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Parcerias ampliam conscientização de produtores na prevenção de incêndios florestais

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Ações educativas, realizadas entre Famasul, Reflore, Corpo de Bombeiros, Governo do Estado e produtores, estão construindo nova cultura no campo.

Um resultado de longo prazo, e de grande poder transformador. Assim são as diversas ações educativas desenvolvidas em parceria com entidades representativas de Mato Grosso do Sul, com o objetivo de conscientizar produtores na prevenção de incêndios florestais. A percepção das mudanças no campo é do produtor rural, empresário, presidente da Reflore/MS, Moacir Reis. Confira no depoimento do #TransformandoVidas desta semana.

“Há muito tempo, o fogo era usado como uma técnica agropecuária dentro das propriedades. Hoje, isso está mudando, pois existe um trabalho sendo feito com os produtores, principalmente mostrando os benefícios das florestas, das pastagens, de todas as culturas. Sem os incêndios, ganha o solo, o meio ambiente, os animais, e a questão socioeconômica”, comentou Moacir.

Ele ressalta que os resultados positivos nas propriedades são fruto de diversas ações, como a 9ª Campanha Anual de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais, realizada em parceria entre Reflore, Sistema Famasul, Governo de MS, Corpo de Bombeiros, Ibama, entre outros. Outro parceiro é o Senar/MS, que oferece capacitações gratuitas sobre o tema, voltadas aos municípios da base florestal do estado.

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“O Senar, em conjunto com o Corpo de Bombeiros, oferece curso gratuito, e nós da Reflore, sempre acompanhamos de perto. São treinamentos específicos para produtores rurais, ofertados por meio de sindicatos rurais, e também capacitação direcionada às empresas do setor. Existem parcerias público-privadas sendo realizadas, e esperamos que nos próximos anos elas só aumentem”.

Com um trabalho constante, mesmo em longo prazo, Moacir acredita que a cultura do produtor rural sul-mato-grossense está mudando.

“É muito importante conscientizar o produtor, e essas parcerias são fundamentais para o setor agropecuário, pois geram cada dia mais integração. Nosso objetivo é diversificar os públicos, como por exemplo, chegar nas escolas, nos professores, nas crianças e suas famílias. Estamos falando de uma transformação de cultura, de uma transformação de vidas”, finaliza.

Transformando Vidas – Toda sexta-feira, o Sistema Famasul divulga uma reportagem sobre a atuação do Senar/MS e as suas transformações no campo. Confira outras histórias de sucesso no canal no YouTube, e reportagens sobre Incêndios Florestais em ‘Mercado Agropecuário’ e ‘Educação no Campo’.

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Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Leandro Abreu

Fonte: CNA Brasil

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CNA levanta custos da pecuária de leite no Paraná

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Brasília (18/06/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou nesta semana três painéis do Projeto Campo Futuro para levantar os custos de produção da pecuária de leite no Paraná.

Os encontros virtuais contaram com o apoio de pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e a participação de produtores rurais e representantes de sindicatos dos municípios de Castro, Cascavel e Toledo.

De acordo com o assessor técnico da CNA, Guilherme Dias, resultados preliminares revelaram que, de maneira geral, o concentrado é o principal item dos custos de produção, representando cerca de 40% do Custo Operacional Efetivo (COE) da atividade leiteira.

Toledo – O levantamento de custo em Toledo foi realizado na sexta (18). No município, predomina a produção em pequenas propriedades, de 25 hectares, com produção diária de 700 litros de leite de uma ordenha de 41 animais. Segundo Dias, a mão de obra é predominantemente familiar e o sistema de produção é semiconfinado.

“A alimentação do rebanho foi o item que mais pesou no bolso do produtor, com a ração concentrada comprometendo cerca de 43% da receita da atividade”, explicou.

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Cascavel – Os produtores de Cascavel participaram do levantamento de custo na quinta (17). Durante o painel, foi relatada a evasão da atividade por parte dos produtores com dificuldades de escala, em função dos elevados custos de produção.

O rebanho desses pecuaristas está sendo absorvido por produtores que têm investido na produção e possuem rebanho médio em torno de 70 vacas em lactação em propriedade modal de 50 hectares.

“Os produtores informaram que nos últimos anos também tem havido a migração do sistema produtivo semiconfinado para o sistema de compost barn. Entretanto, esses investimentos não se traduziram em maiores rentabilidades em razão das adversidades climáticas”, disse o assessor.

Castro – O painel realizado na quarta (16) apontou que a alta tecnologia está presente na maior parte das propriedades de Castro. A produção diária fica em torno de 5.500 litros, com cada animal, dos mais de 180 em lactação, produzindo 30 litros de leite por dia.

“Comparando ao painel realizado em 2017, percebemos que a inflação dos preços ao homem do campo culminou em aumento de cerca de 50% no valor imobilizado na propriedade leiteira. Nas fazendas da região os custos com alimentação giraram em torno de 58,4% do COE”.

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Panorama – Segundo o assessor técnico da CNA, o valor recebido pelo leite cobriu os desembolsos dos produtores em todas as regiões pesquisadas. Contudo, as margens da atividade seguem apertadas.

“Ao calcular a margem líquida, surge a preocupação quanto à capacidade de manutenção da atividade no médio prazo. Com relação aos custos totais, nenhum dos sistemas produtivos foi capaz de suplantar tais custos”, destacou.

Assessoria de Comunicação CNA
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Fonte: CNA Brasil

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