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Ex-primeira dama Marisa Letícia teve morte cerebral, diz médico

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De acordo com cardiologista, ela não tem mais fluxo cerebral e seu estado é considerado irreversível. A ex-primeira dama respira apenas com a ajuda de aparelhos

A esposa do ex-presidente Lula, dona Marisa Letícia, teve morte cerebral, segundo informou um cardiologista Roberto Kalil Filho ao jornal O Globo em reportagem publicada na noite desta quinta-feira (02).

A informação não foi divulgada oficialmente pelo Hospital Sírio-Libanês, onde ela está internada desde o último dia 24 após sofrer um AVC.

Segundo Kalil, dona Marisa não possui mais fluxo cerebral, está sedada e é mantida viva com a ajuda de aparelhos. Conforme o último boletim médico, ela está em estado considerado gravíssimo.

A ex-primeira dama chegou consciente ao hospital onde foi submetida a uma operação para estancar o sangramento do cérebro. Após o procedimento ela foi conduzida à UTI.

Nas últimas horas, o estado dela evoluiu para anisocoria, quando as pupilas se dilatam e indicam um sintoma de falta de sangue no cérebro.

O ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva está no local com familiares.

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PF deflagra operação contra importação ilegal de agrotóxicos

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A Polícia Federal deflagrou, hoje (4), a segunda fase da Operação Terra Envenenada, com o objetivo de combater o ingresso, transporte e comercialização de agrotóxicos ilegalmente importados do Paraguai e da China. O produto entrava no Brasil pelo norte de Mato Grosso.

A Justiça Federal expediu 15 mandados de busca e apreensão e dez mandados de prisão, que foram cumpridos nas cidades de Sinop, Sorriso, Feliz Natal, todas em Mato Grosso, além de São Paulo, Campo Grande (MS) e Terra Roxa (PR).

Em nota, a PF informou que a investigação originou-se da análise do material e depoimentos colhidos na primeira fase da operação, quando foi desmantelada organização criminosa e apreendida mais de uma tonelada de agroquímicos contrabandeados ou adulterados.

“Desde essa etapa inicial, a Polícia Federal intensificou as investigações e identificou grandes grupos de fornecedores regionais e nacionais, cujos líderes e integrantes foram presos nesta data. Foram apreendidos documentos e materiais de interesse para investigação, agrotóxicos, além de armas irregulares”, informou a PF.

De acordo a PF, os investigados responderão por comercialização e transporte de agroquímicos de uso proscrito, constituição de organização criminosa, lavagem de dinheiro “e outros crimes que vierem a ser descobertos”. As penas variam de dois a dez anos de reclusão.

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Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Geral

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