PORTO VELHO

Agronegócio

Fazenda Alvorada lança circuito com três leilões de vacas holandesas selecionadas há mais de 40 anos

Agronegócio

No dia 19 de abril, a Fazenda Alvorada, sediada em Bragança Paulista (SP), dará início a um circuito especial de vendas, com a oferta de vacas holandesas rústicas, capazes de produzir fora do ambiente free-stall, e de alta performance produtiva. Na estreia, serão apresentadas 60 vacas em lactação com uma média diária de 30 quilos em duas ordenhas. “Planejamos outros dois remates, totalizando 180 vacas capazes de produzir uma média de 5.400 litros/dia”, explica o promotor e proprietário da fazenda Daniel Steinbruch.

O Leilão Holandês Alvorada é organizado pela Nova Leilões e será transmitido nacionalmente pela MF Rural (www.mfrural.com.br), a partir das 19 horas (horário de Brasília). Outros dois remates estão previstos para 23 de maio e 20 de junho, e quem comprar acima de 10 animais nas três etapas concorrerá ao sorteio de uma novilha pronta para inseminação.

A Fazenda Alvorada comemora cinco anos no mercado de leilões, ofertando uma genética criteriosamente selecionada há mais de quadro décadas, atendendo produtores em todo o País, especialmente em São Paulo, Paraná e Goiás. Além dos índices relacionados à produção de leite, o programa de melhoramento genético contempla aprumos, sanidade, longevidade e adaptação ao calor. “Nossa região é quente, chega a marcar 30º, e a vacada percorre uma distância de dois quilômetros todos os dias, do confinamento até a ordenha”, destaca o gerente Odílio Marin, responsável pelo manejo, ressaltando que o gado recebe silagem e ração no cocho, com acesso livre ao pasto.

Leia Também:  Mercado internacional e taxa de câmbio motivam alta de 96,6% no preço da soja em MS

Genética moderna, funcional e produtiva

Tamanha é a pressão de seleção na Fazenda Alvorada que as vacas produzem quase o dobro da média desejada para a raça holandesa. Clientes que trabalham com outros modelos, como free-stall, conseguiram elevar a produção de 30 litros para 50 litros/dia, sinal evidente do potencial genético do plantel, que reúne atualmente 310 matrizes e uma produção média de 9.000 litros/dia. “Produtividade é apenas uma parte da equação. A seleção da Fazenda Alvorada supera o desafio de aliar performance, fertilidade e sanidade com indivíduos rústicos e de fácil adaptação”, explica o agrônomo com especialização em Zootecnia Ricardo Pompeo, representante da ABS Pec Plan em São Paulo.

Ele acompanha os acasalamentos da propriedade há doze anos através de um dos mais completos sistemas de melhoramento genético da raça holandesa da atualidade. “Avaliamos o sistema mamário e mais de 15 caraterísticas corporais de grande impacto, como aprumos, nivelamento de garupa, profundidade, força, angulosidade e estatura. Outro fator importante é a produção de leite aliado ao pedigree dos animais. Com essas informações fazemos um ranking dos animais baseado nas condições de manejo e nas metas da propriedade”, explica Ricardo.

Leia Também:  Exame toxicológico agora tem de ser feito a cada 2,5 anos

O melhoramento genético do plantel ocorre através de inseminação artificial, com uso de genética dos melhores raçadores holandeses, como Bolton, um dos poucos reprodutores competentes em transmitir volume de leite e qualidade de úbere ao mesmo tempo, e Shottle, considerado um divisor de águas na raça, ao transferir saúde, longevidade e fertilidade.

LEILÃO VIRTUAL HOLANDÊS ALVORADA
Data: 19 de abril (quarta-feira), às 19 horas (Horário de Brasília)
Em oferta: 60 vacas holandesas em lactação
Transmissão: www.mfrural.com.br
Promoção: Fazenda Alvorada, de Bragança Paulista (SP)
Telefone: (11) 4031-1557 ou (11) 40312921
E-mail: [email protected]
Leiloeira: Nova Leilões
Cadastro e Lances: (11) 4245-4150 ou (11) 9 8337-5783, com José Eduardo Matuck

Pec Press® – Imprensa Agropecuária

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Agronegócio

CNA discute autocontrole da defesa sanitária vegetal

Publicados

em


Brasília (28/07/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu uma live sobre o autocontrole na defesa sanitária vegetal, na quarta (28). O debate foi moderado pelo diretor técnico adjunto da CNA, Reginaldo Minaré.

Participaram do debate o presidente da Comissão de Hortaliças e Flores da Confederação, Manoel Oliveira; do diretor de Sanidade Vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Carlos Goulart; e do diretor de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Mapa, Glauco Bertoldo.

Segundo Minaré, o autocontrole nas ações de defesa agropecuária vem sendo discutido há anos no Brasil e, agora, o desafio é a construção de um marco regulatório para o tema, por meio do Projeto de Lei nº 1.293/2021.

“A proposta surge como uma alternativa de ampliar e modernizar o escopo de atuação da defesa agropecuária, garantir maior liberdade aos agentes econômicos regulados, sem oferecer qualquer prejuízo à sanidade, inocuidade, qualidade, identidade e segurança dos insumos e produtos da agropecuária”, afirmou.

O objetivo da live foi compreender a lógica do PL e esclarecer conceitualmente e operacionalmente a diferença entre autorregulação e autocontrole. Além disso, os debatedores apresentaram a visão do estado e dos produtores rurais em relação ao processo de controle, fiscalização e auditoria da defesa sanitária vegetal, dos insumos agrícolas e dos produtos de origem vegetal.

Leia Também:  Mercado internacional e taxa de câmbio motivam alta de 96,6% no preço da soja em MS

Conforme o diretor técnico adjunto da CNA, no autocontrole o produtor não cria regras e se compromete em seguir a legislação vigente.

Carlos Goulart falou sobre as expectativas em relação ao autocontrole na defesa sanitária vegetal e os principais pontos de aprimoramento e mudança na rotina do serviço de defesa agropecuária e de fiscalização e controle dos insumos agrícolas, que deverão ocorrer com a aprovação da proposta legislativa em discussão.

“É um processo de longo prazo e que vai demandar uma profunda transformação do setor privado, saindo da lógica de fiscalização para uma lógica mais de gerenciamento de risco e auditoria”, disse.

O texto da lei prevê que o autocontrole não será aplicado compulsoriamente aos agentes da produção primária, mas não impede que, voluntariamente, eles façam a adesão ao programa de autocontrole. A proposta não trouxe a definição de agente da produção primária, conceito que será interessante ser debatido e incluído na lei pelo Parlamento para esclarecer a zona cinzenta na fronteira entre a produção primária e industrial.

O diretor de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Mapa destacou a importância dos programas de autocontrole e dos protocolos privados de produção para garantia do acesso aos mercados e aprimoramento dos processos produtivos.

Leia Também:  Prefeitura do Rio demole terraço de prédio afetado por desabamento

“O nosso objetivo é criar um ambiente mais seguro e com regras mais claras, onde possamos dar respostas rápidas e ter um controle ágil de todo o processo. Isso vai nos levar a outro patamar e garantir um reconhecimento internacional ainda maior dos nossos produtos”, prevê Glauco Bertoldo.

Na opinião de Manoel Oliveira, ainda existe muita expectativa e desconhecimento sobre o PL. Ao contrário daqueles que pensam que a informalidade e a insegurança poderão aumentar, ele acredita que o autocontrole vai oferecer mais segurança e credibilidade para o setor, além de trazer uma presença do estado “quase em tempo real” no processo produtivo.

“As leis não mudarão e precisarão ser cumpridas. O setor produtivo está tendo que se adequar a essa modernização de consumo da sociedade, com novas tecnologias e processos mais transparentes. O produtor tem que ver esse projeto como uma vantagem competitiva e a possibilidade de agregar valor”, declarou o presidente da Comissão de Hortaliças e Flores da CNA.

Assessoria de Comunicação CNA
Foto: Tony Oliveira
Telefone: (61) 2109-1419
flickr.com/photos/canaldoprodutor
twitter.com/SistemaCNA
facebook.com/SistemaCNA
instagram.com/SistemaCNA
facebook.com/SENARBrasil
youtube.com/agrofortebrasilforte

Fonte: CNA Brasil

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

RONDÔNIA

PORTO VELHO

POLÍTICA RO

MAIS LIDAS DA SEMANA