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O mundo está veloz, exigente e complexo e o momento é de quem se adapta, afirma o especialista em comunicação

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‘Antes a diferença entre o jovem e o velho estava na idade. Agora a gente se diferencia por mentalidade. O futuro é veloz, exigente e complexo e para conquistar um espaço social é preciso se adaptar as mudanças’, a afirmação é do doutor em comunicação, Dado Schneider, durante a participação na edição virtual do Encontro Jovens da Agropecuária transmitida ao vivo nesta quarta-feira (09). 

“Quando o mundo deixou de ser vertical para ser horizontal, os mais jovens, no início da carreira já deixam legado. Os saltos de avanço são muito maiores. Lá atrás aprendíamos tudo pelas mãos dos mais velhos. Com a chegada da internet, as fontes de informação se multiplicaram, outra dinâmica e agenda, tudo é mais rápido, ‘nervosas’ em termo de velocidade. É preciso entender essa mecânica para ser uma pessoa do seu tempo”, acrescenta.  

Na abertura, o presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito, destacou a importância da atitude na construção do legado. “Além de respeitar é preciso agradecer a todos que nos atencederam, que já construíram algo anteriormente. O maior motivo de orgulho desta gestão é sem dúvida alguma de uma participação mais ativa de jovens e principalmente de lideranças mulheres”.

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Para a presidente da Comissão Famasul Jovem, Roberta Maia, o empenho dos envolvidos no projeto e a confiabilidade da instituição contribuem diretamente com a evolução. “Não é por um acaso que a gente está aqui hoje. Ao longo de seis anos temos desenvolvido um trabalho de engajamento, com muitos jovens que estão contribuindo diretamente com o sistema e com o agro. Quero agradecer ao Mauricio Saito, por ter aberto as portas da instituição e estendido a mão e ter deixado esse legado para os jovens”. 

O encontro é uma realização do Senar/MS com apoio institucional da Famasul e Comissão Famasul Jovem. Acontece anualmente com o objetivo de apresentar as perspectivas para a agropecuária no estado e no Brasil, promover abertura de espaço para representação da juventude no segmento, além de incentivar a liderança, a busca por conhecimento e a atuação das atuais e futuras gerações no setor produtivo.

Respeitando as medidas de biossegurança inclusive com testagem de todos os envolvidos no encontro. Uma plateia presencial e virtual composta por integrantes da Comissão Famasul Jovem, contribuíram com o momento.

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Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Anahi Gurgel e Ellen Albuquerque

Fonte: CNA Brasil

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CNA debate escassez de milho para a produção agropecuária

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Brasília (21/06/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na segunda (21), de uma audiência pública para debater a escassez de milho para a produção agropecuária.

A discussão foi promovida pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, por meio de requerimento da deputada federal Soraya Manato (PSL/ES), e reuniu representantes do setor e do Governo.

O diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, ressaltou a gravidade da menor oferta do cereal para atender as cadeias de bovinos, aves e suínos.

Em relação ao cenário atual, ele destacou pontos como quebra de, aproximadamente, 6% da produção da 2ª safra, estoques menores, aumento de 5,1% no consumo doméstico, contratos de exportação a serem cumpridos, aumento da necessidade de importação e competição entre soja e milho 1ª safra no sul do Brasil na safra 2021/2022.

“A CNA tem uma visão global sobre a agropecuária brasileira e temos buscado alternativas para a redução dos custos dos pecuaristas e fomento à produção desse importante cereal”, afirmou Lucchi.

Segundo Lucchi, os preços já estão em valores recordes e a sinalização é de uma média superior a R$ 85/saca para o segundo semestre, conforme a B3, mantendo o cenário complicado para os produtores. As importações do cereal, principalmente do Paraguai, seguem crescendo neste ano, mas a recente liberação da importação de milho transgênico poderá conter o preço da saca e evitar especulações nos próximos meses.

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Entre as propostas apresentadas pela CNA para a diminuição dos custos estão a redução a zero das alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre rações e suplementos destinados à produção animal, isenção da cobrança do Adicional do Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) incidente sobre insumos destinados à ração animal e sobre fertilizantes, além da recomposição dos estoques de milho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a fim de que possam ser utilizados no Programa de Venda em Balcão.

Para estimular o plantio do cereal em importantes regiões consumidoras, a Confederação sugere subvencionar as opções de venda do milho, com o intuito de assegurar menor volatilidade de preços aos agricultores. Além disso, é importante manter o percentual de subvenção diferenciado para o seguro faturamento, incentivar as seguradoras a desenvolver e melhorar produtos de seguro por talhão e aumentar o nível de subvenção do milho 1ª safra de 20% e 25% para 35%.

“Precisamos ter algo estruturante e uma oferta de acordo com o crescimento da nossa agropecuária. Sabemos que o momento é turbulento, mas existem ações paliativas que podem ser tomadas até que cheguemos a uma nova safra”, disse o diretor técnico da CNA.

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A audiência também contou com a participação do diretor executivo da Associação de Avicultores do Espírito Santo (Aves), Nélio Hand; do superintendente do Ministério da Agricultura no Espírito Santo, Aureliano Costa; do diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Silvio Farnese; do superintendente de Abastecimento Social da Conab, Diracy Betânea Lacerda; do superintendente Regional do Espírito Santo da Conab/ES, Kerley Mesquita de Souza; do presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin; e do presidente Institucional da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Cesário Ramalho.

Assessoria de Comunicação CNA
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Fonte: CNA Brasil

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