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Apesar de queda no país, índice de confiança do comércio na Região Norte se mantém em alta

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A Região Norte apresentou resultados positivos na confiança do empresário do comércio em todos os indicadores. O entendimento é da Fecomércio após avaliação do Índice de Confiança do Comércio (Icec), medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em todo o País, em janeiro de 2021, houve recuo de 2,2%, caindo a 105,8 pontos em relação a dezembro do ano passado.

Apesar de ter registrado a segunda queda mensal consecutiva, o indicador permanece no patamar de otimismo (acima de 100 pontos) pelo quarto mês consecutivo. No comparativo anual, houve variação negativa de 16,4%.

De acordo com Egídio Garó, consultor da Fecomércio, ao contrário do registrado nos índices nacionais, na Região Norte, houve indicação de pequena elevação na confiança, observando variação de +0,2% determinado pelas condições diferenciadas da localidade em relação às demais do País.” Em contrapartida, se observado o índice das condições atuais do comércio que leva em consideração a observação sobre a conjuntura econômica do país, a confiança não foi demonstrada, retroagindo -4,6% em toda a Região Norte e ocasionado principalmente pela elevação no preço da moeda americana”, disse.

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Ainda segundo o consultor, esses indicadores levam ao entendimento de que janeiro, de forma geral, será um mês desafiador para as empresas instaladas em toda a região norte, tal qual nas demais regiões do País. “Contudo, nem tudo foi negativo na Região Norte se comparado ao cenário nacional. A expectativa do empresário com relação ao futuro demonstra o otimismo do setor com uma recuperação gradual das atividades ocasionadas pelo controle da pandemia por conta das vacinas, apresentando um índice de 1,3% e, sobre as expectativas da economia brasileira, uma elevação de +2,0%”.

Além disso, segundo informações repassadas por Garó, a expectativa para o setor comércio em todo o Brasil, regrediu em -2,1%, e no Norte tem uma expectativa positiva elevando o índice para +1,2%. “Os índices relacionados aos investimentos demonstram que em todas as regiões do País estão otimistas. No resultado geral, essa intenção de investimento foi de +1,0%, na Região Norte foi de +3,1%. Os investimentos das empresas e a possibilidade de contratação levaram a esse entendimento quando seus índices apresentaram resultados positivos de +2,5% e +4,6% em todo o Norte”, finalizou

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Alterações no Código Brasileiro de Trânsito começam a valer

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Entram em vigor hoje (12) as alterações promovidas no Código Brasileiro de Trânsito. A principal novidade é ampliação do prazo de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para dez anos no caso de condutores de até 50 anos. As mudanças foram sancionadas pelo presidente Jair Bolsonaro em outubro do ano passado, quando ficou definido que a vigência passaria a ocorrer 180 dias após a sanção. 

Os exames de aptidão física e mental para renovação da CNH não serão mais realizados a cada cinco anos. A partir de agora, a validade será de dez anos para motoristas com idade inferior a 50 anos; cinco anos para motoristas com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 e três anos para motoristas com idade igual ou superior a 70 anos.

Haverá mudanças também na quantidade de pontos que podem levar à suspensão da carteira. Atualmente, o motorista que atinge 20 pontos durante o período de 12 meses pode ter a carteira suspensa. Agora, a suspensão ocorrerá de forma escalonada. O condutor terá a habilitação suspensa com 20 pontos (se tiver duas ou mais infrações gravíssimas na carteira); 30 pontos (uma infração gravíssima na pontuação); 40 pontos (nenhuma infração gravíssima na pontuação).

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As novas regras proíbem que condutores condenados por  homicídio culposo ou lesão corporal sob efeito de álcool ou outro psicoativo tenham pena de prisão convertida em  alternativa.

O uso de cadeirinhas no banco traseiro passa a ser obrigatório para crianças com idade inferior a 10 anos que não tenham atingido 1,45 metro de altura. Pela regra antiga, somente a idade da criança era levada em conta.

Nos casos de chamamentos pelas montadoras para correção de defeitos em veículos (recall), o automóvel somente será licenciado após a comprovação de que houve atendimento da campanhas de reparos.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Geral

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