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MENTINDO: Deputados assinam pedido de CPi contra Lava jato e depois dizem que não assinaram

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Como está se tornando pratica no MDB/RO, pegos com ‘a calça curta’, gritam que é uma Fake News para tentar confundir o eleitor.

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Os deputados federais Lucio Mosquini e Marinha Raupp (MDB) de Rondônia protagonizaram um novo jeito de se safar da cobrança política da opinião pública. Inventar uma mentira para acusar a imprensa. Como está se tornando pratica no MDB/RO, pegos com ‘a calça curta’, gritam que é uma Fake News para tentar confundir o eleitor.

Durante o inicio desta semana, o portal ‘O Antagonista” publicou que a criação de uma CPI no Congresso Nacional visava ‘acabar’ com a operação Lava Jato. No objetivo do pedido de instalação de CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito estava investigar ‘as denúncias de irregularidades feitas contra Antônio Figueiredo Bastos, inclusive envolvendo escritórios de advocacia no âmbito da operação Lava Jato”.

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Após publicação da lista com deputados federais de todo o Brasil que endossaram o pedido de CPI para ‘investigar’ a Lava Jato, muitos retiraram as assinaturas. Ao final da tarde desta terça-feira (19), com a debandada de parlamentares graças a pressão da opinião pública, foi sepultada a nefasta CPI.

Mas em Rondônia, os dois deputados federais resolveram mentir para a população. Após publicação da lista, em que constava a assinatura de Marinha e Lucio, emitiram uma nota conjunta afirmando que não tinham assinando lista nenhuma, que se tratava de uma Fake News e que iriam processar a Imprensa.

E deste jeito, apesar das evidências robustas, resolveram criar um ‘placebo’ para tentar iludir a população.

Uma vergonha usarem de estratégia de acusar e ameaçar a Imprensa quando é claro e evidente que o nome de ambos está registrado nos ‘anais’ do Congresso Nacional. Os documentos estão anexos, ao final desta reportagem.

 

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Preso na Paraíba suspeito de envolvimento na morte de Marielle Franco

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Foi preso na Paraíba, nesta quarta-feira (28), um homem suspeito de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A prisão foi realizada pela Polícia Civil da Paraíba, que apontou Almir Rogério Gomes da Silva como sendo pertencente a uma milícia do Rio de Janeiro. Segundo a polícia paraibana, o grupo foi citado pela viúva do capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, morto na Bahia e suspeito de envolvimento no assassinato da vereadora, ao falar sobre quem teria matado Marielle.

“A prisão foi realizada por policiais da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), no município de Queimadas/PB. O alvo estava na companhia de outro homem, que também foi preso. O nome do alvo principal está no site www.disquedenuncia.org.br, do Rio de Janeiro. Ele já foi denunciado pelo Ministério Público do RJ, que pediu a condenação do investigado com base no assassinato de Eliezio Victor do Santos Lima, em outubro de 2018”, detalhou, em nota, a Policia Civil da Paraíba.

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De acordo com o delegado Diego Beltrão, da Draco, as investigações descobriram que Almir cometeu outro assassinado no Rio de Janeiro, no dia 3 de junho, o que pode ter sido o motivo para ele fugir para a Paraíba.

“Parte dos milicianos ligados ao homem capturado em Queimadas hoje foi presa em operações policiais naquele estado. Mas ele, que é um dos chefes desse grupo, conseguiu escapar dessas investidas. Trata-se de um criminoso muito perigoso, com indícios fortes de que estava traficando drogas e planejando ataques a instituições financeiras no nosso estado”, disse o delegado.

Segundo a nota da Polícia Civil da Paraíba, autoridades policiais do Rio de Janeiro já tomaram conhecimento da prisão e confirmaram a periculosidade do criminoso. “É um dos chefes de milícia mais procurados aqui no Rio de Janeiro”, declarou o delegado Henrique Damaceno, de acordo com a nota.

O suspeito capturado em Queimadas será levado sob escolta policial até o Rio de Janeiro, onde deverá responder pelos seus crimes. Marielle e Anderson foram mortos no dia 14 de março de 2018, emboscados no carro onde estavam, no bairro do Estácio, na região central do Rio. Estão presos e aguardam julgamento pelos assassinatos o sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa, e o ex-PM Élcio Queiroz.

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Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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