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Corrupção no MEC: propina deveria ser transportada em pneu de veículo

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Ex-ministro da Educação foi preso em junho deste ano
Valter Campanato/Agência Brasil – 29/11/2021

Ex-ministro da Educação foi preso em junho deste ano

Um empresário do setor da construção civil afirmou que o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro , deu aval para a realização de negociações de contratos de obras federais por reformas em igrejas .

A denúncia foi feita por Ailson Souto da Trindade em entrevista exclusiva concedida ao Estadão. Ele é candidato a deputado estadual pelo partido Progressista no Pará.

De acordo com Ailson, a propina de R$ 5 milhões relacionada às negociações deveria ser entregue em dinheiro vivo para ser transportada de Belém (PA) até Goiânia (GO) no pneu de um veículo. 

As reformas seriam realizadas nas igrejas dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, que possuem sede justamente em Goiânia. 

Trindade é a 12ª pessoa a denunciar um esquema de corrupção dentro do ministério que era comandado por Ribeiro. O ministro teria dito ao empresário, em encontro realizado no dia 13 de janeiro deste ano, que obras públicas estariam garantidas se ele ajudasse as igrejas dos pastores .

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A data citada por Souto ao Estadão está de acordo com o registro de entrada dele no ministério, em Brasília, com fotos nas redes sociais e com a agenda do ministro do MEC.

As negociações acerca da propina seriam firmadas por meio de um contrado fictício assinado entre a igreja de Gilmar e a empresa liderada por Ailson. Além da reformas, foi proposta também a construção de templos no Pará e no Maranhão. 

O empresário atualmente responde por crime de estelionato . Ele recebeu uma acusação de aplicar golpes com promessa de liberação de empréstimos para beneficiários do Bolsa Família.

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Fonte: IG Nacional

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Duas toneladas de óleo são retiradas de praias em Pernambuco

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Duas toneladas de óleo foram retiradas de praias em Pernambuco entre domingo (2) e esta segunda-feira (3). Pedaços sólidos de óleo que se assemelham a petróleo cru foram encontrados inicialmente por um pescador na cidade de Tamandaré.

Segundo o Centro de Pesquisa do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) do município pernambucano, a maior parte do óleo já foi retirado, mas os trabalhos de limpeza das praias devem continuar nesta terça-feira.

Esta não é a primeira vez que manchas de óleo aparecem nas praias da região neste ano. Em agosto, foram recolhidas pelotas de óleo em 10 praias de Pernambuco, duas da Paraíba, uma da Bahia e outra de Alagoas.

Segundo a coordenadora do Programa Ecológico de Longa Duração Tamandaré Sustentável, a professora Beatrice Padovane, o ressurgimento desse óleo agora em outubro preocupa.

Na semana passada, também foram identificados fragmentos de óleo no município de Coruripe, em Alagoas.

Após analisar o óleo que apareceu em agosto, cientistas brasileiros concluíram que o material não é do mesmo tipo de petróleo do desastre ambiental de 2019. Segundo a perícia, trata-se de petróleo cru, possivelmente do Golfo do México e a hipótese mais provável é que ele tenha sido derrubado durante a lavagem de tanques de navio petroleiro em alto mar.

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A professora Beatrice Padovane, que trabalha no monitoramento ambiental da região, ressalta que os prejuízos podem ir além dos efeitos sobre o turismo, porque o óleo pode se propagar na cadeia alimentar das espécies marinhas da região.

As pelotas de petróleo encontradas nesse domingo em Tamandaré ainda precisam ser analisadas para avaliar se são da mesma natureza das encontradas em agosto.

Ouça na Radioagência Nacional:

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Geral

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