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MPF denuncia 60 investigados na Operação Carne Fraca da PF

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O Ministério Público Federal (MPF) no Paraná denunciou hoje (20) 60 pessoas investigadas na Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, deflagrada no mês passado. A PF investiga o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em um suposto esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos.

Na ação, enviada à Justiça Federal em Curitiba, os envolvidos, ligados a frigoríficos e servidores do ministério, devem responder pelos crimes de corrupção passiva, violação de sigilo funcional, peculato e organização criminosa. O MPF também pediu a perda do cargo público dos fiscais envolvidos e o confisco dos valores cobrados de propina.

Em março, a deflagração da operação levou o Ministério da Agricultura a afastar 33 servidores envolvidos no suposto esquema de corrupção. Vários países chegaram a suspender a importação de carne brasileira após as denúncias.

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PF deflagra operação contra importação ilegal de agrotóxicos

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A Polícia Federal deflagrou, hoje (4), a segunda fase da Operação Terra Envenenada, com o objetivo de combater o ingresso, transporte e comercialização de agrotóxicos ilegalmente importados do Paraguai e da China. O produto entrava no Brasil pelo norte de Mato Grosso.

A Justiça Federal expediu 15 mandados de busca e apreensão e dez mandados de prisão, que foram cumpridos nas cidades de Sinop, Sorriso, Feliz Natal, todas em Mato Grosso, além de São Paulo, Campo Grande (MS) e Terra Roxa (PR).

Em nota, a PF informou que a investigação originou-se da análise do material e depoimentos colhidos na primeira fase da operação, quando foi desmantelada organização criminosa e apreendida mais de uma tonelada de agroquímicos contrabandeados ou adulterados.

“Desde essa etapa inicial, a Polícia Federal intensificou as investigações e identificou grandes grupos de fornecedores regionais e nacionais, cujos líderes e integrantes foram presos nesta data. Foram apreendidos documentos e materiais de interesse para investigação, agrotóxicos, além de armas irregulares”, informou a PF.

De acordo a PF, os investigados responderão por comercialização e transporte de agroquímicos de uso proscrito, constituição de organização criminosa, lavagem de dinheiro “e outros crimes que vierem a ser descobertos”. As penas variam de dois a dez anos de reclusão.

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Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Geral

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