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Bolsonaro cresce entre idosos e ricos; Lula entre jovens e pobres

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Lula e Bolsonaro
Reprodução – 19.09.2022

Lula e Bolsonaro

 O ex-presidente Luiz Inácio da Lula da Silva (PT), atual líder nas intenções de votos entre os candidatos que disputam o Palácio do Planalto, ampliou sua margem junto aos eleitores mais jovens e mais pobres, enquanto que o atual presidente e candidato a reeleição Jair Bolsonaro (PL), apresentou crescimento entre os mais idosos e mais ricos. 

A pesquisa Datafolha divulgada ontem (22), apresenta que no grupo de eleitores com idade entre 16 a 24 anos, o petista cresceu quatro pontos percentuais em relação ao levantamento anterior. Lula passou de 50% para 54% das intenções de votos nessa faixa etária de idade na última semana. Em contrapartida, Bolsonaro teve queda entre os mais jovens passando de 28% para 24%.  Nessa faixa etária, a diferença de percentual entre os dois candidatos aumentou de 22 para 30 pontos percentuais.

Entre eleitores de 25 a 34 anos, ele passou de 42% para 45%, enquanto Bolsonaro manteve-se com 38%. Entre quem tem de 35 a 44 anos, porém,Jair Bolsonaro reagiu e diminuiu a vantagem crescento de 32% para 36%, enquanto o petista oscilou de 47% para 46%.

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Eleitores mais velhos  No grupo dos eleitores com idade entre 45 e 59 anos, o ex- presidente petista passou de 44% a 47%, enquanto Bolsonaro caiu de 33% para 31%. Bolsonaro teve uma melhora nas intenções de votos entre eleitores idosos, com 60 anos ou mais. O atual mandatário passou de 32% para 34%, contra 43% do petista.

Renda do eleitor e decisão de voto  

O Datafolha também avaliou a intenção de votos na segmentação pela renda do eleitor. O único grupo onde Lula tem vantagem é entre os mais pobres – a maior parte do eleitorado brasileiro. O petista passou de 52% para 57% entre pessoas com renda mensal de até dois salários mínimos. Já o presidente Jair Bolsonaro (PL) oscilou de 27 para 24 pontos percentuais. 

O voto em Bolsonaro tem maior adesão na chamada classe média. Que seria o grupo de eleitores com renda de dois a cinco salários por mês. Bolsonaro passou de 39% para 43%, enquanto que Lula caiu de 40% para 36%. 

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Bolsonaro cresceu também entre eleitores com renda familiar de cinco a dez salários. O presidente cresceu de 40% para 46%, e Lula manteve-se com 35%. Já entre pessoas com renda acima de dez salários mínimo, o chefe do Executivo passou 41% para 45%. Lula também apresentou melhora, passando de 32% para 35%.

O Datafolha entrevistou presencialmente 6.754 eleitores de todo o país entre os dias 20 e 22 de setembro. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos. Está registrada na Justiça Eleitoral com o código BR-04180/2022.

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Fonte: IG Nacional

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Auxílio Brasil tem cerca de 500 mil beneficiários a mais em outubro

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O programa Auxílio Brasil chegou em outubro deste ano ao maior patamar do programa, com 20,65 milhões de famílias beneficiadas. Ao programa A Voz do Brasil desta terça-feira (4), o ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, disse que cerca de 500 mil famílias foram incluídas no programa neste mês. 

De acordo com o novo calendário, os repasses do valor mínimo de R$ 600 por família vão começar na terça-feira (11) para beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1. Os pagamentos serão de forma escalonada até 25 de outubro. Nesta data, receberão os contemplados pelo programa com final do NIS 0.

Aperfeiçoamento

De acordo com o ministro, o programa está em constante aperfeiçoamento e leva muito a sério as condicionantes para o recebimento do benefício, como presença de crianças e jovens de 3 a 21 anos no sistema de ensino, cumprimento da caderneta de vacinação e, no caso de gestantes, fazer o pré-natal.

Ronaldo Bento ressaltou que o Auxílio Brasil zerou a fila de pessoas necessitadas do benefício. “Então já foram incluídas mais de 8 milhões de novas famílias no benefício Auxílio Brasil, e a gente vem com o processo de aperfeiçoamento do nosso Cadastro Único, porta de entrada dos programas sociais, fazendo com que hoje 100% das famílias em situação de pobreza extrema estejam acolhidas pelo programa Auxilio Brasil”.

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O ministro ressalta que o Cadastro Único e os auxílios passam por um processo de constante modernização e que o cartão do Auxilio Brasil veio democratizar o acesso ao crédito e a bancarização das famílias em situação de vulnerabilidade. “[O cartão] vem para trazer segurança, porque o cartão físico é dotado de um chip de contato que dificulta a clonagem desses cartões, como também permite a função de débito. O que evita que a família se dirija até uma lotérica”.

O ministro também destaca que as famílias que constituem uma microempresa individual não perdem o benefício e fazem juz ao microcrédito empreendedor, disponível como uma forma de acesso ao crédito, e também têm acesso a crédito consignado, com taxa máxima de 3,5% ao mês. “Esse crédito tem que ser concedido de uma maneira consciente ao beneficiário do Auxilio Brasil, visando que ele utilize desse recursos para fazer frente a uma dívida existente e com isso consiga pagar, sair desse ciclo vicioso de uma dívida, ou empreender”, diz o ministro.

Acompanhe o programa na íntegra:

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Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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