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PF faz extradição de argentinos acusados de feminicídio

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Dois argentinos acusados de violência doméstica e feminicídio no país vizinho foram entregues hoje (8) pela Polícia Federal (PF) às autoridades argentinas na Ponte Tancredo Neves, fronteira com a cidade de Puerto Iguazú. Os dois custodiados foram levados do Aeroporto Internacional Tom Jobim-RioGaleão até a cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná, no complemento da Operação Castellano, deflagrada ontem pela PF, na cidade do Rio de Janeiro, para realizar a extradição dos argentinos.

Os presos passaram a noite na delegacia de Polícia Federal em Foz do Iguaçu e permaneceram lá até serem entregues nesta terça-feira às autoridades argentinas. De acordo com a PF, os extraditados foram presos no Brasil, em 2019 e em 2021, em cumprimento “de ordem de captura internacional da Interpol (Difusão Vermelha), e tiveram suas extradições para a Argentina deferidas pelo Supremo Tribunal Federal, no mês de maio deste ano”.

A PF informou que, por causa da pandemia da covid-19, a logística da extradição passiva dos estrangeiros está sendo atípica, uma vez que o Brasil, em cooperação policial direta, está executando a escolta internacional dos foragidos até a fronteira com o país vizinho.

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“Todo o procedimento foi acompanhado pelo Consulado Geral da Argentina no Rio de Janeiro, representado pelo cônsul geral, Claudio Gutierrez, que, desde a prisão dos extraditados, prestou assistência consular aos seus nacionais”, completou a PF, em nota.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Geral

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PF faz operação contra grupo que fraudava concursos

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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (23) a operação Erasure contra uma organização criminosa que fraudava concursos desde, ao menos, 2005. Um dos certames fraudados foi o concurso do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), em 2017.

De acordo com a PF, o esquema conseguiu a aprovação, de forma fraudulenta, de diversas pessoas que pagavam pelo serviço criminoso. A polícia estima que o grupo tenha obtido mais de R$ 29 milhões com o esquema.

A quadrilha utilizava equipamentos como pontos eletrônicos de comunicação, professores para realizarem as questões das provas, e contava com candidatos que prestavam o concurso para obter as questões e deixar o local do certame no tempo mínimo exigido.

Segundo a PF, durante as investigações para o início da operação, a Justiça Federal já afastou, de forma cautelar, um servidor que havia tomado posse no TRE-SP em 2017.

Os investigados poderão responder pelos crimes de associação e organização criminosa.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Geral

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