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Participantes do CNA Jovem seguem na jornada de liderança do agro

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Brasília (06/05/2021) – A experiência do primeiro encontro da etapa nacional do CNA Jovem 2021, realizado no último fim de semana, empolgou os 80 jovens que tiveram a oportunidade de estar em contato virtual com líderes renomados, como o professor e filósofo Leandro Karnal, que bateu um papo com os participantes sobre liderança humana.

E foi apenas o primeiro dos quatro encontros virtuais que acontecem nesse ano. O segundo será nos dias 19 e 20 de junho. Mas os jovens já se preparam para as próximas jornadas, cheios de ideias, expectativas e o sonho de se tornarem lideranças no setor que mais cresce no país.

A ponte para alcançar este objetivo é o CNA Jovem, um programa do Sistema CNA/Senar voltado para o desenvolvimento de novos líderes e pelo qual já passaram mais de 4,9 mil jovens de todo o país desde 2014, em busca de aprendizado para contribuir para o desenvolvimento da atividade agropecuária em suas regiões.

A coordenadora do CNA Jovem, Fernanda Nonato
A coordenadora do CNA Jovem, Fernanda Nonato

A coordenadora do CNA Jovem, Fernanda Nonato, reforça que a jornada de liderança está em elaboração. Ao final do programa, as melhores iniciativas são reconhecidas.

“A partir de agora existem duas linhas pelas quais a jornada se intensifica: o desenvolvimento contínuo da liderança individual e dentro das equipes; e a trilha da inovação para chegar a soluções criativas e relevantes para os desafios priorizados. Por isso, este início precisa ser muito motivador, afinal a jornada é árdua e robusta”.

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Caio Vasconcelos, do grupo MobilizeS, da área sindical
Caio Vasconcelos, do grupo MobilizeS, da área sindical

O zootecnista Caio Vasconcelos, do estado do Ceará, é um dos 80 participantes que chegaram à etapa nacional dessa quarta edição, que teve início em junho de 2020 com a inscrição de mais de 3.700 pessoas.

“Foram dias de intenso aprendizado e desenvolvimento humano, em que tivemos a oportunidade de aprofundar a visão de liderança que irá nortear e equilibrar nossa perspectiva frente aos nossos desafios que estão sendo propostos ao programa”.

Antônia Vanderlane integra o grupo Geração Agro Política da área política
Antônia Vanderlane integra o grupo Geração Agro Política da área política

Outra finalista, a engenheira agrônoma Antônia Vanderlane da Costa, representa o Pará, mais precisamente a região de Capitão Poço. “É uma enorme satisfação estar neste programa e sem dúvida o aprendizado adquirido ao longo de toda a jornada foi o mais importante”.

A dinâmica das atividades do CNA Jovem valoriza a diversidade e interação entre os participantes. Esse é um dos pontos destacados pelo agrônomo José Roberto Correia, de Joinville (SC).

José Roberto Correia faz parte do grupo é Sintonia da área focal política
José Roberto Correia faz parte do grupo é Sintonia da área focal política

“Estou tendo a oportunidade de conhecer outras culturas através da interação com jovens do Acre, Bahia Ceará, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Essa união vai nos ajudar a elaborar boas iniciativas de políticas públicas no campo”.

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O cafeicultor e professor de Filosofia, Fernando Acácio, de Iúna (ES), destaca o desenvolvimento de habilidades de liderança e competências em favor do agro.

Fernando Acácio, de Iúna (ES),  integra um grupo da área educacional
Fernando Acácio, de Iúna (ES), integra um grupo da área educacional

“Na área educacional temos o objetivo de transformar a rede CNA Jovem em propulsora no uso de bioinsumos no campo. A programação do primeiro encontro foi uma experiência riquíssima para aprender um pouco mais sobre a temática e ao mesmo tempo focar nesse desafio”.

A jovem Jessica Tavares, de Goiás, integra o grupo 8, da área política
A jovem Jessica Tavares, de Goiás, integra o grupo 8, da área política

“Acredito muita na relevância da juventude frente aos desafios do setor. A atmosfera de integração e aprendizado é enriquecedora. Estou muito feliz em fazer parte de tudo isso”, destacou a jovem Jessica Tavares, de Goiás, integra o grupo 8, da área política

Se você tem entre 22 e 30 anos e ficou interessado em conhecer um pouco mais sobre o programa, acesse: cnajovem.org.br

Assessoria de Comunicação CNA

Fotos: Wenderson Araujo

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Fonte: CNA Brasil

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CNA levanta custos da pecuária de leite no Paraná

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Brasília (18/06/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou nesta semana três painéis do Projeto Campo Futuro para levantar os custos de produção da pecuária de leite no Paraná.

Os encontros virtuais contaram com o apoio de pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e a participação de produtores rurais e representantes de sindicatos dos municípios de Castro, Cascavel e Toledo.

De acordo com o assessor técnico da CNA, Guilherme Dias, resultados preliminares revelaram que, de maneira geral, o concentrado é o principal item dos custos de produção, representando cerca de 40% do Custo Operacional Efetivo (COE) da atividade leiteira.

Toledo – O levantamento de custo em Toledo foi realizado na sexta (18). No município, predomina a produção em pequenas propriedades, de 25 hectares, com produção diária de 700 litros de leite de uma ordenha de 41 animais. Segundo Dias, a mão de obra é predominantemente familiar e o sistema de produção é semiconfinado.

“A alimentação do rebanho foi o item que mais pesou no bolso do produtor, com a ração concentrada comprometendo cerca de 43% da receita da atividade”, explicou.

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Cascavel – Os produtores de Cascavel participaram do levantamento de custo na quinta (17). Durante o painel, foi relatada a evasão da atividade por parte dos produtores com dificuldades de escala, em função dos elevados custos de produção.

O rebanho desses pecuaristas está sendo absorvido por produtores que têm investido na produção e possuem rebanho médio em torno de 70 vacas em lactação em propriedade modal de 50 hectares.

“Os produtores informaram que nos últimos anos também tem havido a migração do sistema produtivo semiconfinado para o sistema de compost barn. Entretanto, esses investimentos não se traduziram em maiores rentabilidades em razão das adversidades climáticas”, disse o assessor.

Castro – O painel realizado na quarta (16) apontou que a alta tecnologia está presente na maior parte das propriedades de Castro. A produção diária fica em torno de 5.500 litros, com cada animal, dos mais de 180 em lactação, produzindo 30 litros de leite por dia.

“Comparando ao painel realizado em 2017, percebemos que a inflação dos preços ao homem do campo culminou em aumento de cerca de 50% no valor imobilizado na propriedade leiteira. Nas fazendas da região os custos com alimentação giraram em torno de 58,4% do COE”.

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Panorama – Segundo o assessor técnico da CNA, o valor recebido pelo leite cobriu os desembolsos dos produtores em todas as regiões pesquisadas. Contudo, as margens da atividade seguem apertadas.

“Ao calcular a margem líquida, surge a preocupação quanto à capacidade de manutenção da atividade no médio prazo. Com relação aos custos totais, nenhum dos sistemas produtivos foi capaz de suplantar tais custos”, destacou.

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Fonte: CNA Brasil

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