiu fazer ações físicas de panfletagem, por exemplo, mas a iniciativa ganhou novo formato, mantendo o mesmo intuito de outras edições. Não tivemos perdas humanas, mas a nossa preocupação com a questão ambiental e social é contínua. Criamos relacionamento e mostramos a importância do assunto em todos os segmentos”.

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Durante a live, o secretário da Semagro, Jaime Verruck, falou da alocação de recursos e do apoio do governo para reforçar as estruturas no estado. “Para que haja uma resposta mais rápida e próxima das áreas mais atingidas foram criadas bases de informação nos municípios de Ribas do Rio Pardo e Água Clara. Em breve será lançada a campanha ‘Pantanal Sem Chamas’ com trabalho direcionado ao bioma. Também estamos atuando intensamente junto à Famasul e os Sindicatos Rurais, considerando que o produtor é o primeiro a comunicar e agilizar as ações de combate”, disse.

A 9ª edição da Campanha tem como tema ‘Fogo Zero’ soma esforços com diferentes instituições parceiras para capacitar e levar informações à sociedade sobre as perdas e os danos provocados pelos focos.

Participaram do evento o comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar de MS, coronel Hugo Djan; coordenador estadual da Defesa Civil, tenente coronel Fábio Catarinelli, e o analista ambiental do Ibama, Alexandre Pereira.

De acordo com o Ibama, em 2020, MS registrou 12.080 focos de incêndio, aumento de de 8% em relação a 2019, quando foram registrados 11.653 focos. Na Costa Leste, onde o setor de base florestal está fortemente presente, ano passado foram registrados 1.050 focos de incêndios.

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A live na íntegra está disponível aqui. 

Fonte: CNA Brasil

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Faeal e Senar AL contribuem na elaboração de cartilha sobre barragem subterrânea

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A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Alagoas (Faeal) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar Alagoas) colaboraram com a elaboração da cartilha “Barragem subterrânea: transformando vidas no semiárido brasileiro”. Iniciativa do Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), Embrapa e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o documento tem o objetivo de orientar produtores rurais e gestores públicos sobre essa solução tecnológica para o aproveitamento da água da chuva, como forma de reduzir os efeitos das irregularidades climáticas nas regiões mais secas.

O Semiárido brasileiro é caracterizado pela reduzida precipitação pluviométrica anual, concentrada em poucos meses, aliada a grandes perdas por escoamento superficial e evapotranspiração, o que limita o acesso à água para o consumo humano e de animais e para a produção agrícola. Estas características demonstram que, para as famílias conviverem com as diferenças do clima da região, é necessário que disponham de reservatórios para guardar a água da chuva para o período da estiagem.

Ciente desta necessidade, a Federação da Agricultura e Pecuária de Alagoas envolveu agentes públicos e instituições como Embrapa e Sebrae numa discussão coletiva que resultou na criação do Programa Estadual de Construção de Barragens Subterrâneas. O programa prevê a construção de 200 barragens e o Governo do Estado já destinou R$ 1,5 milhão com a estimativa de construir as primeiras 60.

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“A partir de um projeto piloto desenvolvido pelo Senar Alagoas em parceria com o Sebrae, percebemos como a barragem subterrânea é uma tecnologia barata e capaz de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do Estado. Depois, descobrimos que um estudo de mapeamento das áreas mais propícias para a construção de barragens, desenvolvido pela Embrapa, corria o risco de ser interrompido por falta de verbas federais. Foi então que provocamos as instituições e agentes públicos para que apoiassem a conclusão da pesquisa e formulassem um grande programa de construção de barragens, conduzido pelo Governo de Alagoas”, relembra o presidente da Faeal, Álvaro Almeida.

Coordenadora de Assistência Técnica e Gerencial do Senar Alagoas, Luana Torres está entre os autores da cartilha sobre barragens subterrâneas. “Este é um importante instrumento de disseminação de informações sobre esta tecnologia que, a baixo custo, contribui para o aumento ao acesso e usos múltiplos da água, a soberania e segurança alimentar e nutricional das famílias, a diversificação e integração de cultivos, tornando os agroecossistemas mais resilientes ao clima, entre outros avanços econômicos e sociais para a população do semiárido”, comenta.

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A tecnologia da barragem subterrânea está alinhada a Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS – da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas – ONU. São eles: erradicação da pobreza; fome zero e agricultura sustentável; água Potável e Saneamento; e ação contra a mudança global do clima. A cartilha produzida em Alagoas traz informações sobre o zoneamento realizado pela Embrapa, como é construído este tipo de barragem, quais os locais adequados para a sua instalação, alternativas de cultivo e que impactos traz para a vida das famílias. A elaboração do documento também contou com o apoio das universidades Federal e Estadual de Alagoas – Ufal e Uneal –, Secretaria de Estado da Agricultura, Pesca e Aquicultura (Seagri), Instituto de Inovação para o Desenvolvimento Rural Sustentável de Alagoas ( Emater/AL) e Sebrae.

Para ter acesso à cartilha, clique aqui.

Fonte: CNA Brasil

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