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Pecuaristas de Rondônia têm até dia 30 deste mês para finalizarem a declaração de rebanhos para a Idaron

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A declaração é uma etapa importante para todo o Estado

O pecuarista de Rondônia que atua na produção de bovinos, bubalinos, suínos, caprinos e ovinos (animais suscetíveis à febre aftosa), além de equídeos e aves, que ainda não declarou seus rebanhos à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron) precisa agilizar a declaração considerada obrigatória com atenção ao prazo que finaliza no dia 30 deste mês, sem prorrogação.

Para que a declaração seja efetivada sem dificuldades ao produtor, a Idaron disponibilizou canais pela internet, no site da Agência (www.idaron.ro.gov.br), por e-mail, WhatsApp das Unidades Locais de Sanidade Animal e Vegetal (Ulsav’s) e pelo WhatsApp geral, disponível na página principal do site da Agência.

Pela internet, a senha usada para a emissão de ‘e-GTA’ (Guia de Trânsito Animal Online) é a mesma para fazer a declaração dos rebanhos. Quem ainda não efetivou login e senha para acesso ao sistema da Idaron, basta entrar no site da Agência, pelo computador ou celular, e cadastrar a senha. Lembrando que as Ulsav’s também já estão com o atendimento presencial normalizado, resguardando as devidas medidas sanitárias contra a covid-19.

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A declaração é uma etapa importante para que Rondônia mantenha o status internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação, com reconhecimento da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). “É de extrema importância que o produtor faça a declaração dos rebanhos, para que a Idaron mantenha atualizada o banco cadastral de dados, em cumprimento à exigência do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa). Esse é um dos compromissos que integra a política de responsabilidades compartilhadas”, destacou Julio Cesar Rocha Peres, presidente da Idaron.

Além da declaração de rebanho, serão levantadas informações de produção de leite, peixe/pescados, cacau, cupuaçu e café, com perguntas diretas e simples para que as informações referentes a essas culturas possam ser atualizadas.

Fonte: Governo RO

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Sétima edição da Feira Natural do Campo traz artesanato

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Roupas em crochê e peças de decoração feitas em palha de babaçu. Essas foram as novidades para quem compareceu na edição da Feira Natural do Campo, desta quarta-feira (01.12).

Juscimeire Maria de Arruda, artesã de Cuiabá, trouxe conjuntos, croppeds, coletes, mochilas e bolsas em crochê. Ela que tinha o crochê como hobby, o tornou profissão após ficar desempregada na pandemia. A Feira foi uma oportunidade de mostrar o seu trabalho.

“Minha filha me inscreveu e eu aceitei vir e mostrar os meus produtos”, afirma.

Vindo de Nossa Senhora do Livramento, Juliano Pinto Moura, trouxe artesanatos feitos em palha de babaçu. “Comecei a produzir em 2010, depois de aprender sozinho”. Juliano, que já é experiente em feiras na sua cidade, afirma que essa é a primeira vez que expõe seus produtos em um shopping. “É a primeira vez que eu venho e estou achando bom”.

Rita de Cássia, do Distrito de Aguaçu, expôs na Feira pela quarta vez, mas nessa semana também trouxe uma novidade: o feijão de corda. “Hoje uma cliente levou cinco pacotes porque lembra a infância dela e fazia muito tempo que não encontrava para comprar. É gratificante ajudar a relembrar essa memória”.

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Primeira vez – Esta edição foi a primeira da produtora rural Jucilene Moraes, do Distrito de Aguaçu. Ela trouxe variedades de alface, couve, jiló, maxixe, dentre e outros produtos. ” Sempre tive contato com o campo e agora vivo apenas dele. A Feira é uma oportunidade de nos tornar conhecidos”.

A Feira realizará a sua última edição de 2021 na próxima quarta-feira (08.12), feriado municipal. O evento ocorrerá das 17h às 21h, no estacionamento do Shopping Estação Cuiabá.

Fonte: CNA Brasil

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