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Sistema CNA/Senar recebe inscrições para o Prêmio Brasil Artesanal 2021 – Chocolate

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Brasília (10/06/2021) – O Sistema CNA/Senar está com as inscrições abertas para o “Prêmio Brasil Artesanal 2021 – Chocolate”, uma parceria com o Centro de Inovação do Cacau (CIC) e com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC) para reconhecer os melhores chocolates artesanais do país.

Para se inscrever, os produtores de chocolates ou agroindústrias artesanais devem estar cadastrados no Programa de Alimentos Artesanais e Tradicionais do Sistema CNA/Senar até o dia 28 de junho de 2021. 

Acesse o formulário no link: https://www.cnabrasil.org.br/artesanaisetradicionais/

Os candidatos deverão enviar amostra de 300 gramas do produto na forma de gotas com teores sólidos de cacau de 70% até o dia 28 de junho. As amostras serão submetidas a um processo de avaliação de acordo com os critérios exigidos no regulamento do prêmio.

No link https://www.cnabrasil.org.br/e… é possível encontrar o regulamento com as informações e também fazer a inscrição para participar do prêmio.

Os sete chocolates artesanais mais bem avaliados pelos especialistas serão submetidos à degustação de um júri.

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O produtor ou agroindústria do chocolate artesanal mais votado receberá R$ 6.000 e certificado do “Prêmio Brasil Artesanal 2021 – Chocolate”. O segundo colocado receberá certificado e R$ 4.000. O terceiro, quarto e quinto colocados receberão certificado de participação e R$ 2.500, R$ 1.500 e R$ 1.000, respectivamente. Já os sexto e sétimo lugares receberão certificados de participação.

O “Prêmio Brasil Artesanal 2021 – Chocolate” tem apoio do Programa Compre do Pequeno do Sebrae.

Edições anteriores – Essa é a terceira edição do Prêmio Brasil Artesanal. Criado em 2019, a primeira edição reconheceu os cinco melhores chocolates artesanais do Brasil produzidos por mulheres. As três produtoras de chocolate vencedoras foram premiadas durante o 4º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, em São Paulo.

Conheça a histórias das vencedoras

https://www.cnabrasil.org.br/noticias/premio-brasil-artesanal-de-chocolate-o-reconhecimento-do-trabalho-conjunto

https://www.cnabrasil.org.br/noticias/premio-brasil-artesanal-de-chocolate-uma-ideia-e-uma-mochila-cheia-de-cacau

https://www.cnabrasil.org.br/noticias/premio-brasil-artesanal-de-chocolate-do-canada-a-ilheus

https://www.cnabrasil.org.br/noticias/premio-brasil-artesanal-de-chocolate-a-receita-que-virou-um-negocio

https://www.cnabrasil.org.br/noticias/premio-brasil-artesanal-de-chocolate-oportunidade-com-a-crise

Em 2020, o Sistema CNA/Senar premiou “Prêmio Brasil Artesanal 2020 – Charcutaria”, com o objetivo de reconhecer os produtores dos melhores salames artesanais do Brasil.

Reveja a cerimônia de premiação: https://www.youtube.com/watch?v=WmRbZQTP6OQ

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Fonte: CNA Brasil

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CNA debate escassez de milho para a produção agropecuária

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Brasília (21/06/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na segunda (21), de uma audiência pública para debater a escassez de milho para a produção agropecuária.

A discussão foi promovida pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, por meio de requerimento da deputada federal Soraya Manato (PSL/ES), e reuniu representantes do setor e do Governo.

O diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, ressaltou a gravidade da menor oferta do cereal para atender as cadeias de bovinos, aves e suínos.

Em relação ao cenário atual, ele destacou pontos como quebra de, aproximadamente, 6% da produção da 2ª safra, estoques menores, aumento de 5,1% no consumo doméstico, contratos de exportação a serem cumpridos, aumento da necessidade de importação e competição entre soja e milho 1ª safra no sul do Brasil na safra 2021/2022.

“A CNA tem uma visão global sobre a agropecuária brasileira e temos buscado alternativas para a redução dos custos dos pecuaristas e fomento à produção desse importante cereal”, afirmou Lucchi.

Segundo Lucchi, os preços já estão em valores recordes e a sinalização é de uma média superior a R$ 85/saca para o segundo semestre, conforme a B3, mantendo o cenário complicado para os produtores. As importações do cereal, principalmente do Paraguai, seguem crescendo neste ano, mas a recente liberação da importação de milho transgênico poderá conter o preço da saca e evitar especulações nos próximos meses.

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Entre as propostas apresentadas pela CNA para a diminuição dos custos estão a redução a zero das alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre rações e suplementos destinados à produção animal, isenção da cobrança do Adicional do Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) incidente sobre insumos destinados à ração animal e sobre fertilizantes, além da recomposição dos estoques de milho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a fim de que possam ser utilizados no Programa de Venda em Balcão.

Para estimular o plantio do cereal em importantes regiões consumidoras, a Confederação sugere subvencionar as opções de venda do milho, com o intuito de assegurar menor volatilidade de preços aos agricultores. Além disso, é importante manter o percentual de subvenção diferenciado para o seguro faturamento, incentivar as seguradoras a desenvolver e melhorar produtos de seguro por talhão e aumentar o nível de subvenção do milho 1ª safra de 20% e 25% para 35%.

“Precisamos ter algo estruturante e uma oferta de acordo com o crescimento da nossa agropecuária. Sabemos que o momento é turbulento, mas existem ações paliativas que podem ser tomadas até que cheguemos a uma nova safra”, disse o diretor técnico da CNA.

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A audiência também contou com a participação do diretor executivo da Associação de Avicultores do Espírito Santo (Aves), Nélio Hand; do superintendente do Ministério da Agricultura no Espírito Santo, Aureliano Costa; do diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Silvio Farnese; do superintendente de Abastecimento Social da Conab, Diracy Betânea Lacerda; do superintendente Regional do Espírito Santo da Conab/ES, Kerley Mesquita de Souza; do presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin; e do presidente Institucional da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Cesário Ramalho.

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Fonte: CNA Brasil

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