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App da Google para aprendizado de programação é lançado em português

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Lançado em países de língua inglesa em 2018, o aplicativo (app) Grasshopper, da Google, foi apresentado hoje (8) no Brasil. O programa, que é uma ferramenta visual de aprendizado de linguagens de programação para web, mostra, com exemplos curtos, como criar elementos básicos para páginas de internet.

“O Grasshopper é a melhor maneira de começar sua aventura na programação, com jogos divertidos e rápidos em seu celular que te ensinam a escrever JavaScript. Passe por níveis progressivamente desafiadores à medida que desenvolve suas habilidades e, em seguida, gradue-se com habilidades de programação fundamentais para sua próxima etapa como programador”, informa o texto que apresenta o app em lojas digitais.

Segundo a Google, o aplicativo mostra os fundamentos das linguagens de programação utilizadas para a internet e ensina as terminologias básicas para a compreensão do trabalho de um programador, como funções, variáveis, condicionantes, operadores e objetos. O Grasshopper também traz troféus e conquistas que mostram a evolução do aprendizado.

O conteúdo das lições, que foi totalmente traduzido para português brasileiro, é apresentado como uma série de quebra-cabeças e questionários que ficam gradativamente mais complexos, explica Laura Holmes, gerente sênior de projetos da Google.

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“Cada quebra-cabeça de código faz o estudante escrever JavaScript de verdade usando um ambiente de edição personalizado. É dado um desafio ao estudante, e ele tem que resolver usando o código, mas precisa apenas de alguns toques na tela para escrever”, afirma a engenheira em uma postagem na página oficial do aplicativo.

O Grasshopper está disponível para os sistemas operacionais Android e iOS, e pode ser usado por crianças de todas as idades.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Geral

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Palco Virtual apresenta produções inéditas de artes cênicas

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O Palco Virtual de Cênicas, realizado pelo Itaú Cultural, apresenta ao público produções inéditas, de 24 a 27 de junho, que abordam a negritude e as diferentes formas de se relacionar. Todas as apresentações são gratuitas e seguidas por conversas dos espectadores com diretores, elencos e convidados. Os ingressos devem ser reservados via Sympla.

A programação abre na quinta-feira (24) com a pré-estreia de Maré, do coletivo potiguar Cida, tratando do amor a partir da situação da pandemia e da realidade dos cinco artistas em cena, seus corpos e suas vivências. As diferentes maneiras de se relacionar são problematizadas também por questões como gênero, raça, capacitismo e violência contra a mulher.

Na estreia da peça-filme Desfazenda – me enterrem fora desse lugar, do coletivo O Bonde, quatro crianças são salvas da guerra e crescem em uma fazenda. Quando jovens, começam a reconhecer-se como negras, vendo o mundo e a liberdade de outra forma. A obra é livremente inspirada no filme Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil, de Belisario Franca, no qual a descoberta de tijolos em uma fazenda com o símbolo da suástica desvendou a história de crianças negras que foram levadas de um orfanato para essa fazenda.

Os dois espetáculos foram pensados inicialmente para apresentações presenciais ao público. No entanto, diante da necessidade de isolamento social durante a pandemia, as peças ganharam novas produções voltadas para o audiovisual.

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Criado em 2017 pelo Cida, núcleo artístico de dança contemporânea, fundado por jovens artistas emergentes, negros, com e sem deficiências, radicados em Natal (RN), o espetáculo Maré foi remontado em 2021 como uma obra audiovisual em dança acessível. Após a exibição de pré-estreia, Maré ficará disponível até 1 de julho no Youtube do Itaú Cultural.

“Com a chegada da pandemia, tivemos que repensar o nosso modo de trabalho. A gente não tinha intimidade com o audiovisual, mas acabamos nos aproximando de pessoas da área, e estamos agora trabalhando juntos esse novo modo de pensar a dança”, disse o bailarino René Loui, fundador do coletivo ao lado de Rozeane Oliveira.

De sexta-feira a domingo (25 a 27), o Palco Virtual será ocupado pela temporada de estreia de Desfazenda – me enterrem fora desse lugar, que trata de questões ligadas ao corpo e à subjetividade de pessoas negras diante do processo de abolição inconclusa no Brasil, conforme apontou a diretora Roberta Estrela D’Alva.

13. Desfazenda_O Bonde_foto Jose de Holanda 13. Desfazenda_O Bonde_foto Jose de Holanda

Desfazenda – me enterrem fora desse lugar – José de Holanda/Direitos reservados

“Estamos em plena decorrência dessa abolição inconclusa, inventando estratégias – e a arte tem um papel fundamental nisso – para questionar coisas que a gente não aceita mais. Na peça, também tem esse passo de descobrir o que aconteceu. Ela fala sobre entender-se negre no Brasil, e isso necessariamente é descobrir a história da escravidão”, avaliou Roberta.

Devido à pandemia, o espetáculo, que vinha sendo ensaiado virtualmente pelo elenco ao longo do último ano, foi repensado para o audiovisual e ganhou o formato de peça-filme, que tem como destaque a ênfase à palavra durante o espetáculo. A força do texto são potencializados pelas batidas, trilhas e paisagens sonoras criadas pela compositora e DJ Dani Nega.

“O espetáculo traz essa característica que vem do spoken word, das rodas de Slam, das batalhas de poesia, da poesia falada como fio dessa radicalidade narrativa, poéticas. A gente não tem muitos elementos de cenário, para que o público veja tudo o que tem que ver a partir dessa performance da palavra. É para fazer com que, quem tenha que ver essa fazenda, veja pelos olhos, pela palavra, pelo ritmo, pela entonação e memória de quem está falando”, disse a diretora.

Após a temporada de estreia, a peça ficará disponível até 14 de julho no canal do YouTube de O Bonde.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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