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Inscrições para casamento comunitário terminam hoje em São Paulo

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As inscrições para participar do casamento comunitário, organizado pelo Centro de Integração da Cidadania (CIC), da Secretaria Estadual da Justiça e Cidadania, terminam às 17h de hoje (13). O casamento  será no dia 12 de junho, das 10h às 17h, no Ginásio Poliesportivo Mauro Pinheiro, na Rua Abílio Soares, 1300, no bairro do Paraíso, em São Paulo.

A ação tem como objetivo possibilitar a oficialização da união de casais, que já vivem juntos ou não, com renda total de até três salários mínimos. A renda deverá ser comprovada por meio de documentos. Os casais que se enquadrarem neste perfil terão gratuidade na documentação e na cerimônia.

Para se inscrever presencialmente basta ir até uma das 18 unidades do CIC. Na capital são oito unidades: CIC do Imigrante (Barra Funda), Leste (Itaim Paulista), Oeste (Jaraguá), Sul (Jardim São Luís), Norte (Jaçanã), Casa da Cidadania (Jabaquara), Feitiço da Vila (Valo Velho) e Grajaú.

Na Grande São Paulo, há quatro unidades: Guarulhos, Pirapora do Bom Jesus, Francisco Morato e Ferraz de Vasconcelos. No interior, o CIC possui unidades em Campinas, Juquiá, Jundiaí, Laranjal Paulista e Cajamar. No litoral, a unidade fica em São Vicente.

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Exigências

No ato da inscrição os casais devem apresentar certidão de nascimento atualizada (válida por 90 dias) e a presença dos pais munidos de registro geral e Cadastro de Pessoa Física (CPF), para solteiro menor; certidão de nascimento atualizada (válida por 90 dias), para solteiro maior; certidão de casamento com averbação do divórcio para divorciados; certidão de casamento e certidão de óbito para viúvos. Todos devem registro geral, CPF ou carteira nacional de habilitação e a carteira de trabalho ou comprovante de rendimento, se houver.

O CIC presta serviços de auxílio com a regularização da documentação e outras etapas desde 2004. Desde então, já houve 5.964 casamentos em 62 cerimônias até 2021.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

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Rio: manifestantes pedem justiça para homem morto em Sergipe

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Manifestantes se reuniram na manhã de hoje (28) no centro do Rio de Janeiro em um protesto organizado pelo movimento negro e ativistas dos direitos humanos pedindo justiça para Genivaldo dos Santos, morto em Sergipe no dia 25. O sergipano, de 38 anos, morreu após uma abordagem de policiais rodoviários federais. Imagens veiculadas na internet mostram a vítima presa dentro de uma viatura esfumaçada e as suspeitas são de que a fumaça era um gás disparado pelos policiais.

O ato foi marcado para as 10h na Avenida Presidente Vargas, em frente ao Monumento a Zumbi dos Palmares. Os participantes do ato também pediram o fim das chacinas e do que classificaram de genocídio do povo negro.

Os manifestantes levaram faixas e cartazes com dizeres como “Parem de nos Matar” e “Vidas Negras Importam”, além de uma ilustração do rosto de Genivaldo com um pedido de justiça.

O Instituto Médico Legal (IML) de Sergipe identificou de forma preliminar que a vítima teve como causa da morte insuficiência aguda secundária a asfixia. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) estão investigando o caso e a PRF disse, em nota divulgada na quinta-feira (27), que está comprometida com a apuração da ocorrência e colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação. os policiais rodoviários federais envolvidos na morte de Genivaldo foram afastados pela Polícia Rodoviária Federal.

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A manifestação se manteve em frente ao monumento e teve falas de ativistas, políticos e lideranças de movimentos sociais e de favelas, que protestaram contra a brutalidade do crime e a violência policial contra a população negra. 

O ato também lembrou a operação conjunta da Polícia Militar do Rio de Janeiro e da Polícia Rodoviária Federal realizada nesta semana no Complexo da Penha, em que houve 23 mortes. A ação foi a segunda mais letal da história do estado.

A PM afirmou no dia da operação que as equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e da PRF se preparavam para uma incursão que tinha como objetivo de prender lideranças criminosas, quando bandidos começaram a fazer disparos de armas de fogo na parte alta da comunidade e houve confronto.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro instaurou um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) para apurar as circunstâncias das mortes, que também estão sendo investigadas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Geral

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