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Doze capitais já estão aptas a receber novas redes 5G

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O Ministério das Comunicações informou hoje (26) que doze capitais brasileiras já estão totalmente prontas – tanto em infraestrutura quanto em legislação – para receber a quinta geração de internet móvel, o 5G.

Leiloado em novembro do ano passado, o padrão 5G oferecerá internet de alta velocidade em todas as capitais brasileiras até 31 de julho deste ano.

Para as demais localidades, há necessidade de adequação de leis municipais e da instalação de infraestrutura adequada para o funcionamento da tecnologia. De acordo com os termos do leilão do 5G, empresas que arremataram as concessões de uso das bandas também firmaram o compromisso de ampliar para 100% do território nacional a cobertura do padrão atual, o 4G.

“Nossa missão é garantir a tecnologia 5G conectando o Brasil e levando a internet para todos os brasileiros”, afirmou em nota o ministro das Comunicações, Fábio Faria. “Ao longo dos anos, faremos com o que o país tenha assegurado a cada um o direito de acesso à internet; todos nós sabemos a importância que isso tem”, complementou.

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Para que a tecnologia chegue em todas as cidades, é necessária adequação da Lei Geral das Antenas. O prazo para o processo vai até 2029.

Na parte de infraestrutura, o decreto nº. 10.480 de 2020 detalha a expedição de licenças para que as operadoras possam realizar a instalação da rede. A instalação das novas antenas do 5G difere das tecnologias anteriores, já que necessitam de densidade maior de replicadores de sinal. Os grandes centros urbanos terão uma antena para cada 100 mil habitantes – número 10 vezes maior do que o que se usa atualmente no padrão 4G. “Este é mais um dispositivo que contribui para a expansão das redes 5G, que, em comparação às tecnologias anteriores, requerem maior densidade de antenas (mas de menor tamanho)”, explica o secretário de Telecomunicações Arthur Coimbra.

A responsabilidade de fiscalização e regulamentação das antenas que serão instaladas em todo o Brasil é da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que participará de todo o processo de transição da atual rede de antenas para o novo padrão.

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Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Geral

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Rio: manifestantes pedem justiça para homem morto em Sergipe

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Manifestantes se reuniram na manhã de hoje (28) no centro do Rio de Janeiro em um protesto organizado pelo movimento negro e ativistas dos direitos humanos pedindo justiça para Genivaldo dos Santos, morto em Sergipe no dia 25. O sergipano, de 38 anos, morreu após uma abordagem de policiais rodoviários federais. Imagens veiculadas na internet mostram a vítima presa dentro de uma viatura esfumaçada e as suspeitas são de que a fumaça era um gás disparado pelos policiais.

O ato foi marcado para as 10h na Avenida Presidente Vargas, em frente ao Monumento a Zumbi dos Palmares. Os participantes do ato também pediram o fim das chacinas e do que classificaram de genocídio do povo negro.

Os manifestantes levaram faixas e cartazes com dizeres como “Parem de nos Matar” e “Vidas Negras Importam”, além de uma ilustração do rosto de Genivaldo com um pedido de justiça.

O Instituto Médico Legal (IML) de Sergipe identificou de forma preliminar que a vítima teve como causa da morte insuficiência aguda secundária a asfixia. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) estão investigando o caso e a PRF disse, em nota divulgada na quinta-feira (27), que está comprometida com a apuração da ocorrência e colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação. os policiais rodoviários federais envolvidos na morte de Genivaldo foram afastados pela Polícia Rodoviária Federal.

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A manifestação se manteve em frente ao monumento e teve falas de ativistas, políticos e lideranças de movimentos sociais e de favelas, que protestaram contra a brutalidade do crime e a violência policial contra a população negra. 

O ato também lembrou a operação conjunta da Polícia Militar do Rio de Janeiro e da Polícia Rodoviária Federal realizada nesta semana no Complexo da Penha, em que houve 23 mortes. A ação foi a segunda mais letal da história do estado.

A PM afirmou no dia da operação que as equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e da PRF se preparavam para uma incursão que tinha como objetivo de prender lideranças criminosas, quando bandidos começaram a fazer disparos de armas de fogo na parte alta da comunidade e houve confronto.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro instaurou um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) para apurar as circunstâncias das mortes, que também estão sendo investigadas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Geral

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