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Não temos outra morada física senão a Terra

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Andamos alegremente esquecidos de que somos criaturas dependentes da Mãe Natureza; portanto, devemos cuidar muito bem dela. Quanto às Profecias Bíblicas, a exemplo do Sermão Profético de Jesus (Evangelho, segundo Mateus, capítulo 24) e do Apocalipse, não são para apavorar. Pelo contrário, servem de aviso milenário. Assustador é o que faz o ser humano. As predições são alertamentos de Deus a respeito deste fato: se prosseguirmos como vamos indo, usando mal o nosso livre-arbítrio, as consequências serão tais, tais e tais. As admoestações dos Profetas, pois, não são para atemorizar ou mesmo “visões” de quaisquer doidivanas. Na verdade, debiloide é a ação de gente considerada prática, e que de prática não tem nada, mas, sim, de gananciosa e suicida, porquanto não temos outra morada a não ser este sofrido planeta, cuja paciência vai-se flagrantemente esgotando. Razão por que Jesus, o Profeta Divino, no Seu Evangelho, consoante Mateus, 24:21, diz, ao se referir à Grande Tribulação, que esta será como nunca vista, desde a fundação do mundo, nem jamais se repetirá. Tal fato de tamanha envergadura não se deu na Terra ainda. Pelo menos no período em que nós, seres humanos, passamos a habitar sobre a sua face. E aqui a transcrição do versículo 22: “Se Deus não abreviasse aqueles dias, nem os escolhidos seriam salvos”. Mas haverá sobreviventes, sim, pois o Cristo, o Supremo Governante do planeta Terra, não assinou o plano de destruição deste orbe pelos homens enlouquecidos. E mais: Quem Nele confia não perde o seu tempo, porque Jesus é o Grande Amigo que não abandona amigo no meio do caminho.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

[email protected]www.boavontade.com

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Home office é desafio  para empresas  e trabalhadores ,  diz presidente da Associação Rondoniense de Advogados Trabalhistas

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Advogada Aline Silva alerta para as novidades do ambiente de trabalho no novo normal

Consolidado em 2020 por causa da pandemia da Covid 19, o home office  que já fazia parte do mundo do trabalho, antes da crise do novo coronavírus,  reserva desafios para empresas e trabalhadores.

De acordo com a advogada Aline Silva, presidente da Associação Rondoniense de Advogados Trabalhistas, esse horizonte desafiador já foi revelado em pesquisas sobre o tema.

“Pela relevância da questão que virou rotina no novo normal é sempre necessário trazermos esse debate para haver esclarecimento e consenso de ambas as partes, ou seja, trabalhador e empregador”, observa a jurista.

Segundo ela, toda mudança gera adaptações, e por esse motivo, é pertinente que os funcionários e as corporações estejam preparados, diante das transformações impostas pelo novo cenário.

Atenta às novidades previstas nas relações de trabalho, a operadora do direito está fazendo especialização em compliance trabalhista que visa a adequação e o cumprimento às leis e em LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados.- sempre se precavendo diante de eventuais problemas no ambiente de trabalho.

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“Não temos que trabalhar como bombeiros e sim atuar previamente para evitar o incêndio”, costuma fazer essa metáfora para explicar a importância de se planejar diante da dinâmica do direito. “Todas as áreas tiveram sua rotina impactadas com a pandemia”, observa ela para citar alguns desafios de quem se viu obrigado a trabalhar em casa.

Entre os alertas que fez  sobre o home office  estão cuidados com a  saúde do trabalhador (“É importante separar o tempo do ócio e da atividade profissional”)  e sobre as condições de trabalho, como por exemplo,  a capacidade de internet ( “Trabalho remoto exige estrutura condizente com as atribuições  dadas pela   empresa”).

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