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Nova plataforma trará conteúdos de FPR e PS do SENAR MINAS para a internet

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Uma novidade promete ampliar ainda mais o acesso dos produtores rurais ao conhecimento on-line. Em parceria com a empresa Hubse, o Sistema FAEMG/SENAR/INAES lançará uma plataforma on-line para abrigar conteúdos em vídeo da educação não formal – ou seja, os cursos de Formação Profissional Rural e Promoção Social.

Serão cursos em EaD, videoaulas e muito mais, como explica a gerente pedagógica Mírian Rocha. “É uma plataforma totalmente nova, na qual colocaremos todo o conteúdo da educação não formal. Ela é moderna e intuitiva, o acesso e manuseio são muito fáceis tanto para os mobilizadores e instrutores quanto para os participantes dos treinamentos”, disse.

Nova plataforma trará conteúdos de FPR e PS do SENAR MINAS para a internet

Transformação que rompe barreiras

A gerente de Formação Profissional e Promoção Social Liziana Rodrigues afirma que a forma de ensino está mudando, e o SENAR MINAS está acompanhando as mudanças. “Priorizando sempre a produtividade e o bem-estar dos produtores rurais, continuaremos com nossos cursos presenciais e gratuitos. Mas agora os produtores mineiros terão também a opção para adquirir conhecimentos com horários flexíveis e toda a qualidade metodológica do Sistema FAEMG/SENAR/INAES”, comentou.

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Para o CEO da Hubse, Júlio Giovanni Ribeiro, a experiência do aprendizado precisa evoluir e romper barreiras, alinhando qualidade do conteúdo e didática com uma plataforma de ensino agradável e robusta. “Os ambientes de ensino já estavam sendo transformados pelo avanço das tecnologias da informação, agora esse processo foi acelerado. Os ambientes presenciais continuam, mas o remoto ganhou a força e a atenção que sempre precisou ter. As instituições que entendem a força dos ambientes híbridos irão se destacar. É nisso que acreditamos e é um prazer contribuir para esse projeto tão importante”, afirma.

Apresentação ao público

“Nossa equipe trabalha constantemente para tornar o ensino-aprendizado mais dinâmico e atraente tanto nos eventos presenciais como nos eventos a distância, por isso a nova plataforma é um momento importante para o Sistema FAEMG/SENAR/INAES, que precisa ser comemorado. Pois, ao mesmo tempo que amplia o acesso do nosso público aos diversos conhecimentos da área, reforça nosso compromisso de contribuir com o desenvolvimento da população do campo”, avalia a analista pedagógica Cristiane Trigueiro.

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A nova plataforma entrará no ar a partir de 31 de maio. Para apresentar a novidade e os cursos disponíveis para inscrição, as gerências Pedagógica e de Formação Profissional e Promoção Social farão encontros virtuais com mobilizadores e com a equipe interna do SENAR, onde serão explicados os detalhes sobre essa estratégia de ensino-aprendizagem, acrescentou a analista pedagógica.

Fonte: CNA Brasil

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CNA discute autocontrole da defesa sanitária vegetal

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Brasília (28/07/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu uma live sobre o autocontrole na defesa sanitária vegetal, na quarta (28). O debate foi moderado pelo diretor técnico adjunto da CNA, Reginaldo Minaré.

Participaram do debate o presidente da Comissão de Hortaliças e Flores da Confederação, Manoel Oliveira; do diretor de Sanidade Vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Carlos Goulart; e do diretor de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Mapa, Glauco Bertoldo.

Segundo Minaré, o autocontrole nas ações de defesa agropecuária vem sendo discutido há anos no Brasil e, agora, o desafio é a construção de um marco regulatório para o tema, por meio do Projeto de Lei nº 1.293/2021.

“A proposta surge como uma alternativa de ampliar e modernizar o escopo de atuação da defesa agropecuária, garantir maior liberdade aos agentes econômicos regulados, sem oferecer qualquer prejuízo à sanidade, inocuidade, qualidade, identidade e segurança dos insumos e produtos da agropecuária”, afirmou.

O objetivo da live foi compreender a lógica do PL e esclarecer conceitualmente e operacionalmente a diferença entre autorregulação e autocontrole. Além disso, os debatedores apresentaram a visão do estado e dos produtores rurais em relação ao processo de controle, fiscalização e auditoria da defesa sanitária vegetal, dos insumos agrícolas e dos produtos de origem vegetal.

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Conforme o diretor técnico adjunto da CNA, no autocontrole o produtor não cria regras e se compromete em seguir a legislação vigente.

Carlos Goulart falou sobre as expectativas em relação ao autocontrole na defesa sanitária vegetal e os principais pontos de aprimoramento e mudança na rotina do serviço de defesa agropecuária e de fiscalização e controle dos insumos agrícolas, que deverão ocorrer com a aprovação da proposta legislativa em discussão.

“É um processo de longo prazo e que vai demandar uma profunda transformação do setor privado, saindo da lógica de fiscalização para uma lógica mais de gerenciamento de risco e auditoria”, disse.

O texto da lei prevê que o autocontrole não será aplicado compulsoriamente aos agentes da produção primária, mas não impede que, voluntariamente, eles façam a adesão ao programa de autocontrole. A proposta não trouxe a definição de agente da produção primária, conceito que será interessante ser debatido e incluído na lei pelo Parlamento para esclarecer a zona cinzenta na fronteira entre a produção primária e industrial.

O diretor de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Mapa destacou a importância dos programas de autocontrole e dos protocolos privados de produção para garantia do acesso aos mercados e aprimoramento dos processos produtivos.

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“O nosso objetivo é criar um ambiente mais seguro e com regras mais claras, onde possamos dar respostas rápidas e ter um controle ágil de todo o processo. Isso vai nos levar a outro patamar e garantir um reconhecimento internacional ainda maior dos nossos produtos”, prevê Glauco Bertoldo.

Na opinião de Manoel Oliveira, ainda existe muita expectativa e desconhecimento sobre o PL. Ao contrário daqueles que pensam que a informalidade e a insegurança poderão aumentar, ele acredita que o autocontrole vai oferecer mais segurança e credibilidade para o setor, além de trazer uma presença do estado “quase em tempo real” no processo produtivo.

“As leis não mudarão e precisarão ser cumpridas. O setor produtivo está tendo que se adequar a essa modernização de consumo da sociedade, com novas tecnologias e processos mais transparentes. O produtor tem que ver esse projeto como uma vantagem competitiva e a possibilidade de agregar valor”, declarou o presidente da Comissão de Hortaliças e Flores da CNA.

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Fonte: CNA Brasil

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