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Senar destaca importância da gestão de pessoas nas agroindústrias

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Brasília (07/06/2021) – O último episódio da série de vídeos de Assistência Técnica e Gerencial para Agroindústrias Artesanais, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), destaca a relação entre a gestão de pessoas e o bom desempenho da atividade.  

Nesse vídeo os empresários rurais vão entender como as habilidades comportamentais dos colaboradores podem influenciar no resultado do produto e da empresa.

Confira o vídeo:

Este material encerra a série de nove vídeos sobre ATeG para agroindústrias em que foram abordados assuntos fundamentais para os produtores rurais que se dedicam a essa atividade rural, como explica a assessora técnica do Senar, Luana Frossard.

“O Senar produziu os vídeos com linguagem objetiva e acessível para responder as principais dúvidas e auxiliar os produtores que atuam em agroindústria, principalmente na adequação de suas atividades, sempre com foco na qualidade, produtividade e segurança dos alimentos artesanais”.

Um desses casos é o produtor José Arthur Peixoto, proprietário de um laticínio orgânico certificado em Pequeri (MG).

“Com a ATeG do Senar, expandi minha conexão com o grupo de produtores de queijo para trocar experiências e oportunidades de negócios. Além disso, a ATeG também está ao nosso lado para conquistar o selo do Sistema Brasileiro de Inspeção e poder vender para todo o país”.

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Para assistir aos episódios anteriores da série, acesse:

Tem interesse em participar do Programa de alimentos artesanais do Sistema CNA/Senar? Clique aqui:  https://cnabrasil.org.br/artesanaisetradicionais/

O Senar também produziu uma série de vídeos sobre ATeG, acesse:  https://www.youtube.com/playlist?list=PLpvd_yKjERaf4xHrtG0sx87tWtaFes9TS

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Fonte: CNA Brasil

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CNA debate escassez de milho para a produção agropecuária

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Brasília (21/06/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na segunda (21), de uma audiência pública para debater a escassez de milho para a produção agropecuária.

A discussão foi promovida pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, por meio de requerimento da deputada federal Soraya Manato (PSL/ES), e reuniu representantes do setor e do Governo.

O diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, ressaltou a gravidade da menor oferta do cereal para atender as cadeias de bovinos, aves e suínos.

Em relação ao cenário atual, ele destacou pontos como quebra de, aproximadamente, 6% da produção da 2ª safra, estoques menores, aumento de 5,1% no consumo doméstico, contratos de exportação a serem cumpridos, aumento da necessidade de importação e competição entre soja e milho 1ª safra no sul do Brasil na safra 2021/2022.

“A CNA tem uma visão global sobre a agropecuária brasileira e temos buscado alternativas para a redução dos custos dos pecuaristas e fomento à produção desse importante cereal”, afirmou Lucchi.

Segundo Lucchi, os preços já estão em valores recordes e a sinalização é de uma média superior a R$ 85/saca para o segundo semestre, conforme a B3, mantendo o cenário complicado para os produtores. As importações do cereal, principalmente do Paraguai, seguem crescendo neste ano, mas a recente liberação da importação de milho transgênico poderá conter o preço da saca e evitar especulações nos próximos meses.

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Entre as propostas apresentadas pela CNA para a diminuição dos custos estão a redução a zero das alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre rações e suplementos destinados à produção animal, isenção da cobrança do Adicional do Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) incidente sobre insumos destinados à ração animal e sobre fertilizantes, além da recomposição dos estoques de milho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a fim de que possam ser utilizados no Programa de Venda em Balcão.

Para estimular o plantio do cereal em importantes regiões consumidoras, a Confederação sugere subvencionar as opções de venda do milho, com o intuito de assegurar menor volatilidade de preços aos agricultores. Além disso, é importante manter o percentual de subvenção diferenciado para o seguro faturamento, incentivar as seguradoras a desenvolver e melhorar produtos de seguro por talhão e aumentar o nível de subvenção do milho 1ª safra de 20% e 25% para 35%.

“Precisamos ter algo estruturante e uma oferta de acordo com o crescimento da nossa agropecuária. Sabemos que o momento é turbulento, mas existem ações paliativas que podem ser tomadas até que cheguemos a uma nova safra”, disse o diretor técnico da CNA.

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A audiência também contou com a participação do diretor executivo da Associação de Avicultores do Espírito Santo (Aves), Nélio Hand; do superintendente do Ministério da Agricultura no Espírito Santo, Aureliano Costa; do diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Silvio Farnese; do superintendente de Abastecimento Social da Conab, Diracy Betânea Lacerda; do superintendente Regional do Espírito Santo da Conab/ES, Kerley Mesquita de Souza; do presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin; e do presidente Institucional da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Cesário Ramalho.

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Fonte: CNA Brasil

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