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Observatório Nacional transmite eclipse raro nesta manhã

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Um eclipse solar bastante especial, mas que não será visível para quem mora no Brasil, acontece nesta manhã. O melhor lugar para ver o fenômeno é na faixa que vai do centro-sul do Canadá, passa pela Groenlândia e termina no nordeste da Rússia. Nessas regiões, vai ocorrer o que os pesquisadores chamam de eclipse anular.

É quando a sombra da Lua, que fica entre a Terra e o Sol, não é suficiente para cobrir a nossa estrela. Mas é quase. No auge do eclipse anular, foi possível ver um aro de fogo solar ao redor da Lua. O eclipse parcial pode ser visto na costa leste da América do Norte e no norte da Europa e da Ásia.

O próximo eclipse anular visível a partir do Brasil será no dia 14 de outubro de 2023.

Alguns canais transmitem esse espetáculo natural pela internet. Entre eles, o do Observatório Nacional, no YouTube. De acordo com a instituição, o eclipse desta quinta-feira começou por volta das 5h da manhã e o ponto máximo foi às 7h42, no horário de Brasília.

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O fim do eclipse parcial será às 10h11, de acordo com o Observatório Nacional. “Importante ressaltar que esses horários não são todos para um mesmo local, mas sim para o primeiro local que vai ver o início e o último local que vai ver o fim. Em um determinado local a duração do eclipse anular é de somente alguns minutos”, explica o Observatório Nacional.

A live é conduzida e comentada pela pesquisadora do Observatório Nacional Josina Nascimento e pelo astrônomo James Solon, do Grupo de Astronomia de Pernambuco (AstroPE).

Confira a live do Observatório Nacional:

Edição: Kelly Oliveira

Fonte: EBC Geral

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Palco Virtual apresenta produções inéditas de artes cênicas

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O Palco Virtual de Cênicas, realizado pelo Itaú Cultural, apresenta ao público produções inéditas, de 24 a 27 de junho, que abordam a negritude e as diferentes formas de se relacionar. Todas as apresentações são gratuitas e seguidas por conversas dos espectadores com diretores, elencos e convidados. Os ingressos devem ser reservados via Sympla.

A programação abre na quinta-feira (24) com a pré-estreia de Maré, do coletivo potiguar Cida, tratando do amor a partir da situação da pandemia e da realidade dos cinco artistas em cena, seus corpos e suas vivências. As diferentes maneiras de se relacionar são problematizadas também por questões como gênero, raça, capacitismo e violência contra a mulher.

Na estreia da peça-filme Desfazenda – me enterrem fora desse lugar, do coletivo O Bonde, quatro crianças são salvas da guerra e crescem em uma fazenda. Quando jovens, começam a reconhecer-se como negras, vendo o mundo e a liberdade de outra forma. A obra é livremente inspirada no filme Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil, de Belisario Franca, no qual a descoberta de tijolos em uma fazenda com o símbolo da suástica desvendou a história de crianças negras que foram levadas de um orfanato para essa fazenda.

Os dois espetáculos foram pensados inicialmente para apresentações presenciais ao público. No entanto, diante da necessidade de isolamento social durante a pandemia, as peças ganharam novas produções voltadas para o audiovisual.

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Criado em 2017 pelo Cida, núcleo artístico de dança contemporânea, fundado por jovens artistas emergentes, negros, com e sem deficiências, radicados em Natal (RN), o espetáculo Maré foi remontado em 2021 como uma obra audiovisual em dança acessível. Após a exibição de pré-estreia, Maré ficará disponível até 1 de julho no Youtube do Itaú Cultural.

“Com a chegada da pandemia, tivemos que repensar o nosso modo de trabalho. A gente não tinha intimidade com o audiovisual, mas acabamos nos aproximando de pessoas da área, e estamos agora trabalhando juntos esse novo modo de pensar a dança”, disse o bailarino René Loui, fundador do coletivo ao lado de Rozeane Oliveira.

De sexta-feira a domingo (25 a 27), o Palco Virtual será ocupado pela temporada de estreia de Desfazenda – me enterrem fora desse lugar, que trata de questões ligadas ao corpo e à subjetividade de pessoas negras diante do processo de abolição inconclusa no Brasil, conforme apontou a diretora Roberta Estrela D’Alva.

13. Desfazenda_O Bonde_foto Jose de Holanda 13. Desfazenda_O Bonde_foto Jose de Holanda

Desfazenda – me enterrem fora desse lugar – José de Holanda/Direitos reservados

“Estamos em plena decorrência dessa abolição inconclusa, inventando estratégias – e a arte tem um papel fundamental nisso – para questionar coisas que a gente não aceita mais. Na peça, também tem esse passo de descobrir o que aconteceu. Ela fala sobre entender-se negre no Brasil, e isso necessariamente é descobrir a história da escravidão”, avaliou Roberta.

Devido à pandemia, o espetáculo, que vinha sendo ensaiado virtualmente pelo elenco ao longo do último ano, foi repensado para o audiovisual e ganhou o formato de peça-filme, que tem como destaque a ênfase à palavra durante o espetáculo. A força do texto são potencializados pelas batidas, trilhas e paisagens sonoras criadas pela compositora e DJ Dani Nega.

“O espetáculo traz essa característica que vem do spoken word, das rodas de Slam, das batalhas de poesia, da poesia falada como fio dessa radicalidade narrativa, poéticas. A gente não tem muitos elementos de cenário, para que o público veja tudo o que tem que ver a partir dessa performance da palavra. É para fazer com que, quem tenha que ver essa fazenda, veja pelos olhos, pela palavra, pelo ritmo, pela entonação e memória de quem está falando”, disse a diretora.

Após a temporada de estreia, a peça ficará disponível até 14 de julho no canal do YouTube de O Bonde.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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