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Valor de referência do leite recua em 17% em agosto

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Conforme apontou o Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Paraná (Conseleite-PR), o valor de referência do leite entregue em agosto a ser pago em setembro caiu 17%. Segundo a projeção baseada nas três primeiras semanas deste mês, o movimento de queda deve adentrar setembro. 

De acordo com o vice-presidente do Conseleite-PR, Ronei Volpi, a redução no valor de referência já era esperada, mas não com essas proporções. Diante disso, e com os custos de produção elevados, para Volpi, é certo que várias fazendas leiteiras irão passar a trabalhar no vermelho. “Estamos falando de inviabilidade de produção de leite por parte do produtor, o que vai afetar diretamente a indústria, por causa da redução na oferta de matéria-prima. Precisamos olhar com muita cautela para isso”, destacou o vice-diretor. 

Para o mercado, os resultados obtidos nos meses de junho e julho foram marcados por altas históricas na oscilação do valor de referência do leite, o que influenciou o preço pago pelo consumidor. Com os preços altos, os clientes passaram a comprar menos lácteos, o que provocou um desequilíbrio na oferta e na procura. Agora, as cotações baixas ao produtor e a agroindústrias devem persistir até que se alcance um novo equilíbrio. 

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Fonte: AgroPlus

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Agronegócio

Novo regulamento técnico de identidade e qualidade da carne moída é aprovado

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Entra em vigor a partir de 1º de novembro de 2022 a Portaria nº 664 que aprova o regulamento técnico de Identidade e Qualidade (RTIQ) de carne moída. A norma vale para  estabelecimentos e indústrias produtores de carne moída que sejam registrados junto ao Serviço de Inspeção Federal (SIF) e ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA).

O novo regulamento tem como objetivo assegurar a inocuidade e segurança dos produtos, bem como transparência aos consumidores. Segundo a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lúcia Viana, as atualizações ocorrem diante da modernização dos processos produtivos e dos procedimentos industriais. 

De acordo com o novo regulamento, após a moagem, a carne moída deverá ser imediatamente embalada, com cada pacote do produto pesando no máximo 1 quilo. Não é permitida a obtenção de carne moída a partir de moagem de carnes oriundas da raspagem de ossos ou obtidas de quaisquer outros processos de separação mecânica dos ossos.

Além disso, a carne obtida das massas musculares esqueléticas é ingrediente obrigatório na fabricação de carne moída. Já a porcentagem máxima de gordura do produto deverá ser informada no painel principal, próximo à denominação de venda.

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Outra regra atualizada é que a matéria-prima para fabricação do produto deve ser exclusivamente carne, submetida a processamento prévio de resfriamento ou congelamento. É proibida a utilização de carne industrial para a fabricação de carne moída e a obtenção de carne moída a partir de moagem de miúdos.

A carne moída resfriada deverá ser mantida entre 0°C e 4°C e a carne moída congelada à temperatura máxima de -12°C. O produto não poderá sair do equipamento de moagem com temperatura superior a 7°C e deve ser submetido imediatamente ao resfriamento ou ao congelamento rápido.

Fonte: AgroPlus

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