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Ministro do Meio Ambiente fala sobre combate ao desmatamento

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O combate ao desmatamento foi um dos temas da entrevista do ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, ao programa A Voz do Brasil desta quarta-feira (6). Entre as principais medidas estão o aumento das multas para quem for pego extraindo ilegalmente madeira nativa. A multa passou de R$ 1 milhão para R$ 50 milhões. “E nos casos de isso ocorrer em parques nacionais, isso pode dobrar”, disse o ministro.

Leite também destacou o fortalecimento das equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) com a contratação de 739 servidores e repasse de recursos para aquisição de equipamentos como caminhões, veículos e tratores,  “para trazer a esses órgãos mais estrutura para combater e proteger os parques e as áreas que são de responsabilidade do governo federal”

O ministro também também falou sobre os recordes do setor em 2021 na produção de energia eólica (51 gigawatts) e solar (14 gigawatts). “Nós já instalamos uma Itaipu de energia solar”, disse, acrescentando que esses números devem dobrar nos próximos anos e ressaltando o potencial brasileiro de geração eólica offshore (no mar) “Nós temos uma vasta área de oceano com ventos constantes sem tempestades. Isso faz com que os cálculos de eólica marinha sejam um dos mais baratos do mundo”, afirmou.

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O ministro ainda falou sobre o programa Recicla Mais, que irá gerar créditos de reciclagem, sobre o fechamento de mais de 600 lixões nos últimos três anos e sobre o cenário internacional de preservação do meio ambiente, no qual o Brasil pode emergir como um fornecedor de energia limpa.

 Assista, na íntegra, o programa A Voz do Brasil:

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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Pela primeira vez, vítima de anestesista relata como descobriu abuso

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Médico anestesista foi preso por estupro de grávida durante cesárea
Reprodução/Redes Sociais – 13.07.2022

Médico anestesista foi preso por estupro de grávida durante cesárea

Giovanni Quintella Bezerra foi preso por estupro na madrugada do dia 11 de julho. Médico anestesista, ele exercia sua especialidade na sala de cirurgia do Hospital da Mulher de São João de Meriti, quando foi flagrado pela equipe de enfermagem da unidade em ato inimaginável, praticado contra uma mulher em plena mesa de parto. Ontem, a vítima do estupro e seu marido deram, para o Fantástico, da TV Globo, sua primeira entrevista sobre o assunto.

A mulher relembrou o que conseguiu guardar do dia em que foi informada sobre a violência sofrida. Ela conta que o diretor do hospital não quis deixá-la sair da unidade sem saber o que havia acontecido.

“A minha irmã (contou). Ela falou: ‘o anestesista abusou de você.’ Imaginei tudo menos que eu ia ouvir isso. Que fui abusada”, relatou.

A mãe lembra que, em vez de sair pela porta da frente, com o filho no colo, escapou pelos fundos do hospital, “escondida”:

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“Como se gente estivesse fazendo alguma coisa de errado. Naquele exato momento em que eu ia trocar ele para sair do hospital eu recebi a notícia. Aquela alegria de vestir ele para sair da maternidade, eu não tive isso.”

O abuso cometido pelo médico contra uma paciente sedada — investigações preliminares, inclusive, apontaram excesso de anestésicos— foi gravado em segredo por funcionários que já estavam desconfiando da conduta do profissional.

Quando as imagens foram registradas e apresentadas à direção do hospital, a polícia foi chamada, e Giovanni retido no hospital sob uma alegação inventada, até a chegada dos agentes comandados pela delegada Barbara Lomba, titular da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti.

A polícia informou o marido sobre o abuso.

“A gente estava no quarto, aguardando. E veio a delegada até mim, mais o policial. Eu fiquei até espantado, sem saber o que estava acontecendo, achei: ‘será que cometi algum crime?’

Giovanni Quintella Bezerra está impedido de exercer a medicina e segue preso preventivamente no Complexo de Bangu. Pelo menos dois advogados desistiram de seu caso — que está aos cuidados da Defensoria Pública.

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Fonte: IG Nacional

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