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MENTINDO: Deputados assinam pedido de CPi contra Lava jato e depois dizem que não assinaram

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Como está se tornando pratica no MDB/RO, pegos com ‘a calça curta’, gritam que é uma Fake News para tentar confundir o eleitor.

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Os deputados federais Lucio Mosquini e Marinha Raupp (MDB) de Rondônia protagonizaram um novo jeito de se safar da cobrança política da opinião pública. Inventar uma mentira para acusar a imprensa. Como está se tornando pratica no MDB/RO, pegos com ‘a calça curta’, gritam que é uma Fake News para tentar confundir o eleitor.

Durante o inicio desta semana, o portal ‘O Antagonista” publicou que a criação de uma CPI no Congresso Nacional visava ‘acabar’ com a operação Lava Jato. No objetivo do pedido de instalação de CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito estava investigar ‘as denúncias de irregularidades feitas contra Antônio Figueiredo Bastos, inclusive envolvendo escritórios de advocacia no âmbito da operação Lava Jato”.

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Após publicação da lista com deputados federais de todo o Brasil que endossaram o pedido de CPI para ‘investigar’ a Lava Jato, muitos retiraram as assinaturas. Ao final da tarde desta terça-feira (19), com a debandada de parlamentares graças a pressão da opinião pública, foi sepultada a nefasta CPI.

Mas em Rondônia, os dois deputados federais resolveram mentir para a população. Após publicação da lista, em que constava a assinatura de Marinha e Lucio, emitiram uma nota conjunta afirmando que não tinham assinando lista nenhuma, que se tratava de uma Fake News e que iriam processar a Imprensa.

E deste jeito, apesar das evidências robustas, resolveram criar um ‘placebo’ para tentar iludir a população.

Uma vergonha usarem de estratégia de acusar e ameaçar a Imprensa quando é claro e evidente que o nome de ambos está registrado nos ‘anais’ do Congresso Nacional. Os documentos estão anexos, ao final desta reportagem.

 

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Bienal do Livro lança de edital voltado para pessoas com deficiência

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A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Sececrj) lançou hoje (3), na 20ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, o edital Cultura Inclusiva nas Redes, celebrando o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado nesta data.

O edital vai premiar 300 produções culturais com R$ 5 mil cada, totalizando investimento de R$ 1,5 milhão. A chamada pública integra o Pacto Cultural RJ, que vai assegurar, até o final deste ano, R$ 75 milhões de incentivo financeiro para a cultura do estado.

A secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, destacou que o lançamento de um edital histórico ocorreu “em uma casa tão histórica quanto, que é a Bienal. Nosso propósito é democratizar a cultura em todo o estado, então, nada mais justo do que lançar um edital que garanta mais oportunidades às pessoas com deficiência”, afirmou.

O edital Cultura Inclusiva nas Redes vai selecionar produções culturais nas áreas da música, dança, teatro, circo, audiovisual, leitura e literatura, museu e memória, patrimônio cultural, artes plásticas e visuais, moda e gastronomia. Para participar, os candidatos devem comprovar deficiência, ter mais de 18 anos, morar no estado do Rio de Janeiro e ter, pelo menos, um ano de atuação na área de cultura.

Durante toda a Bienal, que se estenderá até o dia 12 deste mês no Riocentro, zona Oeste do Rio, a Sececrj terá um estande próprio, batizado de Casa da Leitura e do Conhecimento, para prestigiar os fazedores de cultura de todo o estado. 

O superintendente de Leitura e Conhecimento da Sececrj, Yke Leon, avaliou que essa será uma oportunidade para democratizar o acesso à cultura. “Construímos a programação do estande com uma proposta plural, para abranger todas as áreas da literatura. Será uma ótima oportunidade para abrir um canal de comunicação entre esses fazedores de cultura e o público como um todo”, disse.

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Para acessar o espaço, será necessária a apresentação do comprovante de vacinação para maiores de 12 anos. Serão exigidos distanciamento entre os visitantes e uso de máscaras.

Programação

Neste primeiro dia de evento, a Casa da Leitura e do Conhecimento proporciona palestras, lançamentos de livros e contação de histórias para o público presente. Ao todo, serão quase 100 atrações durante os dez dias de programação, incluindo a participação do carnavalesco e cenógrafo Milton Cunha, que vai lançar o livro Viva e aproveite, amanhã (4).

No dia 12, encerrando as atrações do estande da Sececrj na Bienal, o ex-membro do Casseta e Planeta, humorista e cartunista Reinaldo Figueiredo, realiza o lançamento do livro Paradas Musicais, que reúne quadrinhos, cartuns e textos. A programação completa do estande da Sececrj pode ser conferida na internet.

Paixão de Ler

Também na Bienal, a prefeitura carioca terá uma arena, denominada Paixão de Ler, para receber artistas, pais, educadores, pesquisadores, estudiosos, contadores de histórias, mediadores de leitura e autores.

No espaço de cem metros quadrados, a Secretaria Municipal de Cultura vai promover a 29ª edição do festival Paixão de Ler, convidando nomes da literatura negra que tratam de identidades, representatividades e ancestralidade, entre outros elementos. 

Com capacidade para até cem pessoas, o estande será ocupado também por ações das secretarias da Mulher, da Juventude e de Governo e Integridade Pública, que se alternam no período de funcionamento da Bienal, das 10h às 22h.

A Secretaria Políticas e Promoção da Mulher, por exemplo, vai promover diálogos entre gerações: escritoras e artistas negras griots dialogam sobre suas trajetórias de vidas e produções artísticas, com mediação de mulheres de novas gerações. A primeira mesa, amanhã (4), juntará no debate a artista e ativista trans Denise Thaina, e uma estudante trans da rede municipal de ensino.

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Ao final de cada encontro, o público participará de uma dinâmica de escrita criativa para a produção de uma postagem em redes sociais sobre a realidade desejada para o futuro. Os cinco melhores do dia serão publicados nas redes da secretaria da Mulher.

Homenagem

O espaço Paixão de Ler terá dois horários fixos, de quinta a domingo (às 17h e 19h). Na solenidade de abertura, foi feita homenagem à escritora carioca Sonia Rosa, conhecida por sua literatura negro afetiva para crianças e jovens. Considerada uma das maiores referências nacionais em literatura negra, Sonia Rosa é autora de mais de 50 livros. O protagonismo negro é o principal foco da escritora em seus contos.

Depois da Bienal, o festival Paixão de Ler será levado para o Museu da História e Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa, entre os dias 16 e 19 de dezembro, com o tema Literatura infantojuvenil negra e narrativas antirracistas.

Serviço

A programação no espaço da prefeitura na Bienal é 100% gratuita e pode ser conferida pela internet.

As inscrições gratuitas foram abertas às 18h e poderão ser feitas pelo período de 45 dias, até as 18 horas do dia 17 de janeiro de 2022, exclusivamente pela internet, por meio da plataforma Desenvolve Cultura.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Geral

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