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Produtores de Buritirana prosperam após atendimento de ATeG e de cursos de FPR do Senar

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A Fazenda Cockalim, situada no município de Buritirana, tem sido um exemplo de desenvolvimento na região tocantina, desde que o Senar entrou na propriedade com o programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), com uma equipe formada por técnicos de campo, supervisores e coordenadores.

O casal Allen Cristine de Sousa e José Nilton Guedes, garante o nível de satisfação com o desempenho da equipe de ATeG do Senar, que elevou, sobremaneira, a produção de leite. A atuação da instituição permitiu novos investimentos na ocupação principal, incluindo melhorias na estrutura da fazenda e nas vacas leiteiras.

De acordo com o técnico de campo, Felipe Joaquim Carvalho, as principais tecnologias implantadas na propriedade pelo Senar, foram: O gerenciamento de receitas e despesas, Utilização de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), cursos e treinamentos em vários segmentos da cadeia produtiva, implantação de duas ordenhas ao dia, utilização de ordenhadeira mecânica, uso de piquetes rotacionados, uso de silagem, uso de concentrado protéico-energético e a compra coletiva de insumos com produtores vizinhos, que tem impactado substancialmente na economia da propriedade.

Carvalho revela que com a atuação do Senar na propriedade, houve aumento significativo da produção, passando de 60 litros/dia com 20 vacas, para 100 litros/dia com 16 vacas.

“Antes do Senar, a produção chegava a 21.500 litros anuais. Com a presença da ATeG do Senar, a produção de leite atingiu o total de 28.548 litros/ano. Também foi observado a percentagem de vacas em lactação, tendo sido alterado de 61% para 74% em apenas um ano”, destacou ele.

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Derivados e doces

E foi a partir desse desenvolvimento com ampliação no volume de leite produzido, que Allen Cristine vislumbrou um futuro ainda mais promissor. A situação ficou mais transparente, com o aumento da renda auferida com a comercialização do leite produzido na Fazenda. Dessa forma, ela passou a morar no local, juntamente com toda a família, gerenciando o seu negócio de perto, vivenciando a vida no campo e empreendendo com mais desenvoltura apoiada pelo Senar.

Ela conta que tem participado ativamente das capacitações ofertadas pela entidade na região, com destaque para os cursos de Manejo Sanitário, Inseminação Artificial, Irrigação, Sanidade Animal e por último, Derivados do Leite.

Este último curso, responsável pela venda significativa de produtos artesanais direto da Fazenda, feitos à base do leite, como: queijo estilizado, doce de leite, doce de goiaba e de banana. Tudo isso com marca própria registrada Fazenda Cockalim, comercializados em Buritirana e Imperatriz.

“O Senar nos trouxe conhecimento. Com o acompanhamento, mudou tudo. Passamos a morar na Fazenda e empreender a partir da nossa produção. Agora sim, temos um negócio rentável”, afirmou ela.

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Para  o coordenador regional Egon Bastos, o trabalho desenvolvido pela equipe técnica do Senar, também tem a preocupação de transformar o produtor em empreendedores rurais.

“Quando iniciamos a assistência técnica, a nossa maior preocupação é melhorar a produção e de fazer o trabalho de gerenciamento para que ele passe a ver o seu trabalho como um negócio. Além disso, capacitamos a todos os produtores envolvidos com cursos de Formação Profissional Rural (FPR)”, disse o engenheiro agrônomo responsável pela AteG na região tocantina.

Egon destaca a Fazenda Cockalim, onde a proprietária, Allen Cristine se capacitou no curso de Derivados de Leite, viu uma oportunidade de negócio, e hoje está produzindo as mais diversas variedades de queijos e outros doces consumidos na região.

“Destacamos além da produção e renda dentro da propriedade, a presença da mulher no cenário, com a valorização do seu trabalho. Este, é mais um caso de sucesso que temos na região tocantina”, afirmou o coordenador de ATeG.

Para o superintendente do Senar, Luiz Figueiredo, “é seguindo exemplos como de nossa produtora Allen Cristine, que vamos conseguir mudar o perfil de nossas propriedades rurais, tornando-as cada vez mais rentáveis e sustentáveis”.

Fonte: CNA Brasil

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‘Prêmio CNA Brasil Artesanal – Chocolate’ está com inscrições abertas até dia 28

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Brasília (23/06/2021) – O “Prêmio CNA Brasil Artesanal 2021 – Chocolate” está com inscrições abertas até a próxima segunda (28). Podem concorrer produtores e agroindústrias artesanais.

A iniciativa é uma parceria do Sistema CNA/Senar com o Centro de Inovação do Cacau (CIC) e com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e o objetivo é reconhecer os melhores chocolates artesanais do Brasil.

Para participar do concurso, 300 gramas de amostras de chocolates devem ser enviadas no formato de gotas até o dia 28 de junho, de acordo com os critérios e especificações que constam no regulamento no site  https://www.cnabrasil.org.br/eventos/premio-brasil-artesanal-2021-chocolates

Além disso, os inscritos devem estar cadastrados no Programa de Alimentos Artesanais e Tradicionais https://www.cnabrasil.org.br/artesanaisetradicionais/

O prêmio conta ainda com o apoio do Programa Compre do Pequeno, do Sebrae.

Prêmios e certificados – O produtor ou agroindústria do chocolate artesanal mais votado receberá R$ 6.000 e certificado do “Prêmio CNA Brasil Artesanal 2021 – Chocolate”. O segundo colocado receberá certificado e R$ 4.000. O terceiro, quarto e quinto colocados receberão certificados de participação e R$ 2.500, R$ 1.500 e R$ 1.000, respectivamente. Já os sexto e sétimo lugares receberão certificados de participação.

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Edição – Essa é a terceira edição do Prêmio Brasil Artesanal. Criado em 2019, a primeira edição reconheceu os cinco melhores chocolates artesanais do Brasil produzidos por mulheres.

Para outros esclarecimentos sobre o prêmio, envie e-mail para: [email protected]

Assessoria de Comunicação CNA

Foto: Wenderson Araujo

Telefone: (61) 2109-1419
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Fonte: CNA Brasil

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