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Normando Corral é o novo presidente do Conselho da Agroindústria – Coagro/Fiemt

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O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Normando Corral, tomou posse na presidência do Conselho da Agroindústria (Coagro) da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) para o período de 2021/2022. O ato de posse aconteceu segunda-feira (03/05) durante a primeira reunião ordinária do conselho deste ano no formato online, em virtude das restrições provocadas pela pandemia da Covid-19.

Em 2020 o conselho foi liderado por Silvio Rangel que fez as boas-vindas ao novo presidente, juntamente com o presidente da Fiemt, Gustavo de Oliveira, e a equipe gestora e técnica da entidade.

O Coagro tem o objetivo de prestar assessoria à diretoria da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) em assuntos relacionados ao desenvolvimento e à competitividade dos diversos setores da agroindústria.

“A agroindústria é algo que podemos trabalhar em conjunto. Exemplos práticos que temos em Mato Grosso são as usinas produtoras de açúcar e etanol Coprodia, de Campo Novo do Parecis, e Barralcool, de Barra do Bugres, criadas a partir da iniciativa de produtores rurais. Cada vez mais a Famato e a Fiemt precisam andar juntas. Acredito que o Coagro é um ambiente adequado para discutirmos os caminhos que a produção e a industrialização do agro poderão seguir juntos”, afirmou Normando Corral.

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Entre as atribuições do Coagro estão: debater, realizar estudos e pesquisas nas áreas da agroindústria; propor políticas ou medidas voltadas para a melhoria da competitividade das cadeias produtivas deste setor; analisar projetos de lei ou medidas públicas que afetem os setores da agroindústria e propor ações a serem promovidas pela CNI.

O presidente da Fiemt, Gustavo de Oliveira, agradeceu o aceite de Normando Corral para liderar o Coagro e destacou a importância do conselho: “Somos campeões em quase tudo no que se refere à produção agropecuária e precisamos cada vez mais entender os próximos passos para agregar ainda mais valor às nossas cadeias. O desafio no conselho é entender qual é a agenda de competitividade no Estado e implantá-la”, disse.

O especialista em Desenvolvimento Industrial da unidade de Tecnologia e Inovação do Senai nacional, Luís Gustavo Delmont, fez uma apresentação sobre os futuros possíveis da carne e as implicações para Mato Grosso e sua cadeia de valor.

Na próxima reunião a pauta em destaque será a conectividade. Normando Corral e Gustavo de Oliveira querem estabelecer uma agenda em comum entre a Famato e a Fiemt para que a conectividade chegue em todas as áreas produtivas de Mato Grosso.

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Também participaram deste encontro: os diretores da Famato, Vilmondes Tomain, José Luiz Fidelis e Marcos da Rosa; superintendente do Imea, Daniel Latorraca; diretor executivo do AgriHub, Otávio Celidonio; Patrícia Martins, gerente executiva de Relações Sindicais Fiemt; Guilherme Nolasco, da União do Etanol de Milho; Ricardo Tomczyk, da Amaggi; Anderson K Domingos; gerente de Competitividade, Projetos e Parcerias Fiemt; Mauro Santos, superintendente Fiemt/IEL NR-MT; Daniela Romio; gestora de Comunicação da Fiemt; Pedro Maximo, coordenador do Observatório da Indústria da Fiemt; Allan Camilo, chefe de gabinete da presidência da Fiemt; José Carlos Dorte, assessor da presidência da Fiemt; Seneri Paludo, diretor do Sicredi, e Lucas Barros Honorio Silva, gerente de desenvolvimento Industrial.

Fonte: CNA Brasil

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Presidente da CNA participa do lançamento de Unidade Mista de Pesquisa e Inovação do Cacau

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Brasília (05/05/2021) – O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, participou, na quarta (5), da cerimônia virtual de lançamento da Unidade Mista de Pesquisa e Inovação (UMIPI-Cacau), que funcionará em Ilhéus (BA).

A iniciativa é uma parceria entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) para aplicar pesquisa e conhecimento tecnológico para o desenvolvimento e fortalecimento da produção de cacau no país.

Para Martins, a inauguração da unidade é um marco histórico de esperança e recuperação da lavoura cacaueira e representa um estímulo os produtores e para o país voltar a ser autossuficiente na produção de cacau.

Segundo ele, tanto a CNA quanto o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), além das federações dos principais estados produtores, podem contribuir com Embrapa, Ceplac e Ministério da Agricultura para que o país retome os altos índices produtivos do passado.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, reforçou a importância da cacauicultura não apenas na geração de emprego e renda, mas também na preservação ambiental. Ela explicou que hoje o Brasil é o quinto maior consumidor mundial e o sétimo maior produtor, mas a produção não atende à demanda do mercado interno.

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Desta forma, ressaltou, a meta é fazer com que o país volte a ser autossuficiente na produção em 2025. Na sua avaliação, a atuação conjunta de Embrapa e Ceplac, em parceria com CNA, Senar, federações, cooperativas e entidades de pesquisa vão contribuir para a retomada da atividade cacaueira.

Waldeck Araújo, diretor da Ceplac, explicou que uma das ideias é desenvolver tecnologias para criar bancos de germoplasmas com variedades que tornem o cacau mais resistente a doenças e se adapte a outras regiões do país, uma vez que a produção ocorre praticamente em dois biomas, Mata Atlântica e Amazônia, apesar de já haver produção no Cerrado e no Vale do São Francisco.

Outra proposta da parceria entre Ceplac e Embrapa é formar uma rede de pesquisa e inovação para reunir mais subsídios e recursos para aplicação de tecnologia Os dois órgãos pretendem, ainda, explorar o lado sustentável da produção cacaueira por meio de sistemas agroflorestais e fortalecer o manejo da lavoura.

Para o presidente da Embrapa, Celso Moretti, a união de forças, compartilhando o conhecimento e a infraestrutura dos dois órgãos, vai proporcionar o desenvolvimento sustentável da cultura lavoura cacaueiro. Já o secretário de Inovação e Desenvolvimento Rural do Ministério da Agricultura, Fernando Camargo, falou das peculiaridades que tornam o Brasil diferenciado na produção de cacau.

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Serão investidos R$ 4,7 milhões em pesquisa e transferência de tecnologia, mas, segundo a ministra Tereza Cristina, a ideia é buscar recursos próximos a R$ 15 milhões para ajudar a fortalecer o setor nos próximos anos. O Brasil é o sétimo produtor mundial de cacau atualmente. Pará e Bahia são os principais estados produtores.

Senar e parceiros promovem reunião de mobilização do Projeto ATeG Mais Cacau

Família capixaba produz 18 produtos diferentes a partir do cacau

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Fonte: CNA Brasil

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