PORTO VELHO

Agronegócio

Senar – Acre promove evento de apoio aos pequenos produtores rurais na Capital

Agronegócio


Em meio ao cenário pandêmico, muitos produtores rurais acreanos se viram com dificuldades para vender suas produções. Com as novas medidas de segurança, que focam principalmente em evitar aglomerações, a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) desenvolveu o projeto nacional Feira Segura, pensado para viabilizar a continuidade de feiras livres com segurança na pandemia.

Neste mês, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar – Acre) adere ao projeto com participação de pequenos produtores rurais do Polo Geraldo Fleming, em Rio Branco. A data da ação está marcada para o dia 30 deste mês, e reunirá os produtores no espaço de mercado no bairro Manoel Julião, sendo esta uma realização em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Econômico (SAFRA).

Mobilização com a comunidade do Polo Geraldo Fleming. Foto: Reprodução

Para a realização do evento, as regionais do Senar seguem um guia, criado pela CNA, que contém todas as especificações e exigências do evento, incluindo distância entre os estandes, uso de álcool, limpeza de sacolas e outras normas de segurança.

Leia Também:  Preço da carne cai para o consumidor, diz Governo

“A Regional Acreana está se integrando ainda mais às atividades a nível nacional, permitindo que os produtores tenham essa oportunidade de retomar esta atividade que antes de 2020 era tão comum. A edição da feira será realizada na modalidade convencional, viabilizando o escoamento da produção agropecuária, ao mesmo tempo seguindo todas as recomendações para evitar a disseminação do coronavírus”, destacou Ilcilene Malini, gerente técnica do Senar – AC.

Além da Feira Segura, no mês passado foram destinadas mais de mil cestas básicas para pequenos produtores rurais em nove municípios acreanos, doadas pela CNA através do presidente João Martins.

SOBRE A FEIRA SEGURA

No ano passado, foram 132 edições da Feira Segura realizadas no modelo tradicional adaptado ou drive thru, seguindo orientações para evitar o contágio por coronavírus, em 88 municípios da Bahia, Tocantins, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pará, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo e no Distrito Federal.

Juntas, estas edições atenderam 4.253 feirantes, 56 mil consumidores e movimentaram R$ 692 mil nas atividades das feiras.

Leia Também:  SOJA/CEPEA: Quedas externa e cambial limitam negócios no BR
Fonte: CNA Brasil

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Agronegócio

Cadeia produtiva do coco em Trairi, no Ceará, recebe pela primeira vez Assistência Técnica do AgroNordeste – ATeG

Publicados

em


Segundo a Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) o Ceará é o segundo estado brasileiro na produção de  coco, perdendo apenas para a Bahia, mas precisa avançar ainda mais  na parte da comercialização. Dai a importância da Assistência Técnica e Gerencial do SENAR atuando juntamente com o Sindicato Rural de Trairi, por intermédio do programa Agronordeste, criado pelo Ministério da Agricultura, que orienta e encaminha os produtores também na obtenção de crédito.  

PRODUTOR DESTACA IMPORTÂNCIA DA ATeG 
O produtor João Alves Freire, do Sitio Camurupim, um dos assistidos pelo Agronordeste – ATEG do SENAR em Trairi, destacou a importância da assistência técnica e da parceria com o Sindicato Rural, e  segundo ele,  a cultura do coco nunca tinha recebido assistência.  “Tinhamos baixa  produtividade, muita praga, desnutrição, fata de irrigação das plantas e dificuldade de comercialização, disse João Alves. Com o apoio da técnica de campo do SENAR, Silviane, depois  de um ano de trabalho e muita persistência a   gente recebeu  novas informações,  novas tecnologias e a produção que antes era de 100 frutos/ ano planta em 2020, passou para  150 plantas ano / planta em 2021. Criamos até um grupo de whatsapp entre produtores pra trocar informações inclusive sobre o preço do coco. 

Leia Também:  Confinamento expresso: econômico e útil na estratégia da fazenda

PRINCIPAIS RESULTADOS 

1. Assistência a 30 produtores da  cadeia produtiva do coco (Coco seco, coco verde e água de coco);

2. Orientação e realização de análise de solo e foliar de 20 produtores;

3. Compra coletiva de insumos: adubos químicos, e orgânico;

4. Comercialização coletiva;

5. Orientação para Acesso a crédito rural (investimento) total de 4 produtores;

6. Orientação ao Acesso de políticas públicas (governo estadual: Fundo Desenvolvimento Agricultura familiar), para projeto de energia solar (usinas via solo e telhado): 9 produtores;

7. Produção anual: 2020: 100 frutos/ ano / planta e 2021: 150 frutos/ ano/ planta;

8. Orientação para Inscrição de produtores ao programa irrigação minha propriedade – PIMP (política pública do governo estadual): 5 produtores;

9. Orientação e apoio na Inscrição das Associações dos Moradores da Grande Região Camurupim e Carapeba no projeto São Jose IV, edital 1.1 Comercialização; 

10. Apoio para Comercialização junto às indústrias beneficiadoras:  ADELCOCO e DICOCO;

11. Orientação na Elaboração da proposta Fundo Brasil no valor de R$ 45.000,00 (objetivo: fomentar a construção de galpão para comercialização);

Leia Também:  Rondônia sedia evento nacional de classificação de solos

12. Apoio na elaboração de projeto para a agroindústria (consulado japonês).

Fonte: CNA Brasil

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

RONDÔNIA

PORTO VELHO

POLÍTICA RO

MAIS LIDAS DA SEMANA