PORTO VELHO

Agronegócio

Produtor assistido pelo Senar Goiás tem menos perdas e mais lucro com plantio de girassol

Agronegócio


Goianos são encantados com girassol. De maio a junho ficam frequentes as fotografias em belas lavouras floridas. E elas estão cada vez mais fáceis de serem encontradas, tamanho crescimento da cultura no Estado. “A planta é tolerante. Mesmo que chova pouco, depois que enraizar, dificilmente se tem prejuízo por falta de água. Diferente do que acontece com o milho safrinha”, explica Augusto Batista, técnico de campo do Senar Goiás.

Esse ano, como o plantio do milho safrinha atrasou, Eduardo Alves, produtor assistido do Senar Mais Grãos no município de Vianópolis, terminou a colheita dos 67 hectares de soja e já plantou girassol. “A cultura é de fácil manejo e com muita tolerância hídrica ou seja ao período da seca. Outro fator que me ajudou foi a orientação de gestão do Senar Goiás. Com ela tenho uma visão mais ampla dos custos e isso é importante na tomada de decisões da safrinha, principalmente em qual cultura plantar”.

Outras vantagens para o cultivo do girassol, que os produtores da região de Vianópolis encontram, são o acesso a sementes e insumos via cooperativa e a compra da produção garantida por contrato. O preço pago por saca esse ano foi de R$ 140 reais, o que equivale a aproximadamente o dobro de 2020. A colheita na fazenda do Eduardo deve acontecer nos próximos 40 dias.

Leia Também:  CNA debate Plano Agrícola e Pecuário 2021/2022 em audiência na Câmara

“Na Assistência Técnica e Gerencial do Senar Goiás (ATeG), fazemos uma análise juntamente com o produtor e diante do que ele tem pra investir, damos um direcionamento. Essa decisão pelo cultivo do girassol foi muito acertada nesse cenário de falta de chuva que enfrentamos mais cedo. A expectativa é de um lucro, livre por hectare, de R$ 2 mil reais. Um excelente resultado”, detalha o técnico de campo do Senar Goiás.

Acompanhe mais informações sobre o girassol no vídeo.

Fonte: CNA Brasil

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Agronegócio

Sistema CNA/Senar participa do lançamento do Plano ABC+

Publicados

em


Brasília (18/10/2021) A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou do lançamento do Plano Nacional de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono – 2030 (ABC+) promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), na segunda (18).

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, abriu o evento e disse que a data é histórica para o setor ao lançar um novo ciclo do Plano ABC, com metas mais ambiciosas. O ABC+ é a atualização do Plano ABC, executado de 2010 a 2020, que se tornou referência mundial de política pública na promoção de tecnologias e práticas sustentáveis no setor agropecuário.

“O ABC+ vai fortalecer o Brasil rumo à sustentabilidade, estimulando a recuperação, com novas tecnologias e dando aos produtores mais opções para poderem aumentar sua resiliência, eficiência produtiva e ganhos econômicos, ambientais e sociais”, disse.

O diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Daniel Carrara, representou o presidente da CNA, João Martins, no evento, e afirmou que esse é mais um passo fundamental da agricultura de baixa emissão de carbono no País.

Cerimônia de Lançamento no Ministério da Agricultura
Cerimônia de Lançamento no Ministério da Agricultura.

“Passamos por várias fases com transferência de tecnologia, aplicação no campo e valorização do produtor que implementou essas tecnologias. Com isso percebemos que é possível sim produzir e conservar com renda. Essa é a grande virada de chave para o produtor rural que é o principal parceiro dessa empreitada”, afirmou.

Leia Também:  FRANGO/CEPEA: Competitividade da carne de frango registra 2ª queda mensal seguida

Carrara ressaltou que o produtor rural quer participar da iniciativa e tem no Ministério da Agricultura uma estrutura de apoio para isso. “Não só o Sistema CNA/Senar, mas o produtor rural está disposto a participar de mais esse avanço na agropecuária brasileira.”

O Plano ABC, na última década, ultrapassou a meta estabelecida à época, mitigando 170 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente em uma área de 52 milhões de hectares, 46,5% superior à meta.

O ABC+ focará na adaptação e mitigação, abordagem integrada da paisagem, adoção e manutenção de práticas conservacionistas, com a meta de mitigar 1 bilhão de toneladas de CO2 equivalente em 72,2 milhões de hectares até 2030.

As tecnologias da nova fase são: Recuperação de Pastagens Degradadas, Sistema Plantio Direto, Sistemas de Integração, Florestas Plantadas, Sistemas Irrigados, Bioinsumos, Manejo de Resíduos da Produção e Terminação Intensiva de Bovinos.

“A agricultura é o desafio para essa nova economia verde com neutralidade de carbono em 2050. Provavelmente ela será a solução para os nossos desafios que são absorver carbono, erradicar a pobreza e alimentar o mundo,” afirmou o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite.

Leia Também:  Nova plataforma trará conteúdos de FPR e PS do SENAR MINAS para a internet

A ministra Tereza Cristina ressaltou a importância do trabalho conjunto e disse que mais do que tornar o Brasil mais verde, é mostrar ao produtor que se ele produzir de maneira cada vez mais sustentável terá mais renda.

“Tenho certeza que essa nova meta do ABC + também será ultrapassada porque o produtor brasileiro acredita e sabe que conservar e produzir é o que nos interessa sempre daqui para frente.”

O Ministério da Agricultura vai apresentar o plano ao mundo no dia 06 de novembro, em um evento na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26) em Glasgow, na Escócia.

Para assistir ao evento de lançamento, acesse:

Assessoria de Comunicação CNA
Telefone: (61) 2109-1419
flickr.com/photos/canaldoprodutor
cnabrasil.org.br
twitter.com/SistemaCNA
facebook.com/SistemaCNA
instagram.com/SistemaCNA
facebook.com/SENARBrasil
youtube.com/agrofortebrasilforte

Fonte: CNA Brasil

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

RONDÔNIA

PORTO VELHO

POLÍTICA RO

MAIS LIDAS DA SEMANA