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Senar-MT e parceiros se preparam para feira com pequenos produtores

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Com o objetivo de orientar os produtores na nova etapa da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) que é a comercialização dos produtos, pequenos produtores rurais estão recebendo capacitação de 13 a 15 de outubro. A ATeG é desenvolvida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) que está organizando, junto a parceiros, a Feira Natural do Campo onde os produtores rurais poderão comercializar seus produtos e colocar os conhecimentos em prática.

O evento acontecerá todas as quartas-feiras entre 17h30 e 21h, no Shopping Estação Cuiabá, a partir da próxima semana (20.10). Do campo direto para a mesa do consumidor os produtos virão dos municípios de Várzea Grande, Campo Verde, Nossa Senhora do Livramento e Tangará da Serra. Com a participação de cerca de 20 produtores, a ideia é aguçar os cinco sentidos de quem visitar a feira.

Diversidade é a palavra que define este evento. Os consumidores encontrarão frutas, legumes, verduras, derivados de leite, compotas e vários outros tipos de “gostosuras” vindos direto do campo. Mais do que “fazer a feira”, os visitantes terão a oportunidade de conhecer melhor o que o Senar-MT oferece.

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O ambiente será de feira livre onde uns vão para fazer compras e outros para observar o que há de novidade. Mas no final, em uma feira livre, todos acabam criando laços de afetividade que chegam próximo de uma amizade que rompe a relação comerciante-freguês. E é claro que vale lembrar que o que sustenta em grande parte a tradição de ir à feira toda semana é mais que encontrar diversidade de produtos e qualidade, é o prazer das diferentes sensações experimentadas no ambiente.

Alinhamentos – A equipe da ATeG está acompanhando de perto os produtores que irão comercializar seus produtos no evento. O treinamento que será encerrado na sexta-feira (15.10) ocorre de forma presencial. 

De acordo com o coordenador da ATeG, Armando Urenha, os produtores estão recebendo todo o acompanhamento necessário. “Fizemos uma reunião para conhecer a todos, iremos ministrar o treinamento e esclarecer as dúvidas. Tudo para que eles possam trazer seus produtos com segurança e qualidade e colocar em prática os conhecimentos recebidos pela Assistência Técnica”, destaca.

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Fonte: CNA Brasil

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Senar discute produção em sistemas fertirrigados

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Brasília (21/10/2021) – O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) promoveu a live “Altas Produções em Sistemas Fertirrigados”, na quinta (21).

O debate foi moderado pelo assessor técnico do Senar, Mauro Muzell, e contou com a participação dos engenheiros agrônomos e especialistas em fertirrigação Adolfo Moura, Carlos Barth e Luiz Dimenstein, que também é autor do livro “Manejo de Fertirrigação – Regra de Ouro da Fertirrigação”.

Fertirrigação é a aplicação de fertilizantes via água de irrigação. Sua alta eficiência e economia estão entre as principais vantagens, além da possibilidade de aplicação de nutrientes em quantidades menores e com maior frequência, o que permite a manutenção de teores adequados no solo durante todo o ciclo da cultura.

O encontro foi dividido em três eixos de discussão: conhecimento sobre fertirrigação, resultados agronômicos – aplicabilidade – e dimensionamento, equipamentos e eficiência operacional.

Luiz Dimenstein falou sobre o conhecimento aplicado da fertirrigação no Brasil, tanto por produtores quanto por técnicos. Ele destacou a importância de diferenciar quantidade (Kg/hectare) e concentração (g/m³) e explicou a importância da condutividade elétrica para ajustes das fertirrigações.

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“Temos que discutir muito mais fertirrigação porque é a bola da vez. Com os preços dos fertilizantes que virão em 2022 tão mais caros do que nas safras anteriores, otimizar o uso desses fertilizantes evitando o desperdício é a chave da sobrevivência de quem quiser estar no agronegócio”, afirmou.

O engenheiro agrônomo Adolfo Moura abordou os resultados obtidos em áreas irrigadas com e sem fertirrigação. Ele apresentou dados sobre as diferentes produtividades alcançadas em culturas como coqueiro anão, cacau, banana, cebola e tomate.

“O que preocupa é que a extensão rural não está preparada para falar de fertirrigação. A maioria dos agrônomos que atuam nessa área vai trabalhar com adubação de sequeiro. Precisamos capacitar esse pessoal para tornar mais popular ainda a ciência da fertirrigação”, disse.

Carlos Barth analisou as vantagens da utilização de um sistema de fertirrigação bem dimensionado. O especialista fez uma apresentação sobre equipamentos e eficiência operacional, explicando pontos como principais nutrientes, injetor de fertilizantes, Teste do Jarro (Jar Test) e salinidade.

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No final do encontro, Mauro Muzell ressaltou que o Senar oferece capacitação especializada na área através do Programa Agricultura Irrigada. Também é possível conhecer mais sobre o tema através da cartilha “Irrigação: fertirrigação e reúso de efluentes”.

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Fonte: CNA Brasil

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