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Coordenador da PRF fala sobre segurança no trânsito

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A Operação Corpus Christi, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), fiscalizou 104 mil pessoas com abordagem, fez 58 mil testes de etilômetro e 1.221 pessoas foram autuadas por terem sido flagradas com alguma quantidade de álcool ou por ter se recusado a fazer o teste. Os números foram dados nesta sexta-feira (24) pelo coordenador-geral de Segurança Viária da PRF, André Luiz de Azevedo, entrevistado do programa A Voz do Brasil.

Segundo Azedevo, a PRF está direcionando as operações de forma a cumprir as metas estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a Década de Ação para Segurança no Trânsito, que tem como objetivo reduzir em 50% o número de mortes e lesões graves até 2030. “A PRF já está alinhada com esses compromissos e está alinhando suas operações para atingir essa meta.”

De acordo com Azevedo, o Brasil ainda tem muitas vias de pista simples, o que faz com que a ultrapassagem em local indevido ainda seja uma das infrações mais cometidas. “Ultrapassagem indevida não é só aquela ultrapassagem onde a sinalização não permite. É aquela ultrapassagem onde a sinalização ou as condições naquele momento não permitem. Às vezes, a sinalização permite, mas o fluxo não permite que se faça a ultrapassagem com segurança”. Essa é a maior preocupação do órgão por conta da possibilidade de colisão frontal, que, quase sempre, é fatal, disse o coordenador.

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O coordenador-geral da PRF também falou sobre a Lei Seca e a cultura de segurança viária. Para ele, o problema no Brasil é que o brasileiro, em geral, não consegue desenvolver uma cultura de segurança viária. “Por mais que a gente faça campanhas, que a gente faça conscientização, esse é um desafio muito grande”. Segundo Azevedo, depois de 14 anos, o Brasil hoje é um dos países referência em termos de legislação em relação ao consumo de álcool. “Isso para nós é motivo de muito orgulho”, disse.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Geral

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Suplente de Gabriel Monteiro na Câmara do Rio figura ‘lista do Ceperj’

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Matheus Floriano, suplente de Gabriel Monteiro na Câmara do Rio
Reprodução Facebook / 19.08.2022

Matheus Floriano, suplente de Gabriel Monteiro na Câmara do Rio

Matheus Floriano foi eleito suplente pelo PSD nas eleições de 2020 com um total de 7.086 votos. Após a cassação de Gabriel Monteiro (PL) na tarde de ontem, Floriano assume a cadeira.

O Palácio Pedro Ernesto não é local estranho a Floriano, que foi vereador de abril de 2019 a maio de 2020. A previsão é que a posse seja realizada já na próxima terça-feira.

Segundo reportagem de O GLOBO, Matheus é filho do ex-deputado Francisco Floriano e recebeu R$ 51,4 mil da fundação Ceperj. O órgão é alvo de investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro sob suspeitas de irregularidades na folha de pagamento. 

“Floriano foi um dos nomes ligados a políticos que o GLOBO mapeou que constam na lista de saques feitos na “boca do caixa” pagos pelo Ceperj”, denuncia a matéria. 

A investigação revela que Matheus Floriano recebeu quantias em sete pagamentos, de fevereiro a julho, em uma agência bancária na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.  O valor dos saques foi de R$ 7,3 mil cada. 

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O GLOBO revela que Matheus concorreu a vereador no Rio usando o nome “Matheus Floriano” na urna em 2020, em referência ao nome do pai.

“De setembro do ano passado a janeiro deste ano, antes de entrar na lista secreta do Ceperj, Matheus figurou na folha de pagamento regular da Secretaria Estadual de Trabalho, com vencimentos de R$ 10 mil”.

A reportagem não conseguiu contato com Matheus e nem seu pai.

Evangélica, a família Floriano é ligada a Igreja Mundial do Poder de Deus, do apóstolo Valdemiro Santiago. Pai e filho se aproximaram do prefeito Eduardo Paes durante as eleições de 2020.

Matheus Floriano é o 2º suplente na chapa de Gabriel Monteiro. Porém o primeiro substituto, Eliseu Kessler, assumiu o mandato de Jones Moura, que entrou com deputado federal após a cassação de Flordelis liberar cadeira na câmara federal.

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Floriano disputou sua primeira eleição em 2014 numa disputa vaga para deputado estadual. Na época Matheus teve apenas 85 votos em todo estado.

Na eleição de 2016, dois anos seguintes, concorreu para vereador da capital e teve 8.620 votos.

Matheus Floriano era assessor do ex-prefeito Marcelo Crivella até assumir seu mandato na Câmara em 2019. Ele foi exonerado na época do impeachment que Crivella enfrentou.

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Fonte: IG Nacional

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