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MEGA-SENA PODE PAGAR R$ 3 MILHÕES NESTA QUARTA-FEIRA (27/07)

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No sábado (30/07), a +Milionária sorteia prêmio de R$ 10 milhões

 

A Mega-Sena pode pagar R$ 3 milhões nesta quarta-feira (27/07). O sorteio do concurso 2.504 da Mega-Sena será realizado a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo (SP), com transmissão ao vivo pelo canal da CAIXA no YouTube.

 

Caso apenas um apostador leve o prêmio desta quarta-feira e aplique os R$ 3 milhões na Poupança da CAIXA, receberá R$ 20,7 mil de rendimento no primeiro mês. Se preferir investir em automóveis, o valor será suficiente para comprar uma frota de 44 automóveis ao custo de R$ 68,1 mil cada.

 

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio nas lotéricas de todo o país, no portal Loterias CAIXA e no app Loterias CAIXA, além do Internet Banking CAIXA para clientes do banco. O valor de uma aposta simples na Mega é de R$ 4,50.

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+Milionária:

O concurso de nº 10 da +Milionária será realizado neste sábado (30/07). A nova modalidade se destaca por oferecer prêmio principal mínimo por sorteio de R$ 10 milhões e dez faixas de premiação.

 

Caso apenas um apostador leve o prêmio de R$ 10 milhões e aplique na Poupança da CAIXA, receberá R$ 69,1 mil de rendimento no primeiro mês.

 

Na aposta simples da +Milionária o apostador precisa marcar seis números e dois “trevos”. Para apostas múltiplas, poderá escolher de 6 a 12 números e de 2 a 6 trevos. As apostas para a +Milionária podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio nas lotéricas de todo o país, no portal Loterias CAIXA e no app Loterias CAIXA.

 

O valor de uma aposta simples, com seis números e dois trevos, custa R$ 6,00. Nas lotéricas também é possível participar dos bolões.

 

Mais detalhes sobre a +Milionária na página da modalidade.

 

 

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Pela primeira vez, vítima de anestesista relata como descobriu abuso

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Médico anestesista foi preso por estupro de grávida durante cesárea
Reprodução/Redes Sociais – 13.07.2022

Médico anestesista foi preso por estupro de grávida durante cesárea

Giovanni Quintella Bezerra foi preso por estupro na madrugada do dia 11 de julho. Médico anestesista, ele exercia sua especialidade na sala de cirurgia do Hospital da Mulher de São João de Meriti, quando foi flagrado pela equipe de enfermagem da unidade em ato inimaginável, praticado contra uma mulher em plena mesa de parto. Ontem, a vítima do estupro e seu marido deram, para o Fantástico, da TV Globo, sua primeira entrevista sobre o assunto.

A mulher relembrou o que conseguiu guardar do dia em que foi informada sobre a violência sofrida. Ela conta que o diretor do hospital não quis deixá-la sair da unidade sem saber o que havia acontecido.

“A minha irmã (contou). Ela falou: ‘o anestesista abusou de você.’ Imaginei tudo menos que eu ia ouvir isso. Que fui abusada”, relatou.

A mãe lembra que, em vez de sair pela porta da frente, com o filho no colo, escapou pelos fundos do hospital, “escondida”:

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“Como se gente estivesse fazendo alguma coisa de errado. Naquele exato momento em que eu ia trocar ele para sair do hospital eu recebi a notícia. Aquela alegria de vestir ele para sair da maternidade, eu não tive isso.”

O abuso cometido pelo médico contra uma paciente sedada — investigações preliminares, inclusive, apontaram excesso de anestésicos— foi gravado em segredo por funcionários que já estavam desconfiando da conduta do profissional.

Quando as imagens foram registradas e apresentadas à direção do hospital, a polícia foi chamada, e Giovanni retido no hospital sob uma alegação inventada, até a chegada dos agentes comandados pela delegada Barbara Lomba, titular da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti.

A polícia informou o marido sobre o abuso.

“A gente estava no quarto, aguardando. E veio a delegada até mim, mais o policial. Eu fiquei até espantado, sem saber o que estava acontecendo, achei: ‘será que cometi algum crime?’

Giovanni Quintella Bezerra está impedido de exercer a medicina e segue preso preventivamente no Complexo de Bangu. Pelo menos dois advogados desistiram de seu caso — que está aos cuidados da Defensoria Pública.

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Fonte: IG Nacional

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