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Poder de compra do suinocultor recua em setembro

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Frente ao mês anterior, o poder de compra do suinocultor ante ao milho e ao farelo de soja recuou nesta parcial de setembro, interrompendo o movimento de avanço que vinha sendo registrado desde o mês de março deste ano. Conforme os pesquisadores do Cepea, o cenário é resultado das valorizações do milho e do farelo de soja e dos recuos nos preços do suíno vivo no mercado independente. 

Diante disso, considerando o suíno negociado na região SP-5 e os insumos comercializados no mercado de lotes de Campinas, com a venda de um quilo do animal vivo, o suinocultor paulista pode comprar 5,02 quilos de milho, quantidade 5,5% inferior que a de agosto. Em relação ao farelo de soja, com um quilo o suinocultor consegue adquirir 2,67 quilos do insumo, apresentando uma retração mensal de 4,9%.

Fonte: AgroPlus

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Novo regulamento técnico de identidade e qualidade da carne moída é aprovado

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Entra em vigor a partir de 1º de novembro de 2022 a Portaria nº 664 que aprova o regulamento técnico de Identidade e Qualidade (RTIQ) de carne moída. A norma vale para  estabelecimentos e indústrias produtores de carne moída que sejam registrados junto ao Serviço de Inspeção Federal (SIF) e ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA).

O novo regulamento tem como objetivo assegurar a inocuidade e segurança dos produtos, bem como transparência aos consumidores. Segundo a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lúcia Viana, as atualizações ocorrem diante da modernização dos processos produtivos e dos procedimentos industriais. 

De acordo com o novo regulamento, após a moagem, a carne moída deverá ser imediatamente embalada, com cada pacote do produto pesando no máximo 1 quilo. Não é permitida a obtenção de carne moída a partir de moagem de carnes oriundas da raspagem de ossos ou obtidas de quaisquer outros processos de separação mecânica dos ossos.

Além disso, a carne obtida das massas musculares esqueléticas é ingrediente obrigatório na fabricação de carne moída. Já a porcentagem máxima de gordura do produto deverá ser informada no painel principal, próximo à denominação de venda.

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Outra regra atualizada é que a matéria-prima para fabricação do produto deve ser exclusivamente carne, submetida a processamento prévio de resfriamento ou congelamento. É proibida a utilização de carne industrial para a fabricação de carne moída e a obtenção de carne moída a partir de moagem de miúdos.

A carne moída resfriada deverá ser mantida entre 0°C e 4°C e a carne moída congelada à temperatura máxima de -12°C. O produto não poderá sair do equipamento de moagem com temperatura superior a 7°C e deve ser submetido imediatamente ao resfriamento ou ao congelamento rápido.

Fonte: AgroPlus

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